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Influencer indica 6 lugares para relaxar e aproveitar os cenários de Brasília

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A influenciadora digital Jéssica Cardoso é de Brasília e conta quais são os melhores lugares para relaxar na cidade
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A influenciadora digital Jéssica Cardoso é de Brasília e conta quais são os melhores lugares para relaxar na cidade

Estruturas arquitetônicas monumentais, importantes sedes da política brasileira e parques de belas paisagens naturais. Essas são apenas algumas das maravilhas abarcadas pela cidade de Brasília, capital brasileira que completou 61 anos em 2021 . O destino doméstico é histórico e dono de cenários emblemáticos — também podendo ser uma ótima opção de lugar para relaxar.


Inaugurada em 1960 durante a gestão do presidente Juscelino Kubitschek, Brasília foi toda planejada tendo como fio condutor a arquitetura modernista. Isto porque foi Oscar Niemeyer, expoente do ramo no país, quem planejou toda cidade, tornando-a conhecida pelos elegantes prédios brancos e cheios de curvas.

A influenciadora digital Jéssica Cardoso, que soma mais de 3,5 milhões de seguidores no Instagram, nasceu em Brasília e conta ao iG Turismo que tem uma forte conexão afetiva com a cidade. Além dos pontos turísticos brasilienses já consagrados da cidade, como a fachada do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal, ela explica que a cidade também pode render momentos de tranquilidade e descompressão.

“Alguns desses lugares já são conhecidos, outros não, mas é para lá que a gente vai para ver a paisagem e se acalmar. São lugares que me trazem paz e que têm uma vista muito bonita, não só do céu e da paisagem, mas também da estrutura planejada de cada cantinho”, esclarece Jéssica.

Para apresentar esse lado mais calmo de Brasília, a influenciadora seleciona 6 lugares de encher os olhos que todo turista precisa conhecer, seja para admirar a vista ou para conseguir eternizar os momentos com belas fotografias.

1. Pontão do Lago Sul

O Pontão do Lago Sul é um complexo de lazer que está situado ao longo do Lago Paranoá, um lago artificial que tem mais de um século. O local oferece um forte clima litorâneo por oferecer uma alta de bares e restaurantes, além de shows, exposições, feirinhas e apresentações esportivas.

Localizado na região do Lago Sul, é possível fazer o acesso a pé ou de lancha — há quatro píeres que recebem visitantes no local. O preço que se gasta varia de acordo com o consumo e as atividades realizadas pelos visitantes.

Esse ponto do Lago recebe todos os tipos de públicos, principalmente quem quer relaxar ao longo do dia e praticantes de esportes radicais náuticos, como wakeboard e windsurf. Os praticantes oferecem um show à parte, já que é possível ficar admirando as manobras. Tente passar tempo o suficiente para estar no Pontão no fim da tarde. Jéssica explica o motivo: “É onde você vai ver o melhor pôr do sol da sua vida”.

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De lá, o turista ainda pode desfrutar de vistas privilegiadas do Lago Paranoá e até da famosa Ponte Juscelino Kubitschek, que interliga o Lado Sul ao Plano Piloto. Os arcos monumentais simbolizam o movimento que as pedras fazem ao quicar na água. “Toda vez que eu passo lá de carro fico louca, ainda mais à noite com as luzes da ponte e das estrelas. É linda demais”, conta Jéssica.

2. Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida

A Catedral é um dos cartões postais da cidade e uma das catedrais mais bonitas de todo Brasil . Jéssica explica que a relação íntima dela com o local vem de muitos anos. Isto porque ela testemunhou diversos casamentos que aconteceram ali como daminha de honra. Inaugurada em 1970 na região da Esplanada dos Ministérios, a estrutura hiperbolóide da Catedral é composta por 16 arcos de concreto que resultam em um design esplendoroso e altamente revolucionário — definição que perdura até os dias de hoje.No período da noite, a Catedral fica iluminada e se destaca na paisagem.

