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Veículos elétricos podem ser carregados em casa; veja dicas valiosas

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Carregador wallbox é alternativa para carregamentos mais rápidos, entre 12 e 6 horas, dependendo do modelo
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Carregador wallbox é alternativa para carregamentos mais rápidos, entre 12 e 6 horas, dependendo do modelo

Os carros elétricos e híbridos são o presente e o futuro da mobilidade urbana. Segundo a Associação Brasileira de Veículos Elétricos (ABVE) a venda dos modelos eletrificados leves aumentou 78% nos primeiros quatro meses de 2022 em relação ao mesmo período no ano passado.

Entretanto, por se tratar de nova tecnologia, ainda há muitas dúvidas em relação ao carregamento desses veículos, a mais comum é: Posso carregar um carro elétrico na tomada de casa?

A resposta é sim. De acordo com Ricardo David, sócio-diretor da Elev, empresa que traz soluções para todo o ecossistema da mobilidade elétrica, é possível sim, porém, algumas ações precisam ser tomadas antes de carregar os automóveis elétricos .

Nesse sentido, o especialista destaca alguns tópicos aos quais os motoristas devem se atentar antes de carregar o automóvel. 

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Um dos problemas mais comuns no Brasil, quando tratamos de carregamento de veículos eletrificados, está na infraestrutura de distribuição da energia , principalmente em imóveis mais antigos.

“O recomendado é carregar os veículos em tomadas de 220V e, de preferência, aterradas, para que não haja riscos de incêndios ou curto-circuitos”, diz Ricardo David. Entretanto, os carregamentos caseiros mesmo em tomadas de 220v carregam lentamente, segundo a Peugeot, com o cabo fornecido pela própria fabricante, o e208 leva 25 horas para carregar do zero a 80% conectado à tomada doméstica.

As instalações de carregadores devem ser feitas em redes elétricas de 220V a 380V  aterradas
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As instalações de carregadores devem ser feitas em redes elétricas de 220V a 380V aterradas

Para quem deseja diminuir esse tempo de recarga , uma opção é instalar os carregadores do tipo “wallbox” a fabricante estima que o tempo seja reduzido para 12 ou seis horas, dependendo da potência do carregador.

 “Uma das grandes vantagens desses carregadores é o fato deles possuírem uma instalação elétrica própŕia , algo que dá mais segurança para os consumidores. Além disso, eles funcionam com voltagens variadas (de 220v a 380V) e com correntes que variam entre 16A e 32A.” Finalizou David.

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Mas a instalação não é tão simples, dependem de ainda mais cuidado, já que possuem capacidade de trabalhar em voltagens mais altas que 220v.

Outro ponto importante a ser destacado é a segurança das baterias dos carros elétricos . O especialista afirma que não há motivos para se preocupar com elas. Além disso, segundo um estudo realizado pela Universidade de Tecnologia de Graz, na Áustria, as baterias se tornam cada vez mais seguras durante o tempo.

A análise constatou que as acelerações e vibrações do veículo não afetam o comportamento e nem o desempenho durante a utilização.

Cada vez mais os carros elétricos apresentam baterias com mais autonomia e com sistemas de carregamento mais potentes, que permitem a diminuição do tempo parado nos pontos de recarga e, consequentemente, as barreiras para esses carros fiquem menores.

Fonte: IG CARROS

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Testamos a gama de eletrificados da Toyota. E até carro a hidrogênio

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Gama completa de eletrificados da Toyota e Lexus mostra as possibilidades de se reduzir as emissões
Guilherme Menezes/ iG Carros

Gama completa de eletrificados da Toyota e Lexus mostra as possibilidades de se reduzir as emissões

A Toyota reuniu modelos para representar todos os níveis de eletrificação que a marca oferece em diferentes países. O único que encontramos no Brasil são os Corolla e Corolla Cross, que são híbridos flex.

Entretanto, pudemos testar também o Prius (que é híbrido plug-in, mas apenas gasolina), o Lexus UX 300e (elétrico, da marca de luxo do grupo Toyota) e o Toyota Mirai , que é um carro elétrico com células de hidrogênio .

A intenção da Toyota é abordar a eletrificação em seus mais diversos níveis, com o entendimento de que cada uma delas tem o seu propósito, dentro das metas globais de sustentabilidade.

Além disso, ressaltam a necessidade de que as emissões de poluentes sejam analisadas não apenas no âmbito do veículo, mas também do restante de toda a cadeia.

Para a fabricante, o etanol — que o Brasil dispõe de forma abundante — é uma fonte energética que oferece muita vantagem competitiva.

Isso porque, além de emitir muito menos partículas de carbono do que a gasolina, um montante considerável de gás carbônico é absorvido pela cana-de-açúcar, enquanto é cultivada. O resultado dessa tese são as versões híbridas do  Corolla  (SUV e sedã).

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O Prius híbrido plug-in não pode rodar com etanol, mas oferece uma vantagem em cima dos Corolla, que é a possibilidade de recarga na tomada de energia. Assim, consegue otimizar ainda mais a autonomia máxima, tanto em modo híbrido, quanto em modo apenas elétrico.

Quanto a este, em nossos testes — no circuito fechado dentro da fábrica da Toyota em Sorocaba (SP) — passamos dos 130 km/h com o Prius, com o motor a combustão desligado.

O próximo passo foi conhecer o SUV compacto elétrico da Lexus . O carro faria muito sentido no Brasil, quando levamos em conta a quantidade de lançamentos que já não trazem mais o motor convencional. Ainda mais quando nos limitamos a analisar o segmento premium.

Tentamos apurar com a Toyota sobre a possibilidade de vinda ao Brasil, só que preferiram não abrir os planos futuros.

O Lexus UX 300e é o mesmo UX 250h , tanto em plataforma, quanto em equipamentos, acabamento e, enfim, todos os outros aspectos. A diferença está no maior tamanho das baterias e do seu motor elétrico, para que entregue até mais desempenho do que a variante híbrida.

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Outro aspecto interessante, ausente em muitos veículos elétricos , é a possibilidade de ligar ou desligar o som artificial que acompanha as acelerações e desacelerações.

Preferimos desligar para, assim, observar os verdadeiros sons dos carros elétricos . Além de um zunido bem baixo (do motor elétrico), o som do vento e da rolagem dos pneus são o que dominam.

Toyota Mirai é tão ecologicamente eficiente, quanto inviável para o Brasil por questões de custos e infraestrutura
Guilherme Menezes/ iG Carros

Toyota Mirai é tão ecologicamente eficiente, quanto inviável para o Brasil por questões de custos e infraestrutura

Por fim, testamos um dos únicos dois carros movidos a hidrogênio que são vendidos no mundo: o Toyota Mirai .

O carro é um sedã de porte grande, abastecido com moléculas de hidrogênio, e as quebra para extrair energia elétrica . Na prática, depois de ocorrer todo esse processo, o Mirai funciona como um carro elétrico convencional. E ele se comporta como tal.

O produto da chamada “eletrólise do hidrogênio” é nada além de vapor d’água. Ele é armazenado em um compartimento que pode ser esgotado manualmente ou automaticamente. O “esgoto”, por sua vez, não é nada nocivo, pois é apenas água pura.

Por que não temos carros a hidrogênio no Brasil? Pois, enquanto não for homologado um método definitivo de fazer a eletrólise do etanol (algo que, há tempos, a Nissan vem desenvolvendo com a USP), abastecer um carro com hidrogênio é completamente inviável.

Segundo a Toyota , o abastecimento completo demora dias e requer uma bomba 700 bar de pressão, que custa US$ 1 milhão, no exterior.

Fonte: IG CARROS

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