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Hyundai antecipa imagens do HB20 da linha 2023 antes da estreia

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Hyundai HB20: nova frente passa a seguir o estilo dos lançamentos mais recentes da Hyundai global
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Hyundai HB20: nova frente passa a seguir o estilo dos lançamentos mais recentes da Hyundai global

 A Hyundai resolve adiantar poucas imagens da linha 2023 do HB20 depois que algumas  imagens do carro acabaram vazando na internet na semana passada. Trata-se de mais uma reestilização do carro, que mudou mais significativamente em 2019.

As imagens divulgadas até agora do Hyundai HB20 2023 mostram a nova identidade da marca com a grade ainda maior em relação ao da ‘segunda geração’ e que causou bastante polêmica em relação à primeira.

Aliás, as versões mais caras do modelo compacto da marca coreana, como de costume, a marca adotará a cada vez mais presente tecnologia de LED, restringindo as mais simples com lâmpadas convencionais. Além disso, o capô recebeu novos vincos, dando uma certa idéia de esportividade.

Na traseira as lanternas têm desenho parecido com as do novo Tucson, unidas por uma barra luminosa de LED
Divulgação

Na traseira as lanternas têm desenho parecido com as do novo Tucson, unidas por uma barra luminosa de LED

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Na parte traseira, a lanterna é inteiriça é o ponto de maior destaque, agora é possível ver o emblema TGDI dando pistas que o hatch manterá o motor 1.0 turbo atual, com injeção direta e capaz de gerar 120 cv e 17,5 kgfm de torque a 1.500 rpm.

Entre as novidades, o painel de instrumentos possui tela 100% digital que concentra recursos como aviso de assistente de colisão em ponto cego e suporte a Apple CarPlay e Android Auto sem o uso de cabos. Outra confirmação pela marca é do assistente de manutenção de faixa, sistema de frenagem autônoma e conectividade Hyundai Bluelink .

Na motorizaçãodo novo Hyundai HB20 da linha 2023 , nenhuma novidade, ou seja, continua o 1.0 aspirado de 80 cv e 10,2 kgfm e o também conhecido 1.0 sobrealimentado, que pode funcionar com câmbio manual de cinco marchas ou automático de seis, dependendo da versão.

Fonte: IG CARROS

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Testamos a gama de eletrificados da Toyota. E até carro a hidrogênio

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Gama completa de eletrificados da Toyota e Lexus mostra as possibilidades de se reduzir as emissões
Guilherme Menezes/ iG Carros

Gama completa de eletrificados da Toyota e Lexus mostra as possibilidades de se reduzir as emissões

A Toyota reuniu modelos para representar todos os níveis de eletrificação que a marca oferece em diferentes países. O único que encontramos no Brasil são os Corolla e Corolla Cross, que são híbridos flex.

Entretanto, pudemos testar também o Prius (que é híbrido plug-in, mas apenas gasolina), o Lexus UX 300e (elétrico, da marca de luxo do grupo Toyota) e o Toyota Mirai , que é um carro elétrico com células de hidrogênio .

A intenção da Toyota é abordar a eletrificação em seus mais diversos níveis, com o entendimento de que cada uma delas tem o seu propósito, dentro das metas globais de sustentabilidade.

Além disso, ressaltam a necessidade de que as emissões de poluentes sejam analisadas não apenas no âmbito do veículo, mas também do restante de toda a cadeia.

Para a fabricante, o etanol — que o Brasil dispõe de forma abundante — é uma fonte energética que oferece muita vantagem competitiva.

Isso porque, além de emitir muito menos partículas de carbono do que a gasolina, um montante considerável de gás carbônico é absorvido pela cana-de-açúcar, enquanto é cultivada. O resultado dessa tese são as versões híbridas do  Corolla  (SUV e sedã).

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O Prius híbrido plug-in não pode rodar com etanol, mas oferece uma vantagem em cima dos Corolla, que é a possibilidade de recarga na tomada de energia. Assim, consegue otimizar ainda mais a autonomia máxima, tanto em modo híbrido, quanto em modo apenas elétrico.

Quanto a este, em nossos testes — no circuito fechado dentro da fábrica da Toyota em Sorocaba (SP) — passamos dos 130 km/h com o Prius, com o motor a combustão desligado.

O próximo passo foi conhecer o SUV compacto elétrico da Lexus . O carro faria muito sentido no Brasil, quando levamos em conta a quantidade de lançamentos que já não trazem mais o motor convencional. Ainda mais quando nos limitamos a analisar o segmento premium.

Tentamos apurar com a Toyota sobre a possibilidade de vinda ao Brasil, só que preferiram não abrir os planos futuros.

O Lexus UX 300e é o mesmo UX 250h , tanto em plataforma, quanto em equipamentos, acabamento e, enfim, todos os outros aspectos. A diferença está no maior tamanho das baterias e do seu motor elétrico, para que entregue até mais desempenho do que a variante híbrida.

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Outro aspecto interessante, ausente em muitos veículos elétricos , é a possibilidade de ligar ou desligar o som artificial que acompanha as acelerações e desacelerações.

Preferimos desligar para, assim, observar os verdadeiros sons dos carros elétricos . Além de um zunido bem baixo (do motor elétrico), o som do vento e da rolagem dos pneus são o que dominam.

Toyota Mirai é tão ecologicamente eficiente, quanto inviável para o Brasil por questões de custos e infraestrutura
Guilherme Menezes/ iG Carros

Toyota Mirai é tão ecologicamente eficiente, quanto inviável para o Brasil por questões de custos e infraestrutura

Por fim, testamos um dos únicos dois carros movidos a hidrogênio que são vendidos no mundo: o Toyota Mirai .

O carro é um sedã de porte grande, abastecido com moléculas de hidrogênio, e as quebra para extrair energia elétrica . Na prática, depois de ocorrer todo esse processo, o Mirai funciona como um carro elétrico convencional. E ele se comporta como tal.

O produto da chamada “eletrólise do hidrogênio” é nada além de vapor d’água. Ele é armazenado em um compartimento que pode ser esgotado manualmente ou automaticamente. O “esgoto”, por sua vez, não é nada nocivo, pois é apenas água pura.

Por que não temos carros a hidrogênio no Brasil? Pois, enquanto não for homologado um método definitivo de fazer a eletrólise do etanol (algo que, há tempos, a Nissan vem desenvolvendo com a USP), abastecer um carro com hidrogênio é completamente inviável.

Segundo a Toyota , o abastecimento completo demora dias e requer uma bomba 700 bar de pressão, que custa US$ 1 milhão, no exterior.

Fonte: IG CARROS

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