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Casa que pertenceu ao criador de James Bond pode ser alugada no AirBnB

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Esta villa é onde Ian Fleming escreveu a maioria dos romances de James Bond
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Esta villa é onde Ian Fleming escreveu a maioria dos romances de James Bond

A Fleming Villa recebeu esse nome por ter sido propriedade de Ian Fleming, escritor responsável por obras icônicas que deram origem a ainda mais icônica franquia de filmes 007 – ou Bond, James Bond, para os íntimos.

Mesmo que já não pertença mais ao escritor, que faleceu em maio de 1964, a descrição da humilde residência, localizada em Oracabessa, em Saint Mary Parish, na Jamaica, diz que: “A villa boho-chic fica à beira-mar no icônico Golden Eye Resort (fãs de 007 já pegaram a referência). Descanse em uma rede pendurada entre árvores, flutue nas águas rasas da piscina em forma de lagoa e termine o dia ao sol com um banho ao ar livre na banheira com pés”.

Ian Fleming por volta de 1960, em sua escrivaninha em seu retiro Goldeneye
Harry Benson/Airbnb

Ian Fleming por volta de 1960, em sua escrivaninha em seu retiro Goldeneye

A banheira ao ar livre fica em um luxuoso deck de madeira – sem risco de escorregões – e rodeada de árvores e flores, para que o hospede fique o mais relaxado possível. Ainda existem cinco quartos na villa, distribuídos por três edifícios, incluindo três na casa principal.

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O quarto principal tem uma cama king-size, uma casa de banho privativa e uma ducha externa. Todos os quartos da casa principal contam com banheiro ao ar livre.

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Um quarto separado na casa da piscina oferece uma cama king-size, um chuveiro com efeitos de chuva ao ar livre e um terraço privativo, onde o hospede pode desfrutar de seus matinis (batidos, não mexidos).

O quarto final fica na “sweet spot cottage” (casa de campo ideal), na parte de trás dosoutros edifícios, com uma cama king-size (aqui ninguém dorme apertado), um chuveiro externo com efeito de chuva e varanda privativa.

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Mesmo que não tivesse nenhuma conexão com o agente secreto mais famosos do cinema, este ainda seria uma ótima opção para se ficar com a família ou amigos. Os hospedes do Fleming Villa ainda podem aproveitar as vantagens das quadras de tênis, de um estúdio de ioga e dos equipamentos para esportes aquáticos do Golden Eye Resort.

Além de tudo isso, a villa ainda tem um mordomo particular e um chef pessoal para cozinhas para até 12 pessoas. Para quem quiser se sentir como um verdadeiro agente secreto – ou como o criador dele – a propriedade está disponível para aluguel no Airbnb, com preços a partir de R$ 58 mil por noite.

Fonte: IG Turismo

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Coliseu de Roma: arena era palco para combates mortais há quase 2 mil anos

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O Coliseu é o ponto turistico mais conhecido do mundo
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O Coliseu é o ponto turistico mais conhecido do mundo

Ainda que agora seja apenas uma mera concha, o Coliseu se mantém como o maior legado arquitetônico da Roma Antiga. Nos últimos anos, aparatos modernos como elevadores foram instalados para permitir aos visitantes observar o que sobrou das ruínas. Ao lado do Vaticano, o Coliseu é o maior ponto turístico de toda a Itália e, desde 2007, é considerado uma das sete maravilhas do mundo moderno,  assim como o Cristo Redentor, no Brasil.

O local atrai cerca de 7 milhões de turistas todos os anos, em 2018, o Coliseu chegou a bater o recorde de 7,6 milhões de pessoas, segundo dados do Ministério Italiano, chegando a ser considerado o ponto turístico mais famoso do mundo.

A história do Coliseu

Interior do Coliseu durante tour
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Interior do Coliseu durante tour

Construído entre os anos de 72 e 80 d.C., por ordem do imperador Flávio Vespasiano, que decidiu erguer a arena no mesmo local onde ficava um antigo palácio de Nero, que o antecedeu. Com a morte de Flávio em 79, o anfiteatro foi inaugurado pelo filho mais velho, Tito Flávio César Vespasiano Augusto, que nomeou o local como “Anfiteatro Flaviano”, em homenagem ao pai.

A estreia do Anfiteatro Flaviano se deu em uma batalha que durou cerca de 100 dias, a estimativa é que tenham morrido centenas de pessoas (gladiadores) e cerca de 5 mil animais ferozes, geralmente leões trazidos de colônias italianas na África para os combates na enorme arena de 85 por 53 metros. Um camarote próximo à arena era destinado ao imperador de Roma, que era reverenciado pelos gladiadores antes dos espetáculos – segundo os romanos da época: “Salve, César! Aqueles que irão morrer te saúdam”. Como curiosidade, Tito morreu apenas um ano depois da inauguração, aos 41 anos.

No geral, as arquibancadas acomodavam cerca de 50 mil pessoas, até que uma reforma futura adicionou um andar a mais, passando a acomodar 90 mil pessoas, 10 mil a mais que o estádio do Maracanã atualmente. O nível de classe do público determinava o local onde se sentariam, sendo que os mais abastados ficavam em locais com melhor visão da arena.

