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Se inspire com estas viajantes e caia na estrada na sua própria companhia

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Praticamente todo mundo ama viajar, seja com o mozão ou com a família. Mas que tal viajar sozinho? Além de ser uma ótima forma de aproveitar a própria companhia, todos os passeios são planejados para apenas uma pessoa, tendo experiências bem diferentes.

viajar só
Arquivo pessoal/Thaís Mayume

Viajar só pode ser algo diferente e uma experiência incrível


A caso da editora Thaís Mayume conta que começou a viajar sozinha pela liberdade. “Parece até egoísmo, mas sempre tive essa ideia quando viajava com alguém. Quando estou só, tenho liberdade de trocar passeios, de decidir se vou para uma praça ou museu”, diz.

Thaís diz que se permetir é o melhor nessas viagens. “É se permitir conhecer lugares novos e pessoas novas, quando se está só você, acaba conhecendo mais gente porque fica mais sociável”, aponta.

Juliana Muncinelli, mais conhecida nas redes por Juzao, teve a primeira vontade de começar a viajar sozinha quando foi para a Disney pela primeira vez. “Fui com meus chefes do segundo estágio que fiz, em 2008. Peguei o gosto pela viagem ali, mas em viagens à trabalho eu aproveitava para passear sozinha antes de reuniões e tal. Foi aí que comecei a planejar e pensar na possibilidade de fazer uma viagem 100% sozinha”, diz.

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Arquivo pessoal/Juliana Muncinelli

Juliana, ou juzao nas redes viaja sozinha há anos


Ela estava em Nova York para produzir um comercial da empresa que trabalhava e aproveitou uma folga para passear. “Nossa, a sensação de liberdade foi maravilhosa! De não precisar esperar pelos outros ou por uma necessidade específica, nem uma oportunidade. Eu posso criar essa oportunidade”. Ela diz que sua primeira viagem sozinha mesmo foi para Montevidéu, no Uruguai, quando aproveitou uma promoção. “Essa viagem me desbloqueou para outras”, diz Juliana.


Thaís conta que começou com um pequeno bate e volta. “A primeira vez que viajei sozinha foi pra prestar vestibular fora de SP. Parece bobo, mas foi incrível”, afirma. Ela diz que como mulher, há sempre um receio dobrado, principalmente com o risco de assédio. Mas Thaís indica observar com atenção os lugares.

“Nunca tive problemas em minhas viagens, mas é necessário ser mais detalhista, observar melhor os lugares. Medo mesmo eu senti mesmo quando errei um caminho em Salvador à noite e acabei atravessando uma comunidade. Tirando isso, foi tranquilo”, diz.

Outra dica que ela dá é ver as avaliações dos lugares em sites especializados em viagem e as experiências de outras mulheres. “Faça um roteiro, leia sobre as experiências de outras mulheres no local, tenha sempre um plano B”, aponta. 

viajando sozinha
Arquivo pessoal/Thaís Mayume

O local mais recomendado por Thaís é Alter do Chão, no Pará


Mas mesmo sozinha, perrengues acontecem

Pode ocorrer de muitos te desmotivarem, mas são problemas que acontecem. “Essa sensação de ficar sozinha, de passar por inseguranças, acontece. Mas são riscos que eu quis correr e sentir o momento comigo mesma era algo maior do que os perigos. Alguns riscos temos que correr sim”, diz Juliana.

Outra coisa que ela aponta é o preço. “Você não tem com quem dividir as contas, como o táxi, a hospedagem ou restaurante. Outro perrengue que eu passei foi de querer tirar uma foto e não conseguir, mas eu resolvi isso com um tripé para celular e controle. Até timer uso”, aponta Juliana.

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Arquivo pessoal/Juliana Muncinelli

Com um tripé e controle, Juliana consegue tirar fotos sozinha sem problemas

Thaís diz que estar sozinha pode trazer alguns perrengues. “O maior perrengue é que eu não me sinto segura pra fazer determinadas coisas sozinhas por ser mulher. Um exemplo pegar carona, carregar suas malas, ficar de olho se não estão te enganando”, diz. 

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Na viagem mais longa, ela diz que a maior barreira foi linguística, mas os pontos positivos falaram mais alto. “A grande viagem sozinha mesmo foi pra Cuba. E foi incrível, mesmo com alguns problemas com a língua e o planejamento de rodar pela ilha além de Havana. A sensação era de liberdade plena, com um bom gosto de rum”, afirma rindo.

Quais os melhores lugares para começar a viajar?

