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Stellantis e Samsung irão produzir baterias para carros elétricos

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Stellantis e Samsung farão em Indiana as baterias para os veículos voltados para o mercado norte-americano
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Stellantis e Samsung farão em Indiana as baterias para os veículos voltados para o mercado norte-americano

A Stellantis anuncia que chegou a um acordo com a Samsung SDI para a produção de baterias para os veículos híbridos e elétricos do grupo automobilístico. As baterias serão fabricadas em Kokomo, no estado de Indiana, Estados Unidos, em uma unidade de produção que será construída até 2025.

A fábrica faz parte de um investimento de mais de US$ 2,5 bilhões e terá capacidade de produção de 23 gigawatts hora (GWh), e de acordo com um comunicado emitido pela Stellantis , caso a demanda seja necessária, a fábrica poderá chegar a produzir 33 GWh anualmente.

“Há pouco menos de um ano, nos comprometemos com uma estratégia agressiva de eletrificação  com cinco gigafábricas situadas na Europa e a América do Norte. O anúncio de hoje solidifica ainda mais nossa base industrial global de produção de baterias e demonstra o impulso da Stellantis em direção a um futuro descarbonizado.” Celebrou Carlos Tavares, CEO da Stellantis .

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A cidade de Kokomo tem muita importância na história da Chrysler . Desde 1956 a fabricante estadunidense produz transmissões na cidade, e mais tarde também inaugurou uma linha de montagem de motores. A estimativa é que a nova estrutura crie 1,4 mil novos postos de trabalho na região.

“Expressamos nossa gratidão às autoridades do Estado de Indiana e à Stellantis por apoiarem a seleção da fábrica em Indiana. Faremos nossos melhores esforços para trazer satisfação ao mercado com produtos de alta qualidade, e contribuiremos para o cumprimento das metas associadas ao esforço relativo à mudança climática”. Declarou  Yoonho Choi, diretor executivo da Samsung SDI.

Na fábrica de Indiana, a Samsung SDI aplicará sua tecnologia de ponta PRiMX para produzir células e módulos de baterias para o mercado automotivo norte-americano.

A criação da Joint-venture faz parte do plano estratégico Dare Forward 2030 da Stellantis , que busca chegar a 5 milhões de veículos elétricos até 2030 e que todas suas vendas na Europa sejam de veículos elétricos , além disso, a fabricante planeja que metade de seus veículos vendidos nos Estados Unidos sejam elétricos nesta data.

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Fonte: IG CARROS

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Testamos a gama de eletrificados da Toyota. E até carro a hidrogênio

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Gama completa de eletrificados da Toyota e Lexus mostra as possibilidades de se reduzir as emissões
Guilherme Menezes/ iG Carros

Gama completa de eletrificados da Toyota e Lexus mostra as possibilidades de se reduzir as emissões

A Toyota reuniu modelos para representar todos os níveis de eletrificação que a marca oferece em diferentes países. O único que encontramos no Brasil são os Corolla e Corolla Cross, que são híbridos flex.

Entretanto, pudemos testar também o Prius (que é híbrido plug-in, mas apenas gasolina), o Lexus UX 300e (elétrico, da marca de luxo do grupo Toyota) e o Toyota Mirai , que é um carro elétrico com células de hidrogênio .

A intenção da Toyota é abordar a eletrificação em seus mais diversos níveis, com o entendimento de que cada uma delas tem o seu propósito, dentro das metas globais de sustentabilidade.

Além disso, ressaltam a necessidade de que as emissões de poluentes sejam analisadas não apenas no âmbito do veículo, mas também do restante de toda a cadeia.

Para a fabricante, o etanol — que o Brasil dispõe de forma abundante — é uma fonte energética que oferece muita vantagem competitiva.

Isso porque, além de emitir muito menos partículas de carbono do que a gasolina, um montante considerável de gás carbônico é absorvido pela cana-de-açúcar, enquanto é cultivada. O resultado dessa tese são as versões híbridas do  Corolla  (SUV e sedã).

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O Prius híbrido plug-in não pode rodar com etanol, mas oferece uma vantagem em cima dos Corolla, que é a possibilidade de recarga na tomada de energia. Assim, consegue otimizar ainda mais a autonomia máxima, tanto em modo híbrido, quanto em modo apenas elétrico.

Quanto a este, em nossos testes — no circuito fechado dentro da fábrica da Toyota em Sorocaba (SP) — passamos dos 130 km/h com o Prius, com o motor a combustão desligado.

O próximo passo foi conhecer o SUV compacto elétrico da Lexus . O carro faria muito sentido no Brasil, quando levamos em conta a quantidade de lançamentos que já não trazem mais o motor convencional. Ainda mais quando nos limitamos a analisar o segmento premium.

Tentamos apurar com a Toyota sobre a possibilidade de vinda ao Brasil, só que preferiram não abrir os planos futuros.

O Lexus UX 300e é o mesmo UX 250h , tanto em plataforma, quanto em equipamentos, acabamento e, enfim, todos os outros aspectos. A diferença está no maior tamanho das baterias e do seu motor elétrico, para que entregue até mais desempenho do que a variante híbrida.

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Outro aspecto interessante, ausente em muitos veículos elétricos , é a possibilidade de ligar ou desligar o som artificial que acompanha as acelerações e desacelerações.

Preferimos desligar para, assim, observar os verdadeiros sons dos carros elétricos . Além de um zunido bem baixo (do motor elétrico), o som do vento e da rolagem dos pneus são o que dominam.

Toyota Mirai é tão ecologicamente eficiente, quanto inviável para o Brasil por questões de custos e infraestrutura
Guilherme Menezes/ iG Carros

Toyota Mirai é tão ecologicamente eficiente, quanto inviável para o Brasil por questões de custos e infraestrutura

Por fim, testamos um dos únicos dois carros movidos a hidrogênio que são vendidos no mundo: o Toyota Mirai .

O carro é um sedã de porte grande, abastecido com moléculas de hidrogênio, e as quebra para extrair energia elétrica . Na prática, depois de ocorrer todo esse processo, o Mirai funciona como um carro elétrico convencional. E ele se comporta como tal.

O produto da chamada “eletrólise do hidrogênio” é nada além de vapor d’água. Ele é armazenado em um compartimento que pode ser esgotado manualmente ou automaticamente. O “esgoto”, por sua vez, não é nada nocivo, pois é apenas água pura.

Por que não temos carros a hidrogênio no Brasil? Pois, enquanto não for homologado um método definitivo de fazer a eletrólise do etanol (algo que, há tempos, a Nissan vem desenvolvendo com a USP), abastecer um carro com hidrogênio é completamente inviável.

Segundo a Toyota , o abastecimento completo demora dias e requer uma bomba 700 bar de pressão, que custa US$ 1 milhão, no exterior.

Fonte: IG CARROS

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