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Novo Chery Tiggo 8 é lançado com motor híbrido plug-in que faz 40 km/l

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SUV estreia tecnologias mais sofisticadas que, inclusive, poderão equipar outros modelos no futuro
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SUV estreia tecnologias mais sofisticadas que, inclusive, poderão equipar outros modelos no futuro

A CAOA Chery mudou os rumos de sua operação no Brasil. Agora, a fabricante irá oferecer apenas modelos eletrificados. O maior deles é o novo Tiggo 8, que também é o único híbrido do tipo plug-in.

O Tiggo 8  é o modelo mais completo da gama da Chery, atualmente. A versão PRO Plug-in Hybrid será disponibilizada a partir agosto. O maior destaque vai para seus dois motores elétricos que auxiliam o motor a combustão 1.5 turbo, que só aceita gasolina.

Os três motores somados entregam 317 cv de potência máxima, e levam o Tiggo de 0 a 100 km/h em 6,7 segundos. Segundo a Chery , o consumo médio combinado é de 42,7 km/l, auxiliado pela transmissão DHT, dedicada a motorizações híbridas .

Os motores elétricos do Tiggo 8 PRO possuem 75 cv e 95 cv, com torque de 17,3 e 16,8 kgfm, respectiivamente, enquanto o motor a combustão gera 147 cv de potência e 22,5 kgfm de torque.

Diferente de alguns híbridos comercializados no Brasil, o Tiggo 8 Pro pode ser carregado em tomadas domésticas ou carregadores públicos/semi-públicos, e tem uma autonomia declarada de até 77 km de forma 100% elétrica.

Para recarga, é diponibilizado junto com o veículo um carregador portátil do Tipo 2 que completa as baterias em 6 horas, quando conectado há uma tomada doméstica de 220 V.

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Segundo a Chery o novo câmbio automático DHT é a primeira transmissão dedicada à veículos híbridos do mundo, e é composta por dois motores elétricos e três marchas mecânicas. Utiliza de 11 marchas com foco na economia de combustível.

O Tiggo 8 PRO traz modos de potência EV (100% elétrica) e a híbrida HEV, que utiliza os três motores conforme necessário. Também existem dois modos de condução: o Normal prioriza a economia de combustível, enquanto o Sport é voltado para um maior desempenho e só é disponibilizado quando utiliza os três motores do carro.

O condutor também poderá gerenciar a utilização das baterias. É possível ordenar que a bateria não fique abaixo dos 70% de carga, assim, o veículo irá entregar a energia de forma mais econômica. Outra opção é ajustar para 20%, e nesse caso, a carga máxima da bateria será disponível, até o nível de energia chegar a 20%

As baterias de 15kWh do Tiggo 8 PRO Plug-in Hybrid podem ser recarregadas também com a frenagem do veículo. O modelo possui um sistema que recupera a energia cinética gerada durante frenagens e desacelerações e a destina para as baterias.

Existem quatro níveis de regeneração. A automática é ativada durante as  frenagens. Já o nível 1 é o mais permissivo, mas também regenera menos, enquanto o nível 3, busca aumentar a autonomia e basta tirar o pé do acelerador parar o veículo já recuperar energia.

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O Tiggo 8 Pro Plug-in Hybrid traz todos os sistemas de segurança e auxílio a condução já disponíveis na versão a combustão do Tiggo 8, como ESP e Controle de tração por exemplo, mas adiciona Piloto automático adaptativo, Frenagem automática de emergência, alerta de colisão frontal.

Ainda há um assistente de congestionamento, sinal sonoro e de vibração no volante, caso o motorista mude de faixa sem dar a seta. Além disso, traz um sistema auxiliar para manter o carro na faixa, e faróis inteligentes que alternam entre alto e baixo automaticamente, dependendo do trânsito de veículos no sentido contrário.

O Tiggo 8 híbrido também traz um novo visual. A grade frontal foi remodelada a agora apresenta um formato “diamond” e possui detalhes cromados, além de novos para-choques, faróis em LED, e novas rodas, exclusivas da versão híbrida.

No interior, a tela de 24,6 polegadas é a grande estrela, e integra o painel de instrumentos e o multimídia. O ar condicionado também é controlado através de uma ela sensível ao toque, mas de 8 polegadas. O sistema de som é alta qualidade assinado pela Sony.

Disponível já em pré-venda por R$ 269.990, o Tiggo 8 PRO Plug-in Hybrid chegará as lojas em agosto e terá duas opções de cores: Branco e Preto metálico.