Que tal começar pelo Brasil? Thaís indica começar pelo Pará. “Mais precisamente Alter do Chão. É um lugar tranquilo e lindo, as pessoas são cordiais e há muito o que conhecer por lá. Porém, o lugar em que me senti mais tranquila foi Cuba. O índice de estupro lá é bem baixo, vc consegue andar sozinha em qualquer horário”, aponta.

Juliana indica Capitólio em Minas Gerais para começar a viajar. “É bom pois é um ambiente muito jovem, com rolês de barzinhos e baladas, mas também tem a natureza. Outro legal é Paraty, que também tem essa sensação gostosa de natureza e bares”, diz. Na América do Sul, ela indica Montevidéu, Buenos Aires e Machu Picchu.

“Nova York é ótimo também, fácil de andar e de encontrar passeios legais. Na Europa visitei o Leste Europeu e é mais complicado. Fiquei 20 dias e foi muito legal apesar da dificuldade”, diz.

Fonte: IG Turismo

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Casal vende casa para viver dentro de um ônibus com os filhos e dois cachorros

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Casal vende casa para viver dentro de um ônibus com os filhos e dois cachorros
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Casal vende casa para viver dentro de um ônibus com os filhos e dois cachorros


Kym Mansfield, 29, e seu marido Dean, 33, venderam sua casa para morar em um ônibus com seus dois filhos e dois cachorros. Eles até começaram a caçar carne para cortar custos, e Dean, que é eletricista, muitas vezes trabalha em troca de um peças gratuitas para o ônibus. Enquanto isso, Kym largou seu emprego como corretora de seguros em sua cidade natal, Karratha, Austrália. Hoje ela ensina seus filhos Delilah, 4, e Zarrad, 9, em casa

“Inicialmente, planejamos esperar que as crianças terminassem a escola e se mudassem antes de viver fora da rede. Mas então, Dean e eu perdemos muitos entes queridos em um curto período de tempo, então decidimos simplesmente fazer isso. Compramos o ônibus Mercedes O305 1980 na Gumtree por £ 21.000 (cerca de R$ 130 mil) e o transformamos em uma casa. Eu não conseguia me imaginar voltando para a nossa vida antes”, conta Kym.

“Conhecemos muitas pessoas incríveis em nossas viagens pela Austrália, há toda uma comunidade de famílias que viajam. Amamos nossa liberdade e não queremos ser amarrados a um trabalho das 9h às 17h novamente”, relata Kym. 

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“O ônibus, que antes servia para transportar pessoas para estações de trem, passou a ter um banheiro com banheira e ducha, além de uma cozinha com forno, quatro fogões e um frigorífico. Há uma área de estar, quarto e beliches para as crianças, juntamente com um sofá-cama perto do banco do motorista”, explica Kym. 

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“Temos 2,6 kW de energia solar, o que significa que não temos que pagar por energia ou água, pois nosso ônibus tem capacidade para 700 litros de água potável, o que economiza muito dinheiro. Dean e Zarrad caçam cabras, coelhos e já tentaram um veado esquivo. Eles também pegam peixes para a alimentação da família”, diz Kym

Os Mansfield mudaram para a vida de van há dois anos, e Kym disse que eles não conhecem mais a rotina e levam uma “vida muito barata”. Anteriormente, o casal gastaria o equivalente a £ 2.650 (cerca de R$ 16 mil) por mês em hipotecas e contas. Agora que a dupla abraçou a vida de van, suas despesas mensais chegam a £ 635 (cerca de R$ 3 mil) por mês com combustível, alimentação e acomodação.

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A maior parte do dinheiro que o casal gasta todos os meses vai para comida, com £ 300 (R$ 1 mil) retirados do orçamento para alimentar a família e seus cães, Boris e Maggo. Eles enchem o tanque de combustível a cada 500 km.

Quanto às crianças, Kym disse que a maior parte do trabalho escolar é feito durante longas viagens. “Zarrad escreve em seu diário todos os dias e depois fazemos aulas de matemática enquanto tomamos o café da manhã”, explicou ela.

“Mas estamos mais focados em mostrar-lhes o mundo e ensinar-lhes habilidades para a vida. Temos o costume de inserir a matemática na vida cotidiana. Por exemplo, pedimos que calculem a distância de um destino a outro. Nenhum deles tem um telefone celular ou tablet, somos bem antiquados. Temos uma pequena TV no ônibus, mas ela só é ligada uma vez a cada quinze dias”, termina. 

Fonte: IG Turismo

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