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Tem até agência de correio! 7 pontos turísticos submersos espalhados pelo mundo

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Molinere Underwater Sculpture Park, um museu de esculturas, é um dos pontos turísticos submersos mais impressionantes do mundo
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Molinere Underwater Sculpture Park, um museu de esculturas, é um dos pontos turísticos submersos mais impressionantes do mundo

O fundo do mar abriga tantos mistérios e segredos que a humanidade ainda não descobriu tudo o que existe sobre ele. Nos últimos anos,  pontos turísticos submersos foram descobertos ou até mesmo criados para atrair turistas para este mundo.

O iG Turismo selecionou algumas das mais inusitadas  maravilhas turísticas que estão debaixo d’água, sendo a maioria delas visitáveis, para você colocar na sua lista.


Molinere Underwater Sculpture Park, no Caribe


O Molinere Underwater Sculpture Park foi inaugurado em 2006 na baía de Moliner, em Granada, país da região do Caribe . Trata-se de uma área com 16 esculturas submersas que retratam a vida naquela região, bem como a sensação de solidão.

As obras foram esculpidas pelo artista britânico Jason de Caires Taylor e todas foram feitas com cimento e uma superfície texturizada que permite o crescimento de corais sobre elas. Por esse motivo, as estátuas são sustentáveis e criam cenários submersos esplendorosos.

De acordo com o Tripadvisor, um passeio realizado ao museu e a outra baía próxima, Flamingo Bay, por 4 horas, com lanche, bebidas e equipamentos de mergulho incluídos, sai em torno de R$ 450 (US$ 82,06) por adulto. As companhias de viagem geralmente montam excursões que envolvem, além do passeio ao museu submerso, alguns mergulhos em corais de outras regiões e baías próximas. Nesses casos, tanto o preço como o tempo de visita podem variar.

Agência de Correio Subaquática, em Vanuatu


Já imaginou como seria enviar um cartão postal diretamente do fundo do mar? Essa é a proposta da agência de correios localizada na Hideaway Island, uma das ilhas de Vanuatu, país da Oceania que fica a 1.600 km da Austrália.

O posto fica a 3 metros da superfície e a 50 metros da costa da ilha. O horário de funcionamento é todo detalhado para os turistas e locais em uma placa à beira-mar. Além disso, sempre existe uma boia flutuante bem em cima do local do posto de correio quando um funcionário está presente.

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Porto Real, na Jamaica


Porto Real não é apenas a cidade fictícia da série “Game Of Thrones” , mas é também uma das cidades mais importantes da história da Jamaica. No século 17, o local era conhecido como a cidade mais rica e próspera do país, mas ao mesmo tempo tinha fama de ter uma aura de perversão, já que atraía piratas e negócios considerados obscuros.

Em 1692, a região sofreu um terremoto que abalou a estrutura abaixo da cidade e, depois, foi totalmente inundada por um tsunami. No entanto, diversas estruturas e até mesmo navios inteiros estão preservados, alguns praticamente intactos.

Porto Real está a 12 metros abaixo do mar da região chamada hoje de Sunken Pirate City. Por se tratar de uma cidade histórica de grande valor arqueológico, os  turistas que desejam visitar a localidade precisam de uma autorização governamental.

Prisão Rummu, na Estônia


Quem curte incluir no roteiro lugares mais sinistros pode gostar da ideia de mergulhar debaixo da prisão Rummu, no município de Vasalemma Parish, na Estônia. O local foi um campo soviético que funcionou na década de 1930, mas foi inundado por um lago e precisou ser desativado. Boa parte da torre onde funcionava o quartel ainda é visível fora d’água, mas a parte submersa preserva celas e labirintos.

A prisão Rummu está dentro de uma propriedade privada, o que por si só já dificulta o acesso. Mergulhadores profissionais afirmaram que a área não é segura para explorar devido aos pedaços de concreto, metal e árvores, que podem causar danos ao turista. Por esse motivo, o lago possui um histórico de afogamentos e pessoas que se lesionaram.

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Poseidon Undersea Resort, em Fiji


Luxo, aventura e deslumbre se unem nas acomodações e áreas comuns do Poseidon Undersea, resort cinco estrelas submerso a 12 metros de profundidade no Oceano Pacífico, em uma ilha particular no Fiji. O local é o primeiro  hotel subaquático do mundo e despertou interesse e curiosidade por proporcionar uma experiência única aos turistas amantes do universo subaquático.

