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“Achei que seria pisoteado por um elefante ou devorado por um leopardo”

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Altier Moulin é jornalista, escritor e autor do livro “Histórias de Viajante” em que narra seus maiores perrengues durante um safári em Botsuana, um dos 39 países que já visitou. “Rodeado por animais de todos os tipos, a única coisa que passava em minha cabeça era a possibilidade de algo desagradável acontecer. Era difícil manter o pensamento positivo, mas essa tática sempre me ajudou a superar meus medos e não seria diferente naquela ocasião“, relembra ele após dormir em uma tenda dentro do parque com a presença de milhares de animais selvagens.

Botsuana é um país africano localizado no sul do continente, conhecido como um dos principais países para se fazer safári, uma vez que lá os animais ficam realmente soltos em parques protegidos e é um dos únicos locais do mundo em que é possível ver o Big Five, ou seja, mamíferos selvagens de grande porte mais difíceis de serem caçados pelo homem, tais como o elefante, o búfalo-africano, o leopardo, o rinoceronte e o leão.

Já a atividade do safári para quem não conhece é a denominação usual para expedições de caça ou observação de animais, geralmente de grande porte, na selva ou na savana africana. 

Foi durante um roteiro, em 2013, que sairia de Joanesburgo, na África do Sul, passaria por Botsuana e chegaria a Livingstone, na fronteira da Zâmbia com o Zimbábue, que Altair passaria por um dos momentos mais aterrorizantes da sua vida, conjuntamente com um guia e grupos de turistas. Durante o caminho ele foi avisado que dormiria no meio do Parque Nacional de Chobe, onde todos os animais mais selvagens do mundo vivem. “Naquela simples parada não programada, em um lugar qualquer de uma estrada desconhecida de Botsuana, fomos avisados que o acampamento onde dormiríamos não teria cercas”, narra o autor. 

Nessa grande área de preservação ambiental está a maior concentração de elefantes do continente, cerca de 130 mil animais, sendo que mais da metade vive em liberdade nos 10,7 mil  km² do Chobe. Esses animais gigantes não são os únicos que reinam no destino mais visitado de Botsuana: grandes grupos de hipopótamos, de leopardos também são vistos com frequência.

Há quem se engane com a feição dócil e o jeito lento dos hipopótamos, mas eles são os maiores responsáveis pela morte de humanos atacados por animais na África — o que geralmente acontece quando algum desavisado invade a área pertencente a eles, comenta o autor. 

“Eu olhava para as pessoas, ria de nervoso e imaginava quem seria o primeiro a morrer no evidente espetáculo sanguinolento que aconteceria naquela noite”, relembra Altair. 

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Sem lanches pela noite e sem cobertura para as barracas

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altier Moulin Pé na estrada

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Para se manter vivo foi preciso seguir à risca regras orientadas pelo guia. Uma delas consistiu em não montar barracas debaixo das árvores. “Os elefantes podem querer comer algo lá do alto e, se as barracas forem obstáculos, eles podem simplesmente pisoteá-las com a gente dentro”, comenta o autor. Além do impedimento de pelo menos uma cobertura para as barracas,  foi preciso evitar alimentos dentro delas, tendo em vista que isso poderia aproximar os elefantes que têm o olfato sensível. 

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Perguntado sobre como sobreviveu ao episódio, Altair comenta que sua estratégia de sobrevivência foi montar sua barraca de forma que ficasse protegida pelas outras. “Naquela hora a única coisa em que pensei foi que, se algo de ruim acontecesse, pelo menos eu não seria o primeiro a morrer. Poderia ser acordado pelos gritos de desespero e talvez tivesse tempo de fugir. Sei lá! Eu estava realmente apavorado”,  menciona o autor.  

Apesar do medo e vigilância constante durante a noite dentro da tenda, ele foi vencido pelo cansaço e acabou dormindo. “Se algum bicho visitou nossa estação naquela noite, nunca saberei”, finaliza o autor. 

Histórias de viajante

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Altier Moulin Pé na estrada

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Para Moulin, o objetivo que está por trás do livro é dar oportunidade para o leitor ampliar a experiência de qualquer viagem, com a intenção de fazer com que a leitura aguce muitas curiosidades secundárias e pouco exploradas em muitos países pelo mundo.  

O episódio relatado, bem como outros perrengues, podem ser lidos com detalhes no livro “Histórias de viajante”, cujo lançamento foi dia 20 de abril de 2021. A obra é o seu primeiro projeto, mas o escritor já adianta que a ideia é produzir uma série com vários relatos de viagem. “Já estou trabalhando em um livro com histórias que vivi aqui mesmo no Brasil e logo ele deve estar pronto para ser publicado também”, avisa.