Em seu interior, vitrais panorâmicos pintados por Di Cavalcanti recriam a Via Sacra (caminho percorrido por Jesus antes de ser crucificado). Os vitrais vão mudando de cor de acordo com a posição do Sol. Dão o tom angelical às três esculturas de bronze em formato de anjos, que ficam penduradas no teto. A construção rendeu a Niemeyer o Prêmio Pritzker, considerado o Nobel da arquitetura, em 1988. O acesso é gratuito.

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3. Centro Cultural Banco do Brasil – Brasília

O CCBB de Brasília é sediado pelo Edifício Tancredo Neves
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O CCBB de Brasília é sediado pelo Edifício Tancredo Neves

O CCBB de Brasília é um dos quatro espalhados pelo Brasil e não pode faltar no roteiro dos turistas amantes das artes e da arquitetura. Isto porque o centro cultural está situado dentro do Edifício Tancredo Neves, uma estrutura de concreto com grandes janelões arredondados de vidro espelhado e um vão livre enorme.

Em segundo lugar, devido à curadoria do espaço, que traz exposições e mostras do mundo inteiro. “Tenho uma amiga que trabalhava lá e, por isso, eu ia nas exposições quase toda semana. Sempre via uma exposição mais diferente que a outra”, diz a influenciadora sobre sua ligação com o espaço.

O prédio fica no Trecho 2 do Setor de Clubes Sul, próximo à Ponte Juscelino Kubitschek. O acesso ao espaço é gratuito, mas pode conter áreas pagas a depender da exposição.

4. Ecoparque Villa Giardini

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O belo espaço do Villa Giardini é muito conhecido por receber comemorações de casamento. Foi assim que Jéssica o conheceu, aliás, já que foi onde sua irmã se casou. No entanto, o Ecoparque pode ser visitado para experimentar um requintado chá da tarde cercado de natureza e belas construções. A vegetação do Cerrado foi mantida e preservada para oferecer ao visitante uma experiência de contemplação e contato com a natureza de forma artística e intensa. O Chá da Villa oferece uma experiência intimista e até romântica em ocasiões especiais, como lua de mel, aniversário ou até encontro entre amigos.

A degustação, que pode ser feita tanto ao ar livre, em uma sala de chás ou no gazebo, pode variar entre fondue, chá com comidinhas veganas e até piquenique. O mais legal é que a experiência é vivida sempre no momento do pôr-do-sol, para que os participantes possam apreciar a vista em meio às flores e aos ipês. A reserva precisa ser feita com até um mês de antecedência pelo site oficial do Ecoparque Villa Giardini.

5. Nova Nicolândia

Brasília tem vez para turistas aventureiros que adoram se jogar nas atrações de parques de diversões. A Nova Nicolândia é um parque a céu aberto e se assemelha com o clima do famoso Píer de Santa Bárbara, na Califórnia. “Eu tenho uma alma de criança e adoro visitar esse parque. Sempre vou nos brinquedos e me divirto horrores”, conta a influenciadora.

O parque possui tanto atrações familiares como as mais radicais, contando com montanha-russa, cataclismas, casa do terror, barco viking até o nostálgico carrinho bate-bate. A Roda Gigante de Nicolândia também é um dos pontos ideais para ver não só um pôr-do-sol inesquecível, como grande parte de Brasília do alto. Jéssica conta que a atmosfera do parque o torna um lugar instagramável. “Adoro fazer fotos no carrossel ou na frente de outras atrações”.

Localizado no estacionamento do Parque da Cidade Sarah Kubitschek, o parque oferece combos de ingresso para uma até quatro pessoas, com custos de R$ 79,99, R$ 99,99, R$ 129,99 e R$ 139,99, respectivamente.

6. Praça dos Cristais

Aqui, a arquitetura se mescla com a paisagem natural brasiliense para criar um cenário um tanto similar a pinturas ilusionistas. Jéssica explica que a Praça Cívica, como também é conhecida, é um ponto da cidade que oferece ao visitante momentos totalmente voltados à contemplação, além de ser extremamente instagramável.

