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Viajantes mudam a rotina e compartilham vida a bordo de motorhome na web

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Casais viajam pelo Brasil e pelo mundo e compartilham a vida com seguidores pelas redes sociais
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Casais viajam pelo Brasil e pelo mundo e compartilham a vida com seguidores pelas redes sociais

Uma tendência vem despontando entre os brasileiros desde o início da pandemia, principalmente entre os jovens casais: a vida em um motorhome. É a materialização do sonho de trocar uma rotina comum em grandes cidades para viver a experiência de desbravar novos horizontes sobre rodas. Em lugar do home office emerge o termo road office. Mas mesmo com o pé na estrada, os jovens autodenominados “nômades digitais” encontram uma maneira de empreender – e se manter – vendendo produtos e cursos, além de documentar o seu cotidiano de maneira leve e divertida por meio das plataformas digitais. Afinal, o lema dessa geração, que já nasceu conectada, é: “meu destino é onde o wi-fi está”.

E exemplos do crescimento desta tendência podem ser vistos em diversos conteúdos publicados por esses jovens casais no Kwai, app de criação e compartilhamento de vídeos curtos, que tem se destacado por dar voz a esse perfil. Criadores de conteúdo vêm angariando um número crescente de seguidores e fãs na plataforma, que passam os dias curtindo as dicas para se aventurar pelo Brasil e mundo afora, e que buscam entretenimento de qualidade e inspiração para o seu dia a dia.

Conheça a história de três casais que estão bombando

Traveleiros – Laís Sousa e Renan Jereissati

O projeto Traveleiros surgiu por meio do sonho comum de Laís e Renan de compartilhar a vida na estrada e desbravar diferentes destinos
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O projeto Traveleiros surgiu por meio do sonho comum de Laís e Renan de compartilhar a vida na estrada e desbravar diferentes destinos

projeto Traveleiros surgiu por meio do sonho comum de Laís e Renan de compartilhar a vida na estrada e desbravar diferentes destinos para prática de esportes outdoor, conhecer 100 países e passar pelos cinco continentes. Para que a ideia se tornasse realidade, o casal economizou e investiu grande parte do salário reunido nos últimos cinco anos buscando garantir a segurança e o conforto durante essa “viagem em tempo integral”, como preferem chamar.

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A primeira etapa desta road trip começou em meados de 2020, percorrendo todos os estados brasileiros a bordo de um furgão Mercedes Sprinter 1999 que foi adaptado para um motorhome de forma artesanal. O veículo de 6m² abriga sala, quarto, cozinha, banheiro e depósito para guardar os equipamentos dos esportes variados que os dois praticam: mergulho, surfe, stand up paddle, escalada, trekking, ciclismo e acroyoga (combinação de ioga e acrobacias). 

“A finalidade do Traveleiros é levar esse estilo de vida cada vez mais longe e incentivar mais pessoas a viajarem e praticarem esportes outdoor”, revela Renan. Para Laís, a chave do sucesso do projeto é entender o que o público quer saber e assistir: “Produzimos conteúdo para os nossos seguidores – não para nós. Nossa principal rede social hoje é o Kwai, onde conseguimos mais de 1,7 milhão de seguidores em apenas dois meses neste ano, e somos o maior perfil de viagem na plataforma”.

Rotas Recalculadas – Wellington Waltrick e Carina Amâncio

Você viu?

A grande meta da viagem é ir do Ushuaia ao Alaska, quando as fronteiras se abrirem
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A grande meta da viagem é ir do Ushuaia ao Alaska, quando as fronteiras se abrirem

Quem também optou pela liberdade de reunir o essencial e cair na estrada dentro de um motorhome foi o casal da serra catarinense, Wellington Waltrick e Carina Amâncio, que decidiu, literalmente, recalcular a rota da vida em comum em busca de novas paisagens. A dupla disse adeus ao cotidiano pacato e se mudou para a “Van Bulância”, como apelidou seu atual veículo de transporte, abraçando um novo estilo de vida com uma residência móvel, sem endereço fixo e sem previsão de volta. 

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Sob o  nome “Rotas Recalculadas” o projeto tem crescido a cada dia. O casal já visitou belas paisagens em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, seguindo um roteiro que iniciou pelo litoral do Brasil. O plano é passar pelo centro-oeste e seguir em direção ao nordeste do país. A grande meta da viagem é ir do Ushuaia ao Alaska, quando as fronteiras se abrirem, passando por Uruguai e Chile, por exemplo. 

O casal também tem se destacado recentemente como criadores de conteúdo, e viram crescer sua popularidade no app de vídeos, onde conquistaram mais de 48 mil seguidores em apenas um mês, sendo hoje um dos perfis mais relevantes de viagem na plataforma. “Os vídeos curtos são uma grande tendência que o público vem criando e vão se tornar cada vez mais relevantes entre os usuários brasileiros”, prevê Wellington.

Get Outside BR – Alessandro da Cruz e Duda Cardoso

O casal já contabiliza mais de 54 mil seguidores e é um dos perfis de viagem com mais destaque na plataforma
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O casal já contabiliza mais de 54 mil seguidores e é um dos perfis de viagem com mais destaque na plataforma

Alessandro da Cruz e Duda Cardoso formam um casal de advogados de São Paulo que trabalhava em grandes escritórios e resolveu abandonar tudo para ter uma vida sem amarras. Resultado:  desde o início do ano passado eles se deslocam pela América do Sul a bordo de um motorhome de fabricação caseira.