Fonte: IG Turismo

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Destino dos famosos: Os parques de diversão em Orlando

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Larissa Manoela, Sabrina Sato e Dani Calabresa já visitaram Orlando
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Larissa Manoela, Sabrina Sato e Dani Calabresa já visitaram Orlando

Considerado um dos  destinos mais procurados pelos brasileiros , a cidade de Orlando, na Flórida, na costa leste dos Estados Unidos, conquistou turistas do Brasil inteiro pela magia dos parques temáticos, pelo clima agradável e, claro, pelas compras sem imposto, a preços baixos e com qualidade. O destino não chama a atenção só de turistas comuns, como é queridinho de celebridades como Larissa Manoela, Sabrina Sato e Dani Calabresa. 

A região de Orlando é tão querida por famosos que só Larissa Manoela tem três casas na região. Dani Calabresa por sua vez, é apaixonada pelo parque Magic Kingdom, da Disney e até foi pedida em casamento pelo publicitário Richard Neuman em uma das visitas ao parque. 

Atualmente, a entrada nos Estados Unidos para turistas é restrita para quem tem visto vigente e teste PCR negativo para Covid-19. Se pensa em visitar Orlando futuramente, cada época tem seu charme. No verão, as temperaturas são bem altas e é alta temporada, no inverno, as temperaturas são mais amenas, como as do Brasil e também é alta temporada, por conta do Natal e Ano Novo. 

Agora, se quer algo mais tranquilo, visite Orlando na primavera ou outono, que as temperaturas são amenas e a chance de chuvas ou tufões são menores. Como os parques mudam de decoração, nessas épocas há festas de flores na primavera e o Halloween no outono. O ano inteiro é repleto de festas temáticas. 

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Como chegar em Orlando?

Parque Universal
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Parque Universal

Com aeroporto internacional próprio, é possível ir direto para o destino. Saindo de São Paulo, o preço médio atualmente é de R$ 1970, com voo pela United Airlines, já que outras companhias aéreas estão com voos restritos para os Estados Unidos e podem ser mais caros, como pela Latam, que está saindo a R$ 4260. 

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Onde se hospedar em Orlando?

É possível se hospedar na região dos parques
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É possível se hospedar na região dos parques

Se o objetivo é visitar os parques, que tal se hospedar nos resorts temáticos? Assim o turista gasta menos com transporte e tem uma experiência Disney muito maior, a maioria tem pacotes com café da manhã e até ingressos para os parques. Atualmente, os hotéis “moderados” da Disney têm diária média de R$ 1.442, em alta temporada, e R$ 1056, na baixa. 

Agora, se quer luxo na Disney, na alta há diária que variam entre R$ 2,5 mil e R$ 3,6 mil, dependendo do hotel escolhido. Para economizar, o ideal é procurar hotéis na região de Orlando, cujos preços são menores e saem na média diária de R$ 345. Se o objetivo é se divertir nos parques, o turista precisará comprar os ingressos para os parques e alugar carros para passear. 

O que fazer em Orlando?

Jungle Cruise, que virou filme, é atração do Magic Kingdom'
Divulgação/Disney

Jungle Cruise, que virou filme, é atração do Magic Kingdom’

Como o destino é conhecido pelos parques, os mais conhecidos são os ‘da Disney’, como o Epcot, Magic Kingdom e Animal Kingdom. O Epcot é uma cidade utópica planejada por Walt Disney, dividido em duas áreas: Future World e World Showcase. É nesse parque que há o pavilhão internacional, com 11 países representados em lojas e restaurantes e também a ‘bola do Epcot’, a Spaceship Earth, atração que mostra avanços da humanidade. 

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O Magic Kingdom, parque mais famoso do complexo da Disney, é o que traz a magia das princesas para a vida real. Com mais de 40 atrações, o parque tem o famoso castelo da Cinderela. Além das montanhas-russas famosas, atrações que viraram filmes, como Piratas do Caribe e Jungle Cruise  e passeios para conhecer princesas e personagens da Disney. 

Para conhecer animais e atrações radicais, o Animal Kingdom reúne montanha-russas radicais, o parque tem áreas com animais, safáris e o parque de Pandora, do mundo de Avatar. A atração virou a mais famosa do local porque os visitantes entram no ambiente de Pandora por completo.

Já para os amantes da saga Harry Potter, dos seriados “Simpsons” e “Friends”, o parque da Universal oferece atrações que fazem uma imersão total pelo universo de filmes e séries. É possível visitar o Beco Diagonal, Springfield e o Central Perk. Como é de outro estúdio, é preciso procurar ingressos a parte dos da Disney. 

Para os que adoram ciência, um pouco mais afastado do centro de Orlando e dos parques está o Kennedy Space Center, da Nasa. O museu interativo está no complexo da Nasa, onde foram lançados os principais projetos espaciais da história. É possível conhecer naves, cápsulas e tudo da história espacial norte-americana. 

Se quer visitar lojas e fazer aquela compra rentável, procure pela Church Street e pelas lojas Saks Fifth Avenue e os Outlets de Orlando, com direito a marcas famosas como Adidas, Nike, GAP e até Prada. As lojas mais recomendadas para brasileiros que amam comprar são Ross e Marshalls, com roupas a preço de custo. 

Fonte: IG Turismo

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