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São Paulo registra o maior índice de IPVA atrasado dos últimos anos

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IPVA 2022 está disponível para consulta e pagamento na rede bancária
Reprodução: ACidade ON

IPVA 2022 está disponível para consulta e pagamento na rede bancária

Segundo dados da Sefaz (Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo), o número de veículos com IPVA atrasado teve um salto de 426,6% em 2022. O número passou de 1,226 milhão para 6,456 milhões no estado. A mudança brusca tem relação com a mudança do valor venal dos veículos que sofreu uma alta de 22,5% neste ano.

Sendo um dos impostos mais caros a serem pagos anualmente, a prática do atraso é algo comum entre os brasileiro mesmo com a obrigatoriedade do pagamento. Porém, essa prática pode causar problemas ainda maiores para os proprietários . Matheus Packs, fundador do DOK Despachante, separou algumas dicas para que este problema seja resolvido.

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No pagamento parcelado , a primeira consequência está relacionada à alta de juros imposto pelos dias e meses de atraso. No caso dos meses, o valor é contabilizado com a soma da taxa Selic. Os condutores podem acabar enfrentando dificulades. São elas: cadastro do nome do proprietário na Dívida Ativa, impedimento da realização do licenciamento e multa no valor total do imposto.

Se o veículo for pego com irregularidades, poderá render multa ao condutor
Divulgação

Se o veículo for pego com irregularidades, poderá render multa ao condutor

O atraso no IPVA não causa multas, porém trafegar com o documento em atraso é considerado infração de trânsito. Após o pagamento do IPVA , é preciso realizar o licenciaemento do veículo (sem o pagamento anterior não existirá a  possibilidade dessa quitação). Sendo assim, o motorista que não realizar a quitação corretamente, poderá ser multado pela falta de documentação obrigatória.

Na maioria dos casos, o veículo não pode ser apreendido apenas pelo atraso do IPVA . Porém, como comentado anteriormente, o proprietário é obrigado a estar com o CRLV (Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos), conhecido como licenciamento, em dia.

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Ou seja, se o atraso do IPVA persistir por muito tempo, o prazo para atualização do licenciamento será perdido ocasionando a apreensão do veículo e aplicação de multa gravíssima no valor de R$ 293,47, segundo o Art. 230.

No site em que é possível realizar a consulta do IPVA , é possível gerar uma guia de pagamento com todos os impostos atrasados . Diferente dos sistemas comuns, é possível realizar a quitação dos débitos com parcelamentos em até 12x para todos os serviços (licenciamento, IPVA, multas, transferência e emplacamento de veículos).

Fonte: IG CARROS

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Testamos a gama de eletrificados da Toyota. E até carro a hidrogênio

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Gama completa de eletrificados da Toyota e Lexus mostra as possibilidades de se reduzir as emissões
Guilherme Menezes/ iG Carros

Gama completa de eletrificados da Toyota e Lexus mostra as possibilidades de se reduzir as emissões

A Toyota reuniu modelos para representar todos os níveis de eletrificação que a marca oferece em diferentes países. O único que encontramos no Brasil são os Corolla e Corolla Cross, que são híbridos flex.

Entretanto, pudemos testar também o Prius (que é híbrido plug-in, mas apenas gasolina), o Lexus UX 300e (elétrico, da marca de luxo do grupo Toyota) e o Toyota Mirai , que é um carro elétrico com células de hidrogênio .

A intenção da Toyota é abordar a eletrificação em seus mais diversos níveis, com o entendimento de que cada uma delas tem o seu propósito, dentro das metas globais de sustentabilidade.

Além disso, ressaltam a necessidade de que as emissões de poluentes sejam analisadas não apenas no âmbito do veículo, mas também do restante de toda a cadeia.

Para a fabricante, o etanol — que o Brasil dispõe de forma abundante — é uma fonte energética que oferece muita vantagem competitiva.

Isso porque, além de emitir muito menos partículas de carbono do que a gasolina, um montante considerável de gás carbônico é absorvido pela cana-de-açúcar, enquanto é cultivada. O resultado dessa tese são as versões híbridas do  Corolla  (SUV e sedã).

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O Prius híbrido plug-in não pode rodar com etanol, mas oferece uma vantagem em cima dos Corolla, que é a possibilidade de recarga na tomada de energia. Assim, consegue otimizar ainda mais a autonomia máxima, tanto em modo híbrido, quanto em modo apenas elétrico.

Quanto a este, em nossos testes — no circuito fechado dentro da fábrica da Toyota em Sorocaba (SP) — passamos dos 130 km/h com o Prius, com o motor a combustão desligado.

O próximo passo foi conhecer o SUV compacto elétrico da Lexus . O carro faria muito sentido no Brasil, quando levamos em conta a quantidade de lançamentos que já não trazem mais o motor convencional. Ainda mais quando nos limitamos a analisar o segmento premium.

Tentamos apurar com a Toyota sobre a possibilidade de vinda ao Brasil, só que preferiram não abrir os planos futuros.

O Lexus UX 300e é o mesmo UX 250h , tanto em plataforma, quanto em equipamentos, acabamento e, enfim, todos os outros aspectos. A diferença está no maior tamanho das baterias e do seu motor elétrico, para que entregue até mais desempenho do que a variante híbrida.

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Outro aspecto interessante, ausente em muitos veículos elétricos , é a possibilidade de ligar ou desligar o som artificial que acompanha as acelerações e desacelerações.

Preferimos desligar para, assim, observar os verdadeiros sons dos carros elétricos . Além de um zunido bem baixo (do motor elétrico), o som do vento e da rolagem dos pneus são o que dominam.

Toyota Mirai é tão ecologicamente eficiente, quanto inviável para o Brasil por questões de custos e infraestrutura
Guilherme Menezes/ iG Carros

Toyota Mirai é tão ecologicamente eficiente, quanto inviável para o Brasil por questões de custos e infraestrutura

Por fim, testamos um dos únicos dois carros movidos a hidrogênio que são vendidos no mundo: o Toyota Mirai .

O carro é um sedã de porte grande, abastecido com moléculas de hidrogênio, e as quebra para extrair energia elétrica . Na prática, depois de ocorrer todo esse processo, o Mirai funciona como um carro elétrico convencional. E ele se comporta como tal.

O produto da chamada “eletrólise do hidrogênio” é nada além de vapor d’água. Ele é armazenado em um compartimento que pode ser esgotado manualmente ou automaticamente. O “esgoto”, por sua vez, não é nada nocivo, pois é apenas água pura.

Por que não temos carros a hidrogênio no Brasil? Pois, enquanto não for homologado um método definitivo de fazer a eletrólise do etanol (algo que, há tempos, a Nissan vem desenvolvendo com a USP), abastecer um carro com hidrogênio é completamente inviável.

Segundo a Toyota , o abastecimento completo demora dias e requer uma bomba 700 bar de pressão, que custa US$ 1 milhão, no exterior.

Fonte: IG CARROS

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