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YouTube deleta vídeo de fundação do Itamaraty que criticava uso de máscaras

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YouTube deleta vídeo que desinforma sobre uso de máscaras

O YouTube excluiu um vídeo de uma palestra da Fundação Alexandre Gusmão (Funag), vinculada ao Itamaraty . O conteúdo era sobre a “nocividade do uso de máscaras”, e foi deletado porque a plataforma do Google entendeu que ele poderia incentivar “atividades que possam causar danos físicos ou mortes”. 

O vídeo era um recorte de um seminário virtual encabeçado pela Funag, sob o tema “A conjuntura internacional no pós-coronavírus”, que aconteceu no dia 3 de setembro. Ao G1, o YouTube não informou desde quando o vídeo está indisponível. 

No vídeo, o palestrante Carlos Ferraz, apresentado como professor de filosofia da UFPel cedido para a Secretaria Nacional da Juventude do MMFDH (Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos), dizia que o uso de máscaras faz mal para pessoas saudáveis. 

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O palestrante, porém, não apresentou evidências científicas para a afirmação, citando apenas “artigos” e “testes”, mas sem entrar em detalhes. O uso de máscaras durante a pandemia de Covid-19 é uma orientação dos órgãos de saúde, incluindo a Organização Mundial de Saúde ( OMS ), a fim de diminuir a disseminação do novo coronavírus (Sars-Cov-2).

Ao G1, o YouTube justificou a proibição do vídeo. “O YouTube tem políticas claras sobre o tipo de conteúdo que pode estar na plataforma e não permite vídeos que incentivam atividades que possam causar danos físicos graves ou morte”.

Já o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos disse ao portal que “o servidor expressou sua opinião pessoal, que não necessariamente corresponde ao posicionamento oficial do Ministério” e que ele “não participou do evento como representante oficial do MMFDH”.

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Brasileiro de 14 anos recebe R$ 130 mil como recompensa após ajudar Facebook

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O brasileiro Andres Alonso Bie Perez
Foto: Arquivo Pessoal

O brasileiro Andres Alonso Bie Perez

O estudante mineiro Andres Alonso Bie Perez, de apenas 14 anos, recebeu um prêmio de US$ 25 mil (cerca de R$ 130 mil) do Facebook após ajudar a descobrir uma falha de segurança no Instagram e comunicar o problema à equipe de segurança da empresa.

O Facebook, como muitas outras companhias, possui um programa de “bug bounty” para premiar e recompensar informações sobre vulnerabilidades em seus serviços.

Andres, que ficou sabendo da oportunidade assistindo a vídeos no YouTube, esperava receber no máximo US$ 1 mil pelo que tinha encontrado. “Eu estava de boa e recebi a notificação do Facebook e o valor. Eu não esperava um valor tão alto”, contou Andres ao blog do Altieres Rohr.

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“O pesquisador relatou um problema que poderia permitir o envio de um código malicioso por meio de um filtro Spark AR que poderia ceder acesso à conta do Instagram de uma pessoa por meio do cliente da web da plataforma. Graças ao relatório, corrigimos a falha e não encontramos evidências de abuso”, disse a rede social ao blog.

A falha foi descoberta porque Andres queria criar um aplicativo para replicar  filtros de imagem do Instagram que só estão disponíveis no computador. Quando analisou o método utilizado para criar esses filtros, ele percebeu que os links podiam ser manipulados para incluir qualquer código na página do Instagram.

De acordo com a regra da empresa, sites não podem permitir que outras pessoas controlem o código carregado na página – o que caracteriza uma vulnerabilidade.

“Eu estava fazendo um aplicativo que precisa integrar com os filtros do Instagram e precisava saber como ele criava os links dos filtros. Para isso eu tive que estudar o aplicativo e vi que tinha a possibilidade de ser [uma falha]. Eu testei e deu certo”, explicou o brasileiro ao blog.

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Quem decide o valor pago pelas falhas relatadas a esses programas de “bug bounty” é sempre a empresa. No caso do Facebook, o pagamento médio é de US$ 1,5 mil (cerca de R$ 8 mil).

Fonte: blog do Altieres Rohr

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