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Juntei as moedas e fui viajar: conheça a história de quem realmente fez isso

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planejamento para viajar pode ser um pouco difícil, já que as contas e despesas cotidianas podem acabar com os planos de conhecer lugares diferentes. Mas a cabeleireira de Santos Rosangela Gomes, de 50 anos, teve uma ideia revolucionária para viajar: juntar moedas.

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Reprodução/Rosangela Gomes

Rosangela está preparando a terceira viagem pagando em moedas

Em entrevista ao iG Turismo ela contou que passava pela dificuldade de parar e guardar um dinheirinho para viajar. Até que um dia teve uma ideia. “Eu vendo sacolé, chup-chup. Inspirada em outras pessoas, resolvi juntar as moedas das vendas para viajar. Tinha um cofre e resolvi guardar moedas de R$ 1 real e R$ 0,50”, diz.


Em um ano Rosângela conseguiu juntar dinheiro suficiente para pagar metade de uma viagem de cruzeiro de 6 dias Rio-Santos-Balneário Camburiú. “Nessa primeira vez pensei que viagem não havia feito. O cruzeiro era um dos meus sonhos. Conversei com uma amiga da agência que ela trabalha e ela topou trocar as moedas. Paguei a minha parte (R$3 mil) em moedas”, conta.

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Reprodução/Rosangela Gomes

Rosangela avisa para a agência de viagens para que se preparem para a contagem


Rosangela diz que a primeira vez que levou as moedas para a agência foi um pouco assustador, mas que agora até movimenta o comércio da região. “Três pessoas contaram as moedas, os funcionários se assustaram com a quantidade, mas adoraram. Hoje eu aviso que vou lá e o gerente já avisa para comerciantes da rua que eu irei comprar uma viagem. Dessa vez o dono de uma padaria pegou as moedas para troco”, diz rindo.

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No mesmo ano, ela conseguiu juntar mais moedas e pagar três passagens aéreas de ida e volta para Buenos Aires. “Fui visitar minha amiga e levei meu marido e minha mãe. Paguei tudo em moedas e foi incrível, pois eu não sabia quanto tinha na hora e deu certinho para as passagens”, afirma.

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Reprodução/Rosangela Gomes

Rosangela junta as moedas e foca no destino que quer, abatendo por completo ou não o valor


Na terceira vez, Rosangela comprou uma viagem completa para o Nordeste. “Juntei as moedas e consegui abater R$2 mil de uma viagem para mim e para meu marido para Porto de Galinhas. Vou pagar pela estadia de 8 dias, com café da manhã e voo R$1.250! A satisfação maior é pagar com troco, parece que a viagem saiu quase de graça, não sentimos no orçamento”, diz.

Além do troco que rendeu três viagens, Rosangela também foi chamada para participar do programa Encontro com Fátima Bernardes. “No fim das contas, fiz 4 viagens com as moedas. Nesta, fui contar para ela como consegui juntar também. Visitei o Rio por 4 dias sem pagar nada, graças às moedas”, conta.

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Ela também dá uma dica para quem sonha em viajar, mas acha que não tem condições financeiras. “Se você quiser viajar e não consegue, faça um projeto de moedas. O maior problema é que a gente põe outras coisas na frente e esquece da passagem, mas se você coloca as moedas como projeto, eu acho satisfatório juntar e saber que estou naquele lugar por conta das moedas”, afirma.

Fonte: IG Turismo

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Casal vende casa para viver dentro de um ônibus com os filhos e dois cachorros

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Casal vende casa para viver dentro de um ônibus com os filhos e dois cachorros
Caters News

Casal vende casa para viver dentro de um ônibus com os filhos e dois cachorros


Kym Mansfield, 29, e seu marido Dean, 33, venderam sua casa para morar em um ônibus com seus dois filhos e dois cachorros. Eles até começaram a caçar carne para cortar custos, e Dean, que é eletricista, muitas vezes trabalha em troca de um peças gratuitas para o ônibus. Enquanto isso, Kym largou seu emprego como corretora de seguros em sua cidade natal, Karratha, Austrália. Hoje ela ensina seus filhos Delilah, 4, e Zarrad, 9, em casa

“Inicialmente, planejamos esperar que as crianças terminassem a escola e se mudassem antes de viver fora da rede. Mas então, Dean e eu perdemos muitos entes queridos em um curto período de tempo, então decidimos simplesmente fazer isso. Compramos o ônibus Mercedes O305 1980 na Gumtree por £ 21.000 (cerca de R$ 130 mil) e o transformamos em uma casa. Eu não conseguia me imaginar voltando para a nossa vida antes”, conta Kym.

“Conhecemos muitas pessoas incríveis em nossas viagens pela Austrália, há toda uma comunidade de famílias que viajam. Amamos nossa liberdade e não queremos ser amarrados a um trabalho das 9h às 17h novamente”, relata Kym. 

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“O ônibus, que antes servia para transportar pessoas para estações de trem, passou a ter um banheiro com banheira e ducha, além de uma cozinha com forno, quatro fogões e um frigorífico. Há uma área de estar, quarto e beliches para as crianças, juntamente com um sofá-cama perto do banco do motorista”, explica Kym. 

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“Temos 2,6 kW de energia solar, o que significa que não temos que pagar por energia ou água, pois nosso ônibus tem capacidade para 700 litros de água potável, o que economiza muito dinheiro. Dean e Zarrad caçam cabras, coelhos e já tentaram um veado esquivo. Eles também pegam peixes para a alimentação da família”, diz Kym

Os Mansfield mudaram para a vida de van há dois anos, e Kym disse que eles não conhecem mais a rotina e levam uma “vida muito barata”. Anteriormente, o casal gastaria o equivalente a £ 2.650 (cerca de R$ 16 mil) por mês em hipotecas e contas. Agora que a dupla abraçou a vida de van, suas despesas mensais chegam a £ 635 (cerca de R$ 3 mil) por mês com combustível, alimentação e acomodação.

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A maior parte do dinheiro que o casal gasta todos os meses vai para comida, com £ 300 (R$ 1 mil) retirados do orçamento para alimentar a família e seus cães, Boris e Maggo. Eles enchem o tanque de combustível a cada 500 km.

Quanto às crianças, Kym disse que a maior parte do trabalho escolar é feito durante longas viagens. “Zarrad escreve em seu diário todos os dias e depois fazemos aulas de matemática enquanto tomamos o café da manhã”, explicou ela.

“Mas estamos mais focados em mostrar-lhes o mundo e ensinar-lhes habilidades para a vida. Temos o costume de inserir a matemática na vida cotidiana. Por exemplo, pedimos que calculem a distância de um destino a outro. Nenhum deles tem um telefone celular ou tablet, somos bem antiquados. Temos uma pequena TV no ônibus, mas ela só é ligada uma vez a cada quinze dias”, termina. 

Fonte: IG Turismo

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