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Conheça o Thor Windsport, a mansão sobre rodas para seis pessoas

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Motorhome Thor Windsport na versão 29M oferece conforto para até seis pessoas.
Divulgação

Motorhome Thor Windsport na versão 29M oferece conforto para até seis pessoas.

Se dinheiro não é problema, estamos falando de 190.650 dólares, ou R$ 988 mil em uma conversão direta, para quem quer ter uma vida diferente sem rotinas e com a natureza como aliada, o motorhome Thor Windsport é a solução.

Por este valor, esta mansão sobre rodas ostenta tudo o que está no valor pedido e, para isso, pode oferecer todo o conforto para até seis viajantes, lembrando que a empresa que o fabrica, Thor Motor Coach , oferece até quatro plantas diferentes para as acomodações.

A começar pelo modelo menor 29M , o motorhome mede 9,1 metros de comprimento e 2,5 metros de largura e embora possa ser o menor Windsport oferecido na linha 2023, todas as disposições estrategicamente bem elaboradas o torna bastante espaçoso.

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Segundo a empresa, o exterior do 29M possui um centro de entretenimento com TV e um toldo de 5,4 metros com luzes LED. Há também uma bela cozinha externa completa com frigobar, pia e espaço de armazenamento suficiente.

No teto do motorhome, há duas unidades de ar condicionado que está preparado para energia solar. O interior do Windsport 29M conta com um beliche suspenso com uma rede de segurança que pode acomodar confortavelmente dois adultos.

Mais à frente, há uma lanchonete com dois grandes armários e uma pequena mesa com porta-copos que desce para fazer uma cama, trazendo um espaço a mais para dormir. Ele também tem uma grande TV que fica em um ângulo, que as pessoas podem assistir do sofá.

Em seguida está uma bela cozinha, que inclui todos os aparelhos necessários. Tem uma pia dupla, um fogão a gás de três bocas com forno, micro-ondas e uma geladeira generosa. Inclui inúmeras gavetas e armários com prateleiras ajustáveis.

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O banheiro é compacto, mas comporta armário de remédios, uma pia, um vaso sanitário e um chuveiro. Na parte de trás há um quarto principal com um colchão king-size, um armário, uma cômoda, duas pequenas mesas de cabeceira e alguns armários colocados acima da cama.

Fonte: IG CARROS

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Testamos a gama de eletrificados da Toyota. E até carro a hidrogênio

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Gama completa de eletrificados da Toyota e Lexus mostra as possibilidades de se reduzir as emissões
Guilherme Menezes/ iG Carros

Gama completa de eletrificados da Toyota e Lexus mostra as possibilidades de se reduzir as emissões

A Toyota reuniu modelos para representar todos os níveis de eletrificação que a marca oferece em diferentes países. O único que encontramos no Brasil são os Corolla e Corolla Cross, que são híbridos flex.

Entretanto, pudemos testar também o Prius (que é híbrido plug-in, mas apenas gasolina), o Lexus UX 300e (elétrico, da marca de luxo do grupo Toyota) e o Toyota Mirai , que é um carro elétrico com células de hidrogênio .

A intenção da Toyota é abordar a eletrificação em seus mais diversos níveis, com o entendimento de que cada uma delas tem o seu propósito, dentro das metas globais de sustentabilidade.

Além disso, ressaltam a necessidade de que as emissões de poluentes sejam analisadas não apenas no âmbito do veículo, mas também do restante de toda a cadeia.

Para a fabricante, o etanol — que o Brasil dispõe de forma abundante — é uma fonte energética que oferece muita vantagem competitiva.

Isso porque, além de emitir muito menos partículas de carbono do que a gasolina, um montante considerável de gás carbônico é absorvido pela cana-de-açúcar, enquanto é cultivada. O resultado dessa tese são as versões híbridas do  Corolla  (SUV e sedã).

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O Prius híbrido plug-in não pode rodar com etanol, mas oferece uma vantagem em cima dos Corolla, que é a possibilidade de recarga na tomada de energia. Assim, consegue otimizar ainda mais a autonomia máxima, tanto em modo híbrido, quanto em modo apenas elétrico.

Quanto a este, em nossos testes — no circuito fechado dentro da fábrica da Toyota em Sorocaba (SP) — passamos dos 130 km/h com o Prius, com o motor a combustão desligado.

O próximo passo foi conhecer o SUV compacto elétrico da Lexus . O carro faria muito sentido no Brasil, quando levamos em conta a quantidade de lançamentos que já não trazem mais o motor convencional. Ainda mais quando nos limitamos a analisar o segmento premium.

Tentamos apurar com a Toyota sobre a possibilidade de vinda ao Brasil, só que preferiram não abrir os planos futuros.

O Lexus UX 300e é o mesmo UX 250h , tanto em plataforma, quanto em equipamentos, acabamento e, enfim, todos os outros aspectos. A diferença está no maior tamanho das baterias e do seu motor elétrico, para que entregue até mais desempenho do que a variante híbrida.

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Outro aspecto interessante, ausente em muitos veículos elétricos , é a possibilidade de ligar ou desligar o som artificial que acompanha as acelerações e desacelerações.

Preferimos desligar para, assim, observar os verdadeiros sons dos carros elétricos . Além de um zunido bem baixo (do motor elétrico), o som do vento e da rolagem dos pneus são o que dominam.

Toyota Mirai é tão ecologicamente eficiente, quanto inviável para o Brasil por questões de custos e infraestrutura
Guilherme Menezes/ iG Carros

Toyota Mirai é tão ecologicamente eficiente, quanto inviável para o Brasil por questões de custos e infraestrutura

Por fim, testamos um dos únicos dois carros movidos a hidrogênio que são vendidos no mundo: o Toyota Mirai .

O carro é um sedã de porte grande, abastecido com moléculas de hidrogênio, e as quebra para extrair energia elétrica . Na prática, depois de ocorrer todo esse processo, o Mirai funciona como um carro elétrico convencional. E ele se comporta como tal.

O produto da chamada “eletrólise do hidrogênio” é nada além de vapor d’água. Ele é armazenado em um compartimento que pode ser esgotado manualmente ou automaticamente. O “esgoto”, por sua vez, não é nada nocivo, pois é apenas água pura.

Por que não temos carros a hidrogênio no Brasil? Pois, enquanto não for homologado um método definitivo de fazer a eletrólise do etanol (algo que, há tempos, a Nissan vem desenvolvendo com a USP), abastecer um carro com hidrogênio é completamente inviável.

Segundo a Toyota , o abastecimento completo demora dias e requer uma bomba 700 bar de pressão, que custa US$ 1 milhão, no exterior.

Fonte: IG CARROS

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