Neste que é um dos pontos turísticos submersos mais curiosos do mundo, é possível acordar e dormir com a visão dos passeios de cardume, corais e rochas marinhas, já que a cobertura de acrílico dos 48 bangalôs 24 suítes têm transparência de 70%. As opções de lazer também impressionam, já que o local conta com spa, um luxuoso restaurante, sala de estudo e até mesmo capela!

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No entanto, seu funcionamento é um mistério. Há quem diga que o local está sempre lotado desde 2008 e que, por dificuldades estruturais, ele nunca chegou a abrir! No entanto, estima-se que para passar uma semana no resort, seja necessário desembolsar R$ 82 mil (US$ 15 mil).

A Cidade do Leão ou Shi Cheng, na China


Uma das cidades mais antigas da China , Shi Cheng, localizada na província de Zhejiang, foi propositalmente inundada. Conhecida como Cidade do Leão, foi construída no primeiro século depois de Cristo e era o centro político e econômico mais importante da província. A inundação aconteceu muito tempo depois, em 1959, para a construção de uma usina hidrelétrica chamada Xinanjiang.

Em 2002, foi descoberto que muito da arquitetura e da estrutura da cidade ficaram preservados debaixo do lago artificial que foi criado. Lá, é possível ver esculturas, palácios imperiais intactos, túmulos de imperadores e sedes imperiais. Nos detalhes e ornamentos, estão esculturas de leões, considerados os guardiões das entradas desses locais; daí vem o apelido da cidade.

Operadoras de turismo da Ásia oferecem passeios e excursões de mergulho para conhecer Shi Cheng, que está localizada abaixo do lago Qiandao, a 400 km de Shanghai e bem perto da Montanha Wu Shi. Estão disponíveis pacotes de três dias de mergulho por R$ 2 mil (2.480 yuans renminbis chineses), incluindo acomodações, alimentação e equipamento, e passeios pela região sem fazer o mergulho, por R$ 1,6 mil (1.980 yuans).

Red Sea Star Restaurant, em Israel


Um dos pontos turísticos submersos mais românticos do mundo está localizado na cidade de Eilat, no sul de Israel e bem no Mar Vermelho. Trata-se do Red Sea Star Restaurant, um  restaurante e bar no fundo do mar que permite se deslumbrar com a vista subaquática e se deliciar com um cardápio exclusivamente selecionado. A estrutura em formato de estrela, inaugurada em 1998, está localizada em meio aos corais a 5 metros de profundidade.

Lá dentro, estão disponíveis 62 janelões que dão direto para o fundo do mar, onde é possível contemplar as profundezas do Mar Vermelho enquanto se degusta um cardápio variado de frutos do mar. No período da noite, existe uma iluminação fraca que acende os corais sem agredi-los, deixando o ambiente ainda mais apaixonante.

Fonte: IG Turismo

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Casal viaja com as duas filhas de Kombi e descobre as paisagens do Brasil

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Casal com duas filhas viaja o Brasil de Kombi
Reprodução/Instagram

Casal com duas filhas viaja o Brasil de Kombi


Ter um motor home, trailer e até reformar uma kombi para sair viajando por aí é o sonho de muitas pessoas . Desde o começo da pandemia, a procura por este tipo de veículo aumentou, pois muitas pessoas pensaram em passar o isolamento viajando com segurança . Este foi o pontapé inicial para finalmente se mudar para a kombi reformada há algum tempo para a psicóloga Ana Laura Taveura, de 31 anos, e do criador de conteúdo digital Emmanuel Kuboyama Bomfim, de 32, que juntos têm duas filhas (Manuela de oito e Carolina de dois anos).

Desde dezembro de 2020, a família viaja pelo Brasil em sua kombi reformada com as próprias mãos, com exceção da pintura, feita pela artista e tatuadora Lara . O veículo comprado em 2019 passou pelas mais diversas reformas para chegar na sua forma atual.


Franca: onde tudo começou

O casal morava com as filhas em Franca, a 400 km de São Paulo, e eles estão juntos desde adolescência, completando 15 anos de união entre namoro e casamento. A primeira filha (Manu) veio logo depois da celebração, quando estavam com 21 anos, e há dois anos Carolina chegou para completar o time junto com a Kombi.

