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Homem morre ao cair de brinquedo em parque de diversões em Orlando

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Um funcionário do parque de diversões Icon Park, em Orlando, nos Estados Unidos, morreu na última segunda-feira (14) ao cair de um brinquedo. Ele estava realizando uma vistoria na StarFlyer, uma torre com quase 140 metros de altura e cadeiras giratórias, quando ocorreu a queda.

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Reprodução/Instagram

Funcionário morre ao cair de brinquedo de parque de diversões em Orlando

De acordo com o canal local Fox35, ele tinha 21 anos de idade e se chamava 
Jacob David Kaminsky. A porta-voz do corpo de bombeiros, que foi chamado para realizar o resgate, disse que ainda “há discrepâncias sobre como ocorreu a queda” e que ainda não é possível saber de qual altura ele caiu. 

John Stein, diretor de marketing e vendas da atração, disse ficou abalado com o acontecimento. “É um choque e nós todos ficamos tristes sempre que há um acidente ou algo dessa natureza. É extremamente triste, mas nós estamos nos mantendo firmes e ajudando uns aos outros”, declarou.

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Fonte: IG Turismo

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United Airlines escala apenas comissárias loiras e é processada

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United Airlines


A United Airlines está sendo processada após alegações de que estaria escalando apenas mulheres jovens, brancas e loiras como comissárias em voos fretados para a Liga de Futebol Americano (NFL). O processo é movido por duas funcionárias veteranas que acusam a companhia de discriminação ao Tribunal Superior da Califórnia. 

Segundo as duas profissionais, a tripulação mais velha está sendo impedida de operar em alguns voos. Além disso, a companhia estaria escolhendo as equipes com base em “atributos raciais e físicos, e noções estereotipadas de fascínio sexual”.

Uma reportagem do jornal norte-americano The Washington Post revelou que o processo foi movido por Kim Guillory, uma funcionária negra da United Airlines desde 1992, e por Sharon Tesler, que se identifica como judia e trabalha na empresa desde 1986. As duas dizem que a “designação de comissários de bordo para voos fretados organizados por dezenas de equipes esportivas profissionais e universitárias nos Estados Unidos é baseada inteiramente e ilegalmente em idade, raça e ancestralidade, sexo e aparência fisica”. Elas também disseram que a companhia criou uma “cultura de trabalho na qual a discriminação, o assédio e a retaliação criaram raízes e floresceram”.

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Ainda segundo as duas comissárias, elas tentaram se inscrever várias vezes para o atendimento em voos da NFL, mas não foram selecionadas sob alegação de que a equipe de bordo estava reservada para uma lista preferencial composta por mulheres jovens e brancas. Nos EUA, ao contratar um serviço de voo fretado, o cliente opta por contratar um conjunto de comissários dedicados especialmente escolhido para o voo ou seguir com a tripulação disponível no momento. As reclamantes alegam que a United estaria incentivando os clientes a escolher a primeira opção.

Resposta da Uniter Airlines

A companhia afirmou que os clientes de voos fretados têm a liberdade de escolher em uma lista de comissários e que a empresa tem o dever de atender ao pedido do contratante. Além disso, a United disse também que tem orgulho de seu histórico de diversidade, equidade e inclusão. 

“É importante ressaltar que a elegibilidade do comissário de bordo para trabalhar em um voo fretado é baseada exclusivamente no desempenho e na frequência e não tem nada a ver com idade, raça ou sexo”, disse a empresa em nota. 

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Fonte: IG Turismo

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