Além disso, o modelo contará com 8 anos de garantia para as baterias e motores elétricos, enquanto para o motor a combustão e transmissão, será de 5 anos. Para o veículo como um todo, serão 3 anos de cobertura.

Fonte: IG CARROS

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Testamos a gama de eletrificados da Toyota. E até carro a hidrogênio

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Gama completa de eletrificados da Toyota e Lexus mostra as possibilidades de se reduzir as emissões
Guilherme Menezes/ iG Carros

Gama completa de eletrificados da Toyota e Lexus mostra as possibilidades de se reduzir as emissões

A Toyota reuniu modelos para representar todos os níveis de eletrificação que a marca oferece em diferentes países. O único que encontramos no Brasil são os Corolla e Corolla Cross, que são híbridos flex.

Entretanto, pudemos testar também o Prius (que é híbrido plug-in, mas apenas gasolina), o Lexus UX 300e (elétrico, da marca de luxo do grupo Toyota) e o Toyota Mirai , que é um carro elétrico com células de hidrogênio .

A intenção da Toyota é abordar a eletrificação em seus mais diversos níveis, com o entendimento de que cada uma delas tem o seu propósito, dentro das metas globais de sustentabilidade.

Além disso, ressaltam a necessidade de que as emissões de poluentes sejam analisadas não apenas no âmbito do veículo, mas também do restante de toda a cadeia.

Para a fabricante, o etanol — que o Brasil dispõe de forma abundante — é uma fonte energética que oferece muita vantagem competitiva.

Isso porque, além de emitir muito menos partículas de carbono do que a gasolina, um montante considerável de gás carbônico é absorvido pela cana-de-açúcar, enquanto é cultivada. O resultado dessa tese são as versões híbridas do  Corolla  (SUV e sedã).

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O Prius híbrido plug-in não pode rodar com etanol, mas oferece uma vantagem em cima dos Corolla, que é a possibilidade de recarga na tomada de energia. Assim, consegue otimizar ainda mais a autonomia máxima, tanto em modo híbrido, quanto em modo apenas elétrico.

Quanto a este, em nossos testes — no circuito fechado dentro da fábrica da Toyota em Sorocaba (SP) — passamos dos 130 km/h com o Prius, com o motor a combustão desligado.

O próximo passo foi conhecer o SUV compacto elétrico da Lexus . O carro faria muito sentido no Brasil, quando levamos em conta a quantidade de lançamentos que já não trazem mais o motor convencional. Ainda mais quando nos limitamos a analisar o segmento premium.

Tentamos apurar com a Toyota sobre a possibilidade de vinda ao Brasil, só que preferiram não abrir os planos futuros.

O Lexus UX 300e é o mesmo UX 250h , tanto em plataforma, quanto em equipamentos, acabamento e, enfim, todos os outros aspectos. A diferença está no maior tamanho das baterias e do seu motor elétrico, para que entregue até mais desempenho do que a variante híbrida.

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Outro aspecto interessante, ausente em muitos veículos elétricos , é a possibilidade de ligar ou desligar o som artificial que acompanha as acelerações e desacelerações.

Preferimos desligar para, assim, observar os verdadeiros sons dos carros elétricos . Além de um zunido bem baixo (do motor elétrico), o som do vento e da rolagem dos pneus são o que dominam.

Toyota Mirai é tão ecologicamente eficiente, quanto inviável para o Brasil por questões de custos e infraestrutura
Guilherme Menezes/ iG Carros

Toyota Mirai é tão ecologicamente eficiente, quanto inviável para o Brasil por questões de custos e infraestrutura

Por fim, testamos um dos únicos dois carros movidos a hidrogênio que são vendidos no mundo: o Toyota Mirai .

O carro é um sedã de porte grande, abastecido com moléculas de hidrogênio, e as quebra para extrair energia elétrica . Na prática, depois de ocorrer todo esse processo, o Mirai funciona como um carro elétrico convencional. E ele se comporta como tal.

O produto da chamada “eletrólise do hidrogênio” é nada além de vapor d’água. Ele é armazenado em um compartimento que pode ser esgotado manualmente ou automaticamente. O “esgoto”, por sua vez, não é nada nocivo, pois é apenas água pura.

Por que não temos carros a hidrogênio no Brasil? Pois, enquanto não for homologado um método definitivo de fazer a eletrólise do etanol (algo que, há tempos, a Nissan vem desenvolvendo com a USP), abastecer um carro com hidrogênio é completamente inviável.

Segundo a Toyota , o abastecimento completo demora dias e requer uma bomba 700 bar de pressão, que custa US$ 1 milhão, no exterior.

Fonte: IG CARROS

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