Ana conta que a  Expedição Varekai – nome que eles batizaram o projeto de reformar, viajar e viver no veículo – começou como uma brincadeira, enquanto Emmanuel ainda trabalhava com artefatos de couro e ela atendia como psicóloga clínica. A ideia era usar o veículo apenas em acampamentos até que eles começaram a pesquisar e descobriram a possibilidade de viver viajando. “A gente viu que isso poderia dar certo para nós, virar um trabalho ou tirar um ano de trabalho, conhecer algumas opções. Então começamos a montar esse sonho de viver um tempo como nômades”, conta a psicóloga.

Investimento

Entretanto, o casal chegou em um ponto das pesquisas em que perceberam que não seria financeiramente possível manter uma casa fixa. Assim, eles venderam a residência em Franca e foram morar de aluguel enquanto reformavam a Kombi. “A gente pegou uma parte da grana, investimos nessa viagem agora, no nosso trabalho de construção de conteúdo e agora a gente tava pensando em investir essa outra parte”, explica Ana.

Só para a reforma da Kombi, eles gastaram cerca de R$ 25 mil. Talvez o gasto fosse maior se eles não tivessem feito tudo.

“Nós estávamos nos nossos antigos empregos, então a gente trabalhava e, no fim de semana, montava ela com as nossas próprias mãos. Fizemos tudo: marcenaria, hidráulica, elétrica, tudo. Investimos em torno de R$ 25 mil, com móveis, elétrica, placa solar, caixa d’água… A kombi é realmente nossa casa, então a gente tem cama, cozinha, sala, armários, guarda-roupa. Nós temos tudo lá dentro, mas de uma forma muito reduzida. Então, a gente tem uma cama de casal, que dorme, eu, Emmanuel e Carolina e a gente tem uma cama de solteiro, que montamos em cima do nosso sofá e geladeira, para Manu dormir”, detalha Ana.

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Mudando a rota

A família começou fazendo pequenas viagens e observando que era possível, sim, viver dentro da kombi. Então eles começaram a planejar o percurso que iam fazer pela América do Sul, começando por Ushuaia, na Argentina, e subir até à Colômbia, onde voltariam para o Brasil para viajar por dentro do país. Porém a pandemia fez eles pausarem não só os planos de viagem e mudança para a Kombi, como os fez ficarem em Franca por mais meio ano morando de aluguel.

Assim, eles pensaram em fazer o caminho inverso, começando pelo Brasil, percorrendo todo o litoral, mas a família acabou indo para o Tocantins e, desde então, eles não traçam mais rotas, apenas observam o que está próximo e se estão com vontade de conhecer.

“A gente tem consciência que o turismo está prejudicado agora e que tem coisas que realmente não podemos fazer e não fazemos, pois temos consciência dos riscos. Então evitamos ao máximo as aglomeração e de depender de outras estruturas, como ficar em uma pousada que é algo que não precisamos. Nós dormimos em postos de gasolina, ficamos só nós, a gente pega ponto de apoio que não precisa ter contato com outras pessoas”, conta a matriarca.

E as crianças?

“A maior dificuldade até agora foi lidar com a falta da rede de apoio. Esse é o maior perrengue da nossa viagem. Nós viemos de famílias que sempre estiveram muito perto da gente e, de repente, a gente se viu lidando com elas 24 horas por dia, sete dias por semana, em um espaço de 3 m², no máximo. Então, foi algo que foi difícil para nós. Hoje, essa é a nossa maior dificuldade, com certeza, maior perrengue”, relata ela.


Ela também comenta que para a filha mais nova, alguns dias são mais difíceis, porque desde seu nascimento a família já se mudou de casa três vezes. De forma geral, a pequena reconhece a Kombi como sua casa. Já Manu, a primogênita, sente saudades da família e algumas vezes pede para voltar para casa, outras apenas vive o momento e aproveita a viagem intensamente.

 Atualmente o casal investe em produzir conteúdo digital no Instagram da Expedição Varekai , onde o maior responsável pelo trabalho é Emmanuel, enquanto Ana ainda faz alguns atendimentos on-line como psicóloga.

Fonte: IG Turismo

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