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O nome Coliseu só passou a ser usado séculos depois, a teoria é que tenha sido já no século 11 tendo como inspiração o Colosso de Nero, uma estátua de bronze de 35 metros de altura que ficava ao lado. Além dos duelos, teorias não comprovadas dizem que o Coliseu chegou a ser usado também para o sacrifício de cristãos que eram perseguidos pelos romanos, os quais seriam jogados para os animais. A estimativa é de cerca 500 mil pessoas e um milhão de animais tenham sido mortos em batalhas.

O Coliseu foi usado como palco para as lutas até o ano de 404, quando o imperador Flávio Honório proibiu os combates entre gladiadores definitivamente. Nos anos seguintes, o lugar chegou a ser usado como um simulador de batalhas navais, sendo inundado completamente por meio de um reservatório que estocava água da chuva.

Com o passar dos séculos objetos de decoração e até parte da estrutura do Coliseu começaram a ser furtadas e usadas como ornamento para igrejas católicas, entre ela a famosa Basílica de São Pedro, no Vaticano.

No decorrer dos séculos, grandes batalhas e até terremotos foram deteriorando toda a construção, levando o Coliseu a se tornar apenas uma lembrança do que já foi um dia. As ruínas do Coliseu estão abertas ao público e podem ser visitadas de diversas formas.

Para visitar o Coliseu

Se tratando de um dos pontos mais procurados de toda a Itália, não é de se admirar que o visitante encontrará filas enormes por todo o caminho. É extremamente indicado – e inevitável – que se compre os ingressos com grande antecedência (assim que o lote é disponibilizado para venda), pois os melhores se esgotam muito rápido.

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Além do ingresso, é importante que o turista faça um bom reconhecimento do local com alguma antecedência (com o Google Maps, por exemplo) para não depender apenas da sinalização e de funcionários em pontos de informação, que podem ser bem confusos e escassos.

Uma alternativa para evitar filas é por meio da compra do Roma Pass,  um cartão que dá acesso rápido a determinadas partes, mas essa é uma dica “não tão boa assim”, já que muitas pessoas também compram o mesmo passe e acabam gerando uma nova fila em outro local. O preço médio do Roma Pass é de R$ 206, para dois dias, e R$ 335, para três dias, além do Coliseu, o cartão dá acesso a museus e monumentos, e descontos para uso limitado em transporte público, entre outros benefícios.

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Para fugir da fila

Além dos passeios comuns, que dão acesso a algumas áreas do Coliseu, como o térreo e o segundo anel, para um grupo de cerca de 3 mil pessoas, há outras opções mais caras, porém muito mais confortáveis, de se visitar o Coliseu.

Para ver áreas como o subsolo e o terceiro anel, é necessário comprar o ingresso que dá esse acesso, mas, além de mais caro, deve ser comprado com maior antecedência. O tour especial comporta apenas 25 pessoas por vez e só é liberado em determinadas épocas do ano. Assim como o “Coliseu by Night”, que é um tour realizado durante a noite, chama a atenção pela beleza das luzes no local, mas talvez seja mais indicado para quem já pôde conhecer durante o dia.

A entrada para esse tour está em um portão diferente a do passeio comum e o ingresso é vendido pela internet e apresentado na portaria Stern, em frente à Via Labicana, e está identificada nas placas por “Gate Stern”. O horário determinado para a chegada é de até 10 minutos antes do início do passeio, então é importante chegar bem cedo.

É preciso ficar atento, pois no local muitos guias independentes abordam turistas oferecendo o serviço, mas o único meio oficial informado para a compra dos ingressos é pela internet. Não vale a pena arriscar.

Os ingressos podem ser encontrados por sites como os das empresas CoopCulture e Tiqets. Os ingressos comprados para os tours especiais do Coliseu são válidos também para passeios por outros pontos turísticos próximos, no mesmo dia ou no dia seguinte, com prazo de até 48 horas.

Como chegar

O Coliseu fica a poucos metros de uma estação de metrô
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O Coliseu fica a poucos metros de uma estação de metrô

O mais indicado é ir de transporte público e, como sempre, chegar cedo. O Coliseu está no centro de Roma, ao lado do Fórum Romano e do Monte Palatino, do outro lado da rua está a estação Colosseo, da Linha B (Azul) do metrô da cidade. Saindo da estação, basta atravessar a rua, não há como se perder.

O horário de funcionamento do Coliseu é das 8h30 da manhã até às 19h30 e funciona todos os dias da semana. Ingressos a partir de R$ 103,19 incluindo a visita ao Coliseu, o Fórum e o Palatino.

Caso a opção seja fazer o tour comum, nos pontos de venda estão disponíveis guias em áudio e vídeo que podem ajudar muito os turistas e, independentemente de qual passeio seja feito, é sempre importante ir com roupas confortáveis e levar protetor solar.

Fonte: IG Turismo

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