Os grandes cristais de concreto foram desenhados pelo arquiteto Burle Marx em parceria de seu pupilo Haruyoshi Ono. Marx afirmou ter se inspirado em cristais que ele mesmo viu em viagem para Cristalina, em Goiânia. A praça está na frente do Setor Militar Urbano.

Arrematam a vista a diversidade de plantações nativas do Cerrado. A Praça dos Cristais é tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), acontecimento que preservou ainda mais a obra, acrescentando iluminações coloridas, diversidade de peixes e consertando os espelhos d’água.

Fonte: IG Turismo

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Coliseu de Roma: arena era palco para combates mortais há quase 2 mil anos

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O Coliseu é o ponto turistico mais conhecido do mundo
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O Coliseu é o ponto turistico mais conhecido do mundo

Ainda que agora seja apenas uma mera concha, o Coliseu se mantém como o maior legado arquitetônico da Roma Antiga. Nos últimos anos, aparatos modernos como elevadores foram instalados para permitir aos visitantes observar o que sobrou das ruínas. Ao lado do Vaticano, o Coliseu é o maior ponto turístico de toda a Itália e, desde 2007, é considerado uma das sete maravilhas do mundo moderno,  assim como o Cristo Redentor, no Brasil.

O local atrai cerca de 7 milhões de turistas todos os anos, em 2018, o Coliseu chegou a bater o recorde de 7,6 milhões de pessoas, segundo dados do Ministério Italiano, chegando a ser considerado o ponto turístico mais famoso do mundo.

A história do Coliseu

Interior do Coliseu durante tour
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Interior do Coliseu durante tour

Construído entre os anos de 72 e 80 d.C., por ordem do imperador Flávio Vespasiano, que decidiu erguer a arena no mesmo local onde ficava um antigo palácio de Nero, que o antecedeu. Com a morte de Flávio em 79, o anfiteatro foi inaugurado pelo filho mais velho, Tito Flávio César Vespasiano Augusto, que nomeou o local como “Anfiteatro Flaviano”, em homenagem ao pai.

A estreia do Anfiteatro Flaviano se deu em uma batalha que durou cerca de 100 dias, a estimativa é que tenham morrido centenas de pessoas (gladiadores) e cerca de 5 mil animais ferozes, geralmente leões trazidos de colônias italianas na África para os combates na enorme arena de 85 por 53 metros. Um camarote próximo à arena era destinado ao imperador de Roma, que era reverenciado pelos gladiadores antes dos espetáculos – segundo os romanos da época: “Salve, César! Aqueles que irão morrer te saúdam”. Como curiosidade, Tito morreu apenas um ano depois da inauguração, aos 41 anos.

No geral, as arquibancadas acomodavam cerca de 50 mil pessoas, até que uma reforma futura adicionou um andar a mais, passando a acomodar 90 mil pessoas, 10 mil a mais que o estádio do Maracanã atualmente. O nível de classe do público determinava o local onde se sentariam, sendo que os mais abastados ficavam em locais com melhor visão da arena.

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O nome Coliseu só passou a ser usado séculos depois, a teoria é que tenha sido já no século 11 tendo como inspiração o Colosso de Nero, uma estátua de bronze de 35 metros de altura que ficava ao lado. Além dos duelos, teorias não comprovadas dizem que o Coliseu chegou a ser usado também para o sacrifício de cristãos que eram perseguidos pelos romanos, os quais seriam jogados para os animais. A estimativa é de cerca 500 mil pessoas e um milhão de animais tenham sido mortos em batalhas.

O Coliseu foi usado como palco para as lutas até o ano de 404, quando o imperador Flávio Honório proibiu os combates entre gladiadores definitivamente. Nos anos seguintes, o lugar chegou a ser usado como um simulador de batalhas navais, sendo inundado completamente por meio de um reservatório que estocava água da chuva.

