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Veja as histórias conjuntas de Harrison Ford e o Ka feito na Bahia

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Ford Ka na capital da Bahia, em Salvador, na época do lançamento da versão com apelo aventureiro FreeStyle
Divulgação

Ford Ka na capital da Bahia, em Salvador, na época do lançamento da versão com apelo aventureiro FreeStyle

Em 23 anos, o Ford Ka foi um dos veículos brasileiros mais marcantes. Em 2013, foi lançada a terceira geração do compacto na turística Praia do Forte.

Em seguida, também na Bahia, teve um evento paralelo na bela Ilha de Comandatuba, com ator Harrison Ford para anunciar um projeto de preservação no Arquipélago de Abrolhos no litoral baiano que teve apoio da montadora.

Jornalistas automotivos e ambientais foram convidados para os dois eventos. Ator famoso pelo personagem Indiana Jones, Harrison esteve com a família exclusivamente em Comandatuba e foi recepcionado por Bill Ford , atual CEO da empresa.

Apesar do sobrenome Ford , eles não são parentes, mas ambos apoiam ao seu modo ações ambientais. O objetivo desse encontro foi estabelecer uma divulgação global dos projetos da ONG Conservation International no Brasil.

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A sede brasileira da ONG existe desde 1990. No ano passado, por exemplo, ela investiu R$ 14,5 milhões no fortalecimento das Terras Indígenas em regiões de desmatamento no Pará e Mato Grosso, além de outras iniciativas comunitárias.

Harrison Ford, César Borges, então governador da Bahia ao centro, e o autor deste texto
Divulgação

Harrison Ford, César Borges, então governador da Bahia ao centro, e o autor deste texto

O que vale destacar neste texto é que um dia antes do evento com Harrison Ford , a fabricante reuniu os mesmos jornalistas na Praia do Forte e na sua então fábrica de Camaçari para apresentar a terceira geração do compacto Ka.

Falando desse automóvel, ele chamou a atenção pela sua estética agradável, robusta, e que se mantém atual até os dias de hoje. A mecânica surpreendeu com motor flex 1.0 , de três cilindros com boa média de economia de combustível.

Essa terceira geração conquistou o público e parou de ser produzida. Entretanto, até hoje pode ser visto circulando nas ruas especialmente no transporte pessoal por aplicativos.

Uma pena! Quem sabe, o compacto Ka poderá ser num futuro breve uma opção de veículo elétrico urbano.

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Fonte: IG CARROS

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Testamos a gama de eletrificados da Toyota. E até carro a hidrogênio

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Gama completa de eletrificados da Toyota e Lexus mostra as possibilidades de se reduzir as emissões
Guilherme Menezes/ iG Carros

Gama completa de eletrificados da Toyota e Lexus mostra as possibilidades de se reduzir as emissões

A Toyota reuniu modelos para representar todos os níveis de eletrificação que a marca oferece em diferentes países. O único que encontramos no Brasil são os Corolla e Corolla Cross, que são híbridos flex.

Entretanto, pudemos testar também o Prius (que é híbrido plug-in, mas apenas gasolina), o Lexus UX 300e (elétrico, da marca de luxo do grupo Toyota) e o Toyota Mirai , que é um carro elétrico com células de hidrogênio .

A intenção da Toyota é abordar a eletrificação em seus mais diversos níveis, com o entendimento de que cada uma delas tem o seu propósito, dentro das metas globais de sustentabilidade.

Além disso, ressaltam a necessidade de que as emissões de poluentes sejam analisadas não apenas no âmbito do veículo, mas também do restante de toda a cadeia.

Para a fabricante, o etanol — que o Brasil dispõe de forma abundante — é uma fonte energética que oferece muita vantagem competitiva.

Isso porque, além de emitir muito menos partículas de carbono do que a gasolina, um montante considerável de gás carbônico é absorvido pela cana-de-açúcar, enquanto é cultivada. O resultado dessa tese são as versões híbridas do  Corolla  (SUV e sedã).

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O Prius híbrido plug-in não pode rodar com etanol, mas oferece uma vantagem em cima dos Corolla, que é a possibilidade de recarga na tomada de energia. Assim, consegue otimizar ainda mais a autonomia máxima, tanto em modo híbrido, quanto em modo apenas elétrico.

Quanto a este, em nossos testes — no circuito fechado dentro da fábrica da Toyota em Sorocaba (SP) — passamos dos 130 km/h com o Prius, com o motor a combustão desligado.

O próximo passo foi conhecer o SUV compacto elétrico da Lexus . O carro faria muito sentido no Brasil, quando levamos em conta a quantidade de lançamentos que já não trazem mais o motor convencional. Ainda mais quando nos limitamos a analisar o segmento premium.

Tentamos apurar com a Toyota sobre a possibilidade de vinda ao Brasil, só que preferiram não abrir os planos futuros.

O Lexus UX 300e é o mesmo UX 250h , tanto em plataforma, quanto em equipamentos, acabamento e, enfim, todos os outros aspectos. A diferença está no maior tamanho das baterias e do seu motor elétrico, para que entregue até mais desempenho do que a variante híbrida.

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Outro aspecto interessante, ausente em muitos veículos elétricos , é a possibilidade de ligar ou desligar o som artificial que acompanha as acelerações e desacelerações.

Preferimos desligar para, assim, observar os verdadeiros sons dos carros elétricos . Além de um zunido bem baixo (do motor elétrico), o som do vento e da rolagem dos pneus são o que dominam.

Toyota Mirai é tão ecologicamente eficiente, quanto inviável para o Brasil por questões de custos e infraestrutura
Guilherme Menezes/ iG Carros

Toyota Mirai é tão ecologicamente eficiente, quanto inviável para o Brasil por questões de custos e infraestrutura

Por fim, testamos um dos únicos dois carros movidos a hidrogênio que são vendidos no mundo: o Toyota Mirai .

O carro é um sedã de porte grande, abastecido com moléculas de hidrogênio, e as quebra para extrair energia elétrica . Na prática, depois de ocorrer todo esse processo, o Mirai funciona como um carro elétrico convencional. E ele se comporta como tal.

O produto da chamada “eletrólise do hidrogênio” é nada além de vapor d’água. Ele é armazenado em um compartimento que pode ser esgotado manualmente ou automaticamente. O “esgoto”, por sua vez, não é nada nocivo, pois é apenas água pura.

Por que não temos carros a hidrogênio no Brasil? Pois, enquanto não for homologado um método definitivo de fazer a eletrólise do etanol (algo que, há tempos, a Nissan vem desenvolvendo com a USP), abastecer um carro com hidrogênio é completamente inviável.

Segundo a Toyota , o abastecimento completo demora dias e requer uma bomba 700 bar de pressão, que custa US$ 1 milhão, no exterior.

Fonte: IG CARROS

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