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Destino dos famosos: esquie pelas montanhas de Aspen

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Anitta, Juliana Paes e Ivete Sangalo
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Anitta, Juliana Paes e Ivete Sangalo


Aspen é uma das cidades mais congelantes da região central dos Estados Unidos , que fica no Colorado, cujas montanhas da região lembram os alpes suíços da Europa. Tudo isso chamou a atenção de artistas famosas como Anitta, Juliana Paes e Ivete Sangalo, que visitam com frequência o local. 

O clipe “Loco”, de Anitta, foi gravado por lá! Apesar de fora do Youtube, o destino começou a ser procurado neste ano por conta da música e pelas fotos da cantora no destino. Além do luxo e da neve, o local pode oferecer muitas oportunidades de diversão e o iG Turismo reuniu dicas incríveis para quem deseja tirar o casaco grosso do armário e curtir a paisagem branca. 

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Como chegar em Aspen?

Anitta e Mariah se encontraram em Aspen
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Anitta e Mariah se encontraram em Aspen

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Para visitar Aspen, não tem muito segredo: na maior parte do ano tem neve e frio, já que a região é montanhosa e fica no centro dos Estados Unidos. Só no verão que a neve fica mais difícil de ser vista, por conta do calor. Para chegar a Aspen, o turista tem três opções: pegar um voo até Denver, capital do Colorado e seguir de táxi até o local, ir até Denver e continuar em um ônibus até Aspen ou pegar um voo de Denver até o aeroporto de lá. 

Saindo de São Paulo para Denver, a passagem sai em média R$ 4,7 mil. Já de Recife, apesar de mais próximo, aumenta para R$ 10 mil. Lembrando que os Estados Unidos seguem sem receber brasileiros a turismo, ao menos por enquanto, por causa da pandemia de Covid-19. 

Onde se hospedar em Aspen?

Aspen tem diversas opções de hospedagem
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Aspen tem diversas opções de hospedagem

Como a maioria dos destinos, se hospedar vai da sua opção de conforto. O turista pode fazer como Ivete Sangalo e se hospedar em uma casa que custa R$ 8 mil a diária (isso em 2016), ou procurar por hotéis de 3 estrelas com média de R$ 932 a diária, ou de 5 estrelas com R$ 2,2 mil a diária. 

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O que fazer em Aspen?

Anitta em Aspen
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Anitta em Aspen

A cidade é famosa por ser um destino para fazer esportes na neve, como esqui e snowboard. Com quatro montanhas — Snowmass, Aspen Mountain, Aspen Highlands e Buttermilk –, o viajante pode praticar os esportes na neve, como esqui. Caso não tenha habilidade para tal, também há espaços para iniciantes e avançados. 

Além disso, Aspen conta com um amplo setor de lazer, com lojas, restaurantes com vistas para as montanhas e o famoso teleférico, que leva o turista ao topo das montanhas, onde é possível ver paisagens incríveis e esquiar. Se visitar no verão, pode curtir festivais, um clima mais quente e o calor do sol. O visitante pode fazer trilhas, passeios de bicicleta ou de balão nas nuvens, já que o céu abre nesta época.

Fonte: IG Turismo

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Casal viaja com as duas filhas de Kombi e descobre as paisagens do Brasil

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Casal com duas filhas viaja o Brasil de Kombi
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Casal com duas filhas viaja o Brasil de Kombi


Ter um motor home, trailer e até reformar uma kombi para sair viajando por aí é o sonho de muitas pessoas . Desde o começo da pandemia, a procura por este tipo de veículo aumentou, pois muitas pessoas pensaram em passar o isolamento viajando com segurança . Este foi o pontapé inicial para finalmente se mudar para a kombi reformada há algum tempo para a psicóloga Ana Laura Taveura, de 31 anos, e do criador de conteúdo digital Emmanuel Kuboyama Bomfim, de 32, que juntos têm duas filhas (Manuela de oito e Carolina de dois anos).

Desde dezembro de 2020, a família viaja pelo Brasil em sua kombi reformada com as próprias mãos, com exceção da pintura, feita pela artista e tatuadora Lara . O veículo comprado em 2019 passou pelas mais diversas reformas para chegar na sua forma atual.


