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VW revela o ID.Aero, o sedã elétrico que entra no lugar do Passat

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Novo Sedã da Volkswagen, ID.AERO é tido como sucessor do saudoso Passat
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Novo Sedã da Volkswagen, ID.AERO é tido como sucessor do saudoso Passat

Após grande mistério, a Volkswagen revela o conceito ID. Aero, seu primeiro sedã de luxo 100% elétrico, feito para brigar com o Tesla Model 3 e BMW i4, e servir como opção para clientes que não desejam SUVs.

O conceito revela as linhas e dimensões do futuro modelo, que  será oferecido nos principais mercado do mundo, assim como os ID.3 , ID.4 , ID.5 e ID.Buzz , porém, será inicialmente fabricado e vendido na China, assim como aminivan  ID.6 , que é exclusivamente chinesa.

Segundo a Volkswagen, o ID.Aero foi pensado para ser o sedã médio Premium de famílias chinesas de classe média alta, e tem como principal atrativo o espaço interno, graças a seu longo entre-eixos, que não teve medida divulgada pela fabricante.

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O VW Aero traz a linguagem visual da linha de modelos elétricos da Volkswagen , com faróis de LED conectados por uma barra luminosa que atravessa toda a dianteira. Na traseira, também há um elemento conectando as lanternas, mas desta vez é preto, e se assemelha ao que a VW utiliza nos SUVs T-Cross e Nivus , no Brasil.

Traseira lembra modelos da Audi, e busca rivalizar com Tesla e BMW
Divulgação

Traseira lembra modelos da Audi, e busca rivalizar com Tesla e BMW

O desenho do ID.Aero é bem simples, mas refinado, e foi pensado para obter o máximo de eficiência aerodinâmica (daí o nome aero), e possui um coeficiente de arrasto de 0.23 Cx, para melhorar a autonomia.

As linhas que lembram as de um cupê fazem sua estreia na linha VW, e as rodas de aro 22 têm desenho de “turbina” e detalhe diamantado, mas não se sabe se o modelo será produzido com esse tamanho de rodas, mas caso aconteça, serão os maiores aros disponíveis em um carro da Volkswagen atualmente.

“Com o ID.Aero estamos mostrando uma prévia do próximo membro da família ID. Um carro com desenho aerodinâmico mas, mesmo assim, emocionante, com grande autonomia e espaço interno extraordinário e de alta qualidade.” Declarou Ralf Brandstätter, CEO da Volkswagen.

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O ID.Aero será produzido na plataforma MEB, dedicada a veículos elétricos da Volkswagen, e será equipado com um pacote de baterias de 77 kWh. Atualmente, outros modelos da linha ID . contam com pelo menos um motor elétrico de 204 cv e 31,6 kgfm, nas versões mais simples.

A VW anunciou que o modelo terá autonomia de 620 km no ciclo WLTP, e é significativamente maior que os 480 km que a linha ID consegue em média.

Fonte: IG CARROS

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Testamos a gama de eletrificados da Toyota. E até carro a hidrogênio

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Gama completa de eletrificados da Toyota e Lexus mostra as possibilidades de se reduzir as emