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Estação de esqui Portillo é um dos destinos prediletos para se divertir na neve

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Turistas se divertem em estação de esqui em Portillo, no Chile
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Turistas se divertem em estação de esqui em Portillo, no Chile

Por ser um país tropical, o Brasil não tem neve, o que deixa as pessoas ainda mais curiosas para conhecer a imensidão gelada na época mais fria do ano. Um dos locais prediletos dos turistas praticantes do esqui é a Estação de Portillo, que fica no Chile, a 3 mil metros acima do nível do mar, no meio dos picos nevados da Cordilheira dos Andes. Longe de qualquer cidade mais urbanizada, o viajante tem a oportunidade de curtir uma viagem sem estresses e aglomeração de pessoas.

Esta é a estação de esqui mais antiga da América Latina e comemorou 70 anos em 2019. Portillo também é considerado um dos melhores locais para praticar o esporte porque conta com uma infraestrutura completa para receber os turistas por um período de um dia, um fim de semana ou até por mais tempo. 

Ao todo, são 35 pistas para todos os níveis de esquiadores e snowboarders, 14 meios de elevação e uma ampla área fora de pista. Ali também há uma escola de esqui e snowboard, com todos os professores certificados, que estão habituados a receber alunos completamente inexperientes, sejam eles adultos ou crianças a partir de três anos. 

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Portillo não possui uma loja para alugar as roupas mais quentinhas para aprender a esquiar, então é preciso levar para o local ou alugar em Santiago, caso o turista esteja partindo da capital chilena. 

Como chegar?

Para quem está saindo de São Paulo, por exemplo, em direção a Santiago, o preço da passagem (ida e volta) custa a partir de R$ 3,7 mil. Para chegar a Portillo, o turista terá de alugar um carro ou pegar um transfer, pois o único caminho possível é de carro. Ao todo, o motorista encontra pela frente 32 curvas e, por conta disso, esse trecho é conhecido como Caracoles. 

O que há para conhecer?

Bem perto dali também é possível conhecer a Laguna del Inca, um lago na região de Valparaíso, Chile, perto da fronteira com a Argentina. A estação está localizada no extremo sul do lago, perto da Rota 60 do Chile. O riacho que drena o lago é um afluente do rio Juncalillo, que deságua no rio Juncal. 

A porção de água gelada tem 4 km² de superfície e 370 m de profundidade. No inverno, as águas chegam a ficar congeladas e, no verão, o espaço é tomado por pescadores e pessoas passeando de caiaque.

Existe uma lenda local muito antiga que diz que uma princesa Inca morreu tragicamente há poucos dias do seu casamento, caindo de um penhasco, e foi enterrada na região onde se encontra o lago. Com essa tragédia, o noivo, o guerreiro Illi Yupanqui, chorou muito pela morte da amada e as lamentações dele podem ser ouvidas até hoje em determinadas noites.

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Onde se hospedar?

Portillo possui um hotel com 123 quartos, todos com vista para a Laguna del Inca ou para o vale onde fica o resort. A temporada de inverno 2021 começa em breve, com descontos promocionais de quase 30% de desconto para hospedagens nas temporadas 2021, 2022 e 2023 de neve.

Cada voucher de US$ 500 equivale a US$ 700, e cada hóspede pode comprar até cinco, o que significa uma economia de até US$ 1.000, o equivalente a pouco mais de R$ 5 mil. Já os vouchers de US$ 1.000 representam um crédito de US$ 1.400, e podem ser adquiridos até três por pessoa – uma economia de até US$ 1.200.

A utilização pode ser até 23 de setembro de 2023, em qualquer uma das fases das temporadas (baixa, média e alta), e vale exclusivamente para desconto no valor total da hospedagem. 

Se o lema é economizar, o turista pode ir para a cidade de Las Cuervas, do outro lado da fronteira, já na Argentina, e dormir no Portezuelo del Viento – Hostel de Montaña, que tem preços mais acessíveis. Uma diária no local em dormitório compartilhado custa, em média, R$ 50. A Pousada Hospedaje Leñas del Tolosa, na mesma cidade argentina, tem quartos duplos com diárias a partir de R$ 152.