Franca: onde tudo começou

O casal morava com as filhas em Franca, a 400 km de São Paulo, e eles estão juntos desde adolescência, completando 15 anos de união entre namoro e casamento. A primeira filha (Manu) veio logo depois da celebração, quando estavam com 21 anos, e há dois anos Carolina chegou para completar o time junto com a Kombi.

Ana conta que a  Expedição Varekai – nome que eles batizaram o projeto de reformar, viajar e viver no veículo – começou como uma brincadeira, enquanto Emmanuel ainda trabalhava com artefatos de couro e ela atendia como psicóloga clínica. A ideia era usar o veículo apenas em acampamentos até que eles começaram a pesquisar e descobriram a possibilidade de viver viajando. “A gente viu que isso poderia dar certo para nós, virar um trabalho ou tirar um ano de trabalho, conhecer algumas opções. Então começamos a montar esse sonho de viver um tempo como nômades”, conta a psicóloga.

Investimento

Entretanto, o casal chegou em um ponto das pesquisas em que perceberam que não seria financeiramente possível manter uma casa fixa. Assim, eles venderam a residência em Franca e foram morar de aluguel enquanto reformavam a Kombi. “A gente pegou uma parte da grana, investimos nessa viagem agora, no nosso trabalho de construção de conteúdo e agora a gente tava pensando em investir essa outra parte”, explica Ana.

Só para a reforma da Kombi, eles gastaram cerca de R$ 25 mil. Talvez o gasto fosse maior se eles não tivessem feito tudo.

“Nós estávamos nos nossos antigos empregos, então a gente trabalhava e, no fim de semana, montava ela com as nossas próprias mãos. Fizemos tudo: marcenaria, hidráulica, elétrica, tudo. Investimos em torno de R$ 25 mil, com móveis, elétrica, placa solar, caixa d’água… A kombi é realmente nossa casa, então a gente tem cama, cozinha, sala, armários, guarda-roupa. Nós temos tudo lá dentro, mas de uma forma muito reduzida. Então, a gente tem uma cama de casal, que dorme, eu, Emmanuel e Carolina e a gente tem uma cama de solteiro, que montamos em cima do nosso sofá e geladeira, para Manu dormir”, detalha Ana.

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Mudando a rota

A família começou fazendo pequenas viagens e observando que era possível, sim, viver dentro da kombi. Então eles começaram a planejar o percurso que iam fazer pela América do Sul, começando por Ushuaia, na Argentina, e subir até à Colômbia, onde voltariam para o Brasil para viajar por dentro do país. Porém a pandemia fez eles pausarem não só os planos de viagem e mudança para a Kombi, como os fez ficarem em Franca por mais meio ano morando de aluguel.

Assim, eles pensaram em fazer o caminho inverso, começando pelo Brasil, percorrendo todo o litoral, mas a família acabou indo para o Tocantins e, desde então, eles não traçam mais rotas, apenas observam o que está próximo e se estão com vontade de conhecer.

“A gente tem consciência que o turismo está prejudicado agora e que tem coisas que realmente não podemos fazer e não fazemos, pois temos consciência dos riscos. Então evitamos ao máximo as aglomeração e de depender de outras estruturas, como ficar em uma pousada que é algo que não precisamos. Nós dormimos em postos de gasolina, ficamos só nós, a gente pega ponto de apoio que não precisa ter contato com outras pessoas”, conta a matriarca.

E as crianças?

“A maior dificuldade até agora foi lidar com a falta da rede de apoio. Esse é o maior perrengue da nossa viagem. Nós viemos de famílias que sempre estiveram muito perto da gente e, de repente, a gente se viu lidando com elas 24 horas por dia, sete dias por semana, em um espaço de 3 m², no máximo. Então, foi algo que foi difícil para nós. Hoje, essa é a nossa maior dificuldade, com certeza, maior perrengue”, relata ela.


Ela também comenta que para a filha mais nova, alguns dias são mais difíceis, porque desde seu nascimento a família já se mudou de casa três vezes. De forma geral, a pequena reconhece a Kombi como sua casa. Já Manu, a primogênita, sente saudades da família e algumas vezes pede para voltar para casa, outras apenas vive o momento e aproveita a viagem intensamente.

 Atualmente o casal investe em produzir conteúdo digital no Instagram da Expedição Varekai , onde o maior responsável pelo trabalho é Emmanuel, enquanto Ana ainda faz alguns atendimentos on-line como psicóloga.

Fonte: IG Turismo

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