“Não estávamos satisfeitos com o mundo corporativo e, ao mesmo tempo, percebemos o quanto desejávamos dar um sentido diferente para nossas existências”, conta Duda. O casal, então, estruturou o nomadismo digital como um negócio, criando o Get Outside BR. “Abrimos uma empresa e buscamos clientes e parceiros que pudessem se juntar a nós nesse grande projeto e tornar tudo isso viável”, explica Ale.

O casal também viu sua vida se transformar ao virarem criadores de conteúdo. Hoje, já contabiliza mais de 54 mil seguidores e é um dos perfis de viagem com mais destaque na plataforma. “O Kwai oferece um formato descomplicado e dinâmico, além de entregar nosso conteúdo para um número maior de pessoas. Nos vídeos curtos, mostramos nossa vida real, recheada de conquistas, mas também de perrengues, o que tem aproximado as pessoas a se identificarem com nosso estilo de vida”, comemora Duda.

Fonte: IG Turismo

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Esquiar ajuda a amenizar o transtorno de ansiedade, diz estudo

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Esquiar faz bem para tratar a ansiedade
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Esquiar faz bem para tratar a ansiedade

O transtorno de ansidedade é um dos problemas de saúde que mais afetam pessoas no mundo inteiro. Estima-se que existam 264 milhões de pessoas em todos os países sofrendo com este problema, uma média de 3,6% da população mundial, número que pode ser ainda maior após o isolamento social durante a pandemia do coronavírus. 

Por este motivo, cientistas do mundo inteiro têm buscado soluções que ajudem as pessoas a controlarem esse transtorno, principalmente alternativas que fujam do uso de medicamentos. Uma nova pesquisa publicada recentemente no Frontiers in Psychiatry descobriu que os esquiadores tinham um risco quase 60% menor de serem diagnosticados com transtornos de ansiedade, em comparação com os não praticavam este esporte.

Por anos, os especialistas pensaram que a atividade física poderia ajudar a prevenir a ansiedade ou reduzir os sintomas, mas este novo estudo mostrar esses resultados com um pouco mais de detalhes. Os autores analisaram 197.685 suecos que participaram da Vasaloppet, a maior corrida de esqui de longa distância do mundo, entre 1989 e 2010, e os compararam com outras pessoas que não praticaram o esporte. Em seguida, continuou a monitorá-los durante um período de acompanhamento de 10 anos. 

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No geral, os esquiadores tiveram um risco 60% menor de serem diagnosticados com transtornos de ansiedade, independentemente do nível de educação, idade e sexo. De acordo com o site britânico Metro, os pesquisadores também descobriram que a intensidade do exercício também desempenha um papel importante na luta contra a doença e que existem algumas diferenças no resultado do diagnóstico entre homens e mulheres.

O tempo que os esquiadores levaram para terminar a corrida não afetou o risco de transtornos de ansiedade nos homens, mas as esquiadoras de alto desempenho tinham quase o dobro do risco de desenvolver ansiedade, em comparação com as mulheres de baixo desempenho.

No entanto, a autora do estudo, Martina Svensson, aponta que o risco total de ficar ansioso entre essas mulheres de alto desempenho ainda era menor em comparação com as mulheres mais inativas fisicamente na população em geral.

Uma das coisas para fazer na Califórnia durante o inverno americano é aproveitar a neve e esquiar na Mammoth Mountain
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Uma das coisas para fazer na Califórnia durante o inverno americano é aproveitar a neve e esquiar na Mammoth Mountain

“Essas diferenças podem ser pelas respostas fisiológicas ao exercício – ou outros fatores, como preocupações com a aparência (que é mais comumente encontrada entre mulheres que praticam exercícios) e autopercepção do nível de aptidão física, que pode aumentar a ansiedade”, diz.

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As descobertas do estudo fazem muito sentido, considerando que qualquer exercício pode ser uma distração mental de pensamentos preocupantes e faz com que essas endorfinas tão importantes fluam. Da mesma forma, a natureza aumenta a sensação de bem-estar e praticar esportes ao ar livre, como esquiar, pode ser extremamente benéfico para a saúde mental.

Realidade brasileira

No ano passado, a Organização Mundial da Saúde divulgou um dado alarmante que apontou que quase 19 milhões de brasileiros sofrem com o transtorno de ansiedade. Desde 2017, o país tem o maior índice de pessoas essa doença em todo o mundo e, após a pandemia, essa situação só piorou.

Um estudo conduzido pelo Ministério da Saúde avaliou a saúde mental dos brasileiros e, na primeira etapa realizada nos meses de abril e maio, com mais de 17 mil pessoas, o resultado foi mais alarmante: 86,5% dos entrevistados estavam enquadrados em algum tipo de ansiedade patológica.

Infelizmente o Brasil não tem um lugar propício para praticar o esqui, mas bem perto daqui, no Chile, existe uma estação com diferentes tipos de pistas. A Estação de Portillo, que fica a 3 mil metros acima do nível do mar, no meio dos picos nevados da Cordilheira dos Andes, está longe de qualquer cidade mais urbanizada, então o viajante tem a oportunidade de curtir uma viagem sem estresses e em contato com a natureza.

Fonte: IG Turismo

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