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Fonte: IG Turismo

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Inverno na praia: 10 atrações para curtir o Litoral Norte de São Paulo

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Praia do Cedro, Ubatuba
Guilherme Andrade/Viagem e Turismo

Praia do Cedro, Ubatuba


Há quem associe o Litoral Norte de São Paulo apenas ao verão, afinal o que não faltam são opções de praias e cenários paradisíacos para aproveitar a estação mais quente do ano. Com a chegada do inverno, que coincide com a temporada de férias, as cidades da região apostam no ecoturismo e cultura para atrair turistas que buscam por diversão em contato com a natureza. 

O presidente interino do Circuito Litoral Norte de São Paulo, Gustavo Monteiro, afirma que o inverno é a estação perfeita para curtir o Litoral Norte. “São atrações diferenciadas, que conectam o entretenimento à natureza de uma forma segura e sem multidões”, explica. 

Por isso, o iG Turismo indica 10 atrações para curtir o inverno no Litoral Norte de São Paulo, sempre seguindo as tendências de turismo sustentável.

Bertioga

Trilha d’Água em Bertioga
Divulgação/Tudo em Bertioga

Trilha d’Água em Bertioga


Rica em diversidade, Bertioga tem rios e cachoeiras que encantam os amantes da natureza e é o destino ideal para trilhas ecológicas. Destacam-se principalmente as trilhas do Parque Estadual da Restinga de Bertioga (PERB), uma unidade de conservação do Estado de São Paulo criada em 2010.

A Trilha d’Água, localizada no bairro Mangue Seco, permite conhecer o processo de mudança da vegetação de Mata Atlântica preservada, passando pelo manguezal, restinga, mata paludosa, de encostas e ombrófila densa e ainda possui atrativos culturais, como a passagem pela linha do bondinho da Usina Itatinga e a ponte de ferro do Rio Guaxanduva.

Já a Trilha do Vale Verde, de fácil acesso, é perfeita para crianças e pessoas idosas, atravessando áreas de restinga e de proteção ambiental do rio Itapanhaú, até chegar a um grande poço com uma pequena praia. A trilha do Guaratuba, por sua vez, é a mais visitada do parque e é cercada por riachos, poços, cachoeiras e pequenas praias naturais.

Nesse roteiro, é possível encontrar grande diversidade de vegetação, como florestas paludosa, de restinga e submontana, além de animais nativos, cores e formas. É ótima também para estudos do meio, atividades de educação ambiental, passeio, ciclismo, corridas e muito mais.

Caraguatatuba

Pedra da Freira
Reprodução/Nova Imprensa

Pedra da Freira


Nessa temporada de inverno, vale a pena fazer um roteiro pelos principais atrativos histórico-culturais de Caraguatatuba. O passeio, feito à pé pelo centro da cidade, visita lugares como o museu e o Santuário de Santo Antônio e, além disso, percorre os principais mirantes locais como o Morro Santo Antônio, com seus 325 metros de altitude (a subida pode ser feita à pé ou de carro dependendo das normas e decretos atuais). 

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Mirantes da Orla, onde também está a Pedra da Freira. Os moradores contam que, de acordo com a lenda, a tal freira era apaixonada por um pescador e todos os dias esperava ele voltar do mar com seus peixes. Um dia, ele não retornou da pescaria e ela teria virado pedra de tanto esperar pelo seu amado. Pela manhã, com maré baixa, é possível acessar pedras que formam pequenas piscinas naturais. 

Ilhabela

Ilhabela
Reprodução/Ilhabela.com.br

Ilhabela


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Em geral, o inverno é o período de montanhismo pela menor incidência de chuvas. Dessa forma, a Trilha do Pico do Baepi é um atrativo bastante recomendado nessa época do ano. Com nível de dificuldade difícil e percurso de 7,4 km (contando ida e volta), a trilha está no interior do Parque Estadual de Ilhabela, sendo uma das mais procuradas pelos ecoturistas que apreciam caminhadas mais desafiadoras.

Antes do primeiro quilômetro, há um belo mirante com vista panorâmica do Canal de São Sebastião, de onde se avista o Parque Estadual da Serra do Mar, os municípios de Ilhabela, São Sebastião e Caraguatatuba, além de ilhas como as do Arquipélago dos Alcatrazes, protegidas pela Estação Ecológica de Tupinambás. 

A caminhada se inicia em área aberta e logo adentra a Mata Atlântica. A flora e a fauna vão mudando conforme a altitude e o clima do ambiente, até chegar ao pico, com 1048 metros de altitude e uma vista 360° da ilha. A trilha atravessa uma área de grande importância para a conservação, pois ali vivem espécies raras e frágeis. É necessário o acompanhamento de monitor ambiental credenciado e não é possível realizar a visita em dias de chuva ou chuva de véspera. 

