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Marca espanhola Silence lança scooter elétrico S01+ Connected

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Scooter elétrico tem desenho arrojado, autonomia de 133 km e pode atingir até 100 km/h
Divulgação

Scooter elétrico tem desenho arrojado, autonomia de 133 km e pode atingir até 100 km/h

Com a crescente demanda por veículos cada vez mais práticos, econômicos e amigos da natureza, como é o caso dos elétricos que não poluem, a espanhola Silence vem investindo alto em seus produtos, antenada com as novas tendências do mercado.

A tecnologia do Bluetooth é um exemplo e que está cada vez mais presente. Assim a empresa está lançando para o ano/modelo 2022 o novo modelo principal chamado S01 + Connected , e se diferencia das demais versões pela possibilidade de conectividade com o celular.

Além da S01 + Connected , a Silence que está há dois anos no mercado, tem em seu portfólio as versões de suas scooters elétricas S02 e S01 , ambas aprovada pela lei local L3e com desempenho semelhante ao de um scooter de combustão interna, de 125 cc.

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Além disso, a Silence revisou a carroceria do scooter para apresentar um visual mais esportivo. Agora conta com nova cor base cinza escuro adornada com gráficos vermelhos e pretos, e assento preto costurado e listras vermelhas no aro.

Em termos de desempenho, o Silence S01+ Connected é alimentado por um motor de cubo traseiro, com uma potência máxima de 11,8 kW. O motor rende 7 kW de potência nominal. Ainda segundo a empresa, o veículo é capaz de atingir uma velocidade máxima de 100 km/h.

O modelo também recebe três modos de pilotagem – Eco, City e Sport, sendo que com o mais econômico, o scooter consegue uma autonomia de 133 km  com uma única carga. Um recurso push-to-pass também está incluído, permitindo um aumento temporário de energia ao ultrapassar o tráfego mais lento.

Uma dos destaques do modelo é o amortecedor ajustável, podendo configurar o enrijecimento dependendo do peso do condutor, do terreno, e até se está rodando com mais de uma pessoa. O novo Silence S01+ Connected é vendido a partir de 8.290 euros, ou quase R$ 46.000 em uma conversão simples.

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Fonte: IG CARROS

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Testamos a gama de eletrificados da Toyota. E até carro a hidrogênio

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Gama completa de eletrificados da Toyota e Lexus mostra as possibilidades de se reduzir as emissões
Guilherme Menezes/ iG Carros

Gama completa de eletrificados da Toyota e Lexus mostra as possibilidades de se reduzir as emissões

A Toyota reuniu modelos para representar todos os níveis de eletrificação que a marca oferece em diferentes países. O único que encontramos no Brasil são os Corolla e Corolla Cross, que são híbridos flex.

Entretanto, pudemos testar também o Prius (que é híbrido plug-in, mas apenas gasolina), o Lexus UX 300e (elétrico, da marca de luxo do grupo Toyota) e o Toyota Mirai , que é um carro elétrico com células de hidrogênio .

A intenção da Toyota é abordar a eletrificação em seus mais diversos níveis, com o entendimento de que cada uma delas tem o seu propósito, dentro das metas globais de sustentabilidade.

Além disso, ressaltam a necessidade de que as emissões de poluentes sejam analisadas não apenas no âmbito do veículo, mas também do restante de toda a cadeia.

Para a fabricante, o etanol — que o Brasil dispõe de forma abundante — é uma fonte energética que oferece muita vantagem competitiva.

Isso porque, além de emitir muito menos partículas de carbono do que a gasolina, um montante considerável de gás carbônico é absorvido pela cana-de-açúcar, enquanto é cultivada. O resultado dessa tese são as versões híbridas do  Corolla  (SUV e sedã).

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O Prius híbrido plug-in não pode rodar com etanol, mas oferece uma vantagem em cima dos Corolla, que é a possibilidade de recarga na tomada de energia. Assim, consegue otimizar ainda mais a autonomia máxima, tanto em modo híbrido, quanto em modo apenas elétrico.

Quanto a este, em nossos testes — no circuito fechado dentro da fábrica da Toyota em Sorocaba (SP) — passamos dos 130 km/h com o Prius, com o motor a combustão desligado.

O próximo passo foi conhecer o SUV compacto elétrico da Lexus . O carro faria muito sentido no Brasil, quando levamos em conta a quantidade de lançamentos que já não trazem mais o motor convencional. Ainda mais quando nos limitamos a analisar o segmento premium.

Tentamos apurar com a Toyota sobre a possibilidade de vinda ao Brasil, só que preferiram não abrir os planos futuros.

O Lexus UX 300e é o mesmo UX 250h , tanto em plataforma, quanto em equipamentos, acabamento e, enfim, todos os outros aspectos. A diferença está no maior tamanho das baterias e do seu motor elétrico, para que entregue até mais desempenho do que a variante híbrida.

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Outro aspecto interessante, ausente em muitos veículos elétricos , é a possibilidade de ligar ou desligar o som artificial que acompanha as acelerações e desacelerações.

Preferimos desligar para, assim, observar os verdadeiros sons dos carros elétricos . Além de um zunido bem baixo (do motor elétrico), o som do vento e da rolagem dos pneus são o que dominam.

Toyota Mirai é tão ecologicamente eficiente, quanto inviável para o Brasil por questões de custos e infraestrutura
Guilherme Menezes/ iG Carros

Toyota Mirai é tão ecologicamente eficiente, quanto inviável para o Brasil por questões de custos e infraestrutura

Por fim, testamos um dos únicos dois carros movidos a hidrogênio que são vendidos no mundo: o Toyota Mirai .

O carro é um sedã de porte grande, abastecido com moléculas de hidrogênio, e as quebra para extrair energia elétrica . Na prática, depois de ocorrer todo esse processo, o Mirai funciona como um carro elétrico convencional. E ele se comporta como tal.

O produto da chamada “eletrólise do hidrogênio” é nada além de vapor d’água. Ele é armazenado em um compartimento que pode ser esgotado manualmente ou automaticamente. O “esgoto”, por sua vez, não é nada nocivo, pois é apenas água pura.

Por que não temos carros a hidrogênio no Brasil? Pois, enquanto não for homologado um método definitivo de fazer a eletrólise do etanol (algo que, há tempos, a Nissan vem desenvolvendo com a USP), abastecer um carro com hidrogênio é completamente inviável.

Segundo a Toyota , o abastecimento completo demora dias e requer uma bomba 700 bar de pressão, que custa US$ 1 milhão, no exterior.

Fonte: IG CARROS

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