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Land Rover relança Defender Works V8 Trophy II por R$ 1,6 milhão

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A Land Rover Classics
Divulgação

A Land Rover Classics “relançou” o original Defender Works V8 Trophy II com algumas atualizações

Encerrada em 2016, a linha Defender é o modelo mais icônico da marca tal como o Fusca é da Volkswagen, o 911 da Porsche e por aí vai… No caso do primeiro, a marca resolveu lançar do seu jipe – modelo clássico que foi todo reestilizado em 2020 – com edições limitadíssimas e motor V8.

Através da divisão Land Rover Classic, o Defender Works V8 Trophy II terá apenas 25 unidades e serão distribuídas entre as carrocerias 90 e 110, acrescentando como novidade a versão pick-up 110 Double Cap.

Para diferenciá-los da “safra” anterior,  trocam o amarelo “Eastnor Yellow” por uma decoração camuflada que ilustra 23 locais por onde o off-road passou, incluindo os do histórico Camel Trophy. Já a cor base é branca “Fuji White” e o teto e capô na tonalidae preta “Narvik Black”. As rodas de liga leve de aro 18’ são pintadas em e acabamento em preto brilhante.

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Fora estes detalhes, a Land Rover Classic não esqueceu de adicionar escada traseira, rack de teto, para-choques dianteiro, guincho e uma barra de LED de 1,27 metros de comprimento no teto. Em vez dos estribos, existem barras de proteção para os rodapés, para protegê-los de qualquer contato com o solo.

Na parte interna, bancos Recaro com estofamento em couro preto e branco que se estende até as portas e painel. A modernidade fica no meio do painel com um sistema de navegação.

Equipados com motor 5.0 V8 com 400 cv de potência e 52,51 kgfm de torque acoplado a uma transmissão automática, de oito marchas e (obviamente) tração nas quatro rodas, o preço de cada unidade será de cerca de 250 mil libras, pouco mais de R$ 1,6 milhão em uma conversão direta.

Fonte: IG CARROS

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Testamos a gama de eletrificados da Toyota. E até carro a hidrogênio

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Gama completa de eletrificados da Toyota e Lexus mostra as possibilidades de se reduzir as emissões
Guilherme Menezes/ iG Carros

Gama completa de eletrificados da Toyota e Lexus mostra as possibilidades de se reduzir as emissões

A Toyota reuniu modelos para representar todos os níveis de eletrificação que a marca oferece em diferentes países. O único que encontramos no Brasil são os Corolla e Corolla Cross, que são híbridos flex.

Entretanto, pudemos testar também o Prius (que é híbrido plug-in, mas apenas gasolina), o Lexus UX 300e (elétrico, da marca de luxo do grupo Toyota) e o Toyota Mirai , que é um carro elétrico com células de hidrogênio .

A intenção da Toyota é abordar a eletrificação em seus mais diversos níveis, com o entendimento de que cada uma delas tem o seu propósito, dentro das metas globais de sustentabilidade.

Além disso, ressaltam a necessidade de que as emissões de poluentes sejam analisadas não apenas no âmbito do veículo, mas também do restante de toda a cadeia.

Para a fabricante, o etanol — que o Brasil dispõe de forma abundante — é uma fonte energética que oferece muita vantagem competitiva.

Isso porque, além de emitir muito menos partículas de carbono do que a gasolina, um montante considerável de gás carbônico é absorvido pela cana-de-açúcar, enquanto é cultivada. O resultado dessa tese são as versões híbridas do  Corolla  (SUV e sedã).

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O Prius híbrido plug-in não pode rodar com etanol, mas oferece uma vantagem em cima dos Corolla, que é a possibilidade de recarga na tomada de energia. Assim, consegue otimizar ainda mais a autonomia máxima, tanto em modo híbrido, quanto em modo apenas elétrico.

Quanto a este, em nossos testes — no circuito fechado dentro da fábrica da Toyota em Sorocaba (SP) — passamos dos 130 km/h com o Prius, com o motor a combustão desligado.

O próximo passo foi conhecer o SUV compacto elétrico da Lexus . O carro faria muito sentido no Brasil, quando levamos em conta a quantidade de lançamentos que já não trazem mais o motor convencional. Ainda mais quando nos limitamos a analisar o segmento premium.

Tentamos apurar com a Toyota sobre a possibilidade de vinda ao Brasil, só que preferiram não abrir os planos futuros.

O Lexus UX 300e é o mesmo UX 250h , tanto em plataforma, quanto em equipamentos, acabamento e, enfim, todos os outros aspectos. A diferença está no maior tamanho das baterias e do seu motor elétrico, para que entregue até mais desempenho do que a variante híbrida.

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Outro aspecto interessante, ausente em muitos veículos elétricos , é a possibilidade de ligar ou desligar o som artificial que acompanha as acelerações e desacelerações.

Preferimos desligar para, assim, observar os verdadeiros sons dos carros elétricos . Além de um zunido bem baixo (do motor elétrico), o som do vento e da rolagem dos pneus são o que dominam.

Toyota Mirai é tão ecologicamente eficiente, quanto inviável para o Brasil por questões de custos e infraestrutura
Guilherme Menezes/ iG Carros

Toyota Mirai é tão ecologicamente eficiente, quanto inviável para o Brasil por questões de custos e infraestrutura

Por fim, testamos um dos únicos dois carros movidos a hidrogênio que são vendidos no mundo: o Toyota Mirai .

O carro é um sedã de porte grande, abastecido com moléculas de hidrogênio, e as quebra para extrair energia elétrica . Na prática, depois de ocorrer todo esse processo, o Mirai funciona como um carro elétrico convencional. E ele se comporta como tal.

O produto da chamada “eletrólise do hidrogênio” é nada além de vapor d’água. Ele é armazenado em um compartimento que pode ser esgotado manualmente ou automaticamente. O “esgoto”, por sua vez, não é nada nocivo, pois é apenas água pura.

Por que não temos carros a hidrogênio no Brasil? Pois, enquanto não for homologado um método definitivo de fazer a eletrólise do etanol (algo que, há tempos, a Nissan vem desenvolvendo com a USP), abastecer um carro com hidrogênio é completamente inviável.

Segundo a Toyota , o abastecimento completo demora dias e requer uma bomba 700 bar de pressão, que custa US$ 1 milhão, no exterior.

Fonte: IG CARROS

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