Outra opção é a observação de baleias e golfinhos. Com um litoral formado por ilhas, ilhotes e parcéis, o Arquipélago de Ilhabela abriga 11 espécies de cetáceos que frequentam a região ao longo do ano. A espécie que mais se destaca é a baleia-jubarte, famosa por seus saltos e cantos. Na cidade, elas estão de passagem e costumam ser mais vistas entre os meses de maio e agosto. Historicamente, Ilhabela tem grande ligação com as jubartes, uma vez que entre os séculos 18 e 19, a caça das baleias foi muito praticada localmente, sendo a Praia da Armação um lugar de referência desta atividade. 

Outros locais como o bairro do Borrifos (referência aos borrifos das jubartes) e o Saco do Gibalte (como antigos caiçaras se referiam a estas baleias), próximo ao Bonete, evidenciam a frequente presença desta espécie ao longo de centenas de anos na região. Outra que marca presença em Ilhabela é a baleia-tropical (Byde), podendo ser considerada uma residente. Além das baleias, os golfinhos dão um show no mar. O arquipélago é privilegiado pela presença de sete espécies diferentes. Os que mais encantam com suas acrobacias e simpatia são o golfinho-pintado-do-atlântico e o golfinho-nariz-de-garrafa.

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São Sebastião 

Centro histórico de São Sebastião
Reprodução/Viagens e Caminhos

Centro histórico de São Sebastião


Em São Sebastião, graças à rica biodiversidade, também é possível desfrutar de cachoeiras, trilhas e atividades de aventura. Bairros como Maresias e Boiçucanga oferecem roteiros que interagem e conectam à natureza. 

Exemplos disso são as trilhas dos Mirantes e de Calhetas. A primeira, ligando as praias de Maresias e Paúba, é curta, tem fácil acesso e leva até o Costão da Paúba, local ideal para a prática de rapel com dez metros de altura. Enquanto a segunda percorre um trajeto de cerca de 25 minutos até a deserta praia de Calhetas, que conta com um visual de areias brancas e águas cristalinas, além de mirantes e uma cachoeira (onde também é possível fazer rapel). 

Outro destaque do local é o Circuito de cachoeiras Ribeirão de Itu. Formado por três cachoeiras, o completo situa-se em Boiçucanga, no Núcleo de São Sebastião do Parque Estadual da Serra do Mar. Com nível moderado de dificuldade, o percurso segue entre rio e mata, levando até as quedas: da Hidromassagem (900 metros), da Pedra Lisa (1 km) e Samambaiaçu (1,2 km). 

Ubatuba

Ilha Anchieta, em Ubatuba
Reprodução

Ilha Anchieta, em Ubatuba


O Parque Estadual da Serra do Mar (Núcleo Picinguaba) é responsável pela conservação de 80% da área territorial do município e é composto por aproximadamente 47 mil km² de fascinante beleza. O trecho de Ubatuba abriga e protege o mais completo ecossistema e um dos únicos Núcleos que preserva desde o topo da serra até a orla marítima. Com o grande objetivo de conservação, o Núcleo Picinguaba desenvolve inúmeras pesquisas e principalmente programas de conscientização. 

Assim, dentro do parque, é possível encontrar vasto roteiro ecológico monitorado por profissionais formados pelo próprio programa. Existem passeios para todos os gostos, idades e objetivos, podendo ser cultural, ecológico ou turístico, com a opção de praias, serra, cachoeiras, mangue e mar. Existem também comunidades tradicionais, gastronomia e artesanato dentro do atrativo. 

Já na Ilha Anchieta se encontra um ambiente insular, o famoso e reconhecido internacionalmente PEIA (Parque Estadual da Ilha Anchieta). Segunda maior ilha do Litoral Norte de São Paulo, com 828 hectares, ela traz em seu passado marcas da história que contribuiu para a formação do país. Além disso, a bela paisagem não só conta com uma porção da Mata Atlântica, mas também com sete praias e grande extensão de costões rochosos em meio às águas cristalinas, muito utilizadas para mergulho.

Além das belezas naturais, o visitante também encontra trilhas interpretativas guiadas e autoguiadas, as ruínas do antigo presídio e sua história. É possível visitar essa riqueza por meio de um passeio de lancha ou escuna.

Fonte: IG Turismo

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