Com o passar dos séculos objetos de decoração e até parte da estrutura do Coliseu começaram a ser furtadas e usadas como ornamento para igrejas católicas, entre ela a famosa Basílica de São Pedro, no Vaticano.

No decorrer dos séculos, grandes batalhas e até terremotos foram deteriorando toda a construção, levando o Coliseu a se tornar apenas uma lembrança do que já foi um dia. As ruínas do Coliseu estão abertas ao público e podem ser visitadas de diversas formas.

Para visitar o Coliseu

Se tratando de um dos pontos mais procurados de toda a Itália, não é de se admirar que o visitante encontrará filas enormes por todo o caminho. É extremamente indicado – e inevitável – que se compre os ingressos com grande antecedência (assim que o lote é disponibilizado para venda), pois os melhores se esgotam muito rápido.

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Além do ingresso, é importante que o turista faça um bom reconhecimento do local com alguma antecedência (com o Google Maps, por exemplo) para não depender apenas da sinalização e de funcionários em pontos de informação, que podem ser bem confusos e escassos.

Uma alternativa para evitar filas é por meio da compra do Roma Pass,  um cartão que dá acesso rápido a determinadas partes, mas essa é uma dica “não tão boa assim”, já que muitas pessoas também compram o mesmo passe e acabam gerando uma nova fila em outro local. O preço médio do Roma Pass é de R$ 206, para dois dias, e R$ 335, para três dias, além do Coliseu, o cartão dá acesso a museus e monumentos, e descontos para uso limitado em transporte público, entre outros benefícios.

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Para fugir da fila

Além dos passeios comuns, que dão acesso a algumas áreas do Coliseu, como o térreo e o segundo anel, para um grupo de cerca de 3 mil pessoas, há outras opções mais caras, porém muito mais confortáveis, de se visitar o Coliseu.

Para ver áreas como o subsolo e o terceiro anel, é necessário comprar o ingresso que dá esse acesso, mas, além de mais caro, deve ser comprado com maior antecedência. O tour especial comporta apenas 25 pessoas por vez e só é liberado em determinadas épocas do ano. Assim como o “Coliseu by Night”, que é um tour realizado durante a noite, chama a atenção pela beleza das luzes no local, mas talvez seja mais indicado para quem já pôde conhecer durante o dia.

A entrada para esse tour está em um portão diferente a do passeio comum e o ingresso é vendido pela internet e apresentado na portaria Stern, em frente à Via Labicana, e está identificada nas placas por “Gate Stern”. O horário determinado para a chegada é de até 10 minutos antes do início do passeio, então é importante chegar bem cedo.

É preciso ficar atento, pois no local muitos guias independentes abordam turistas oferecendo o serviço, mas o único meio oficial informado para a compra dos ingressos é pela internet. Não vale a pena arriscar.

Os ingressos podem ser encontrados por sites como os das empresas CoopCulture e Tiqets. Os ingressos comprados para os tours especiais do Coliseu são válidos também para passeios por outros pontos turísticos próximos, no mesmo dia ou no dia seguinte, com prazo de até 48 horas.

Como chegar

O Coliseu fica a poucos metros de uma estação de metrô
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O Coliseu fica a poucos metros de uma estação de metrô

O mais indicado é ir de transporte público e, como sempre, chegar cedo. O Coliseu está no centro de Roma, ao lado do Fórum Romano e do Monte Palatino, do outro lado da rua está a estação Colosseo, da Linha B (Azul) do metrô da cidade. Saindo da estação, basta atravessar a rua, não há como se perder.

O horário de funcionamento do Coliseu é das 8h30 da manhã até às 19h30 e funciona todos os dias da semana. Ingressos a partir de R$ 103,19 incluindo a visita ao Coliseu, o Fórum e o Palatino.

Caso a opção seja fazer o tour comum, nos pontos de venda estão disponíveis guias em áudio e vídeo que podem ajudar muito os turistas e, independentemente de qual passeio seja feito, é sempre importante ir com roupas confortáveis e levar protetor solar.

Fonte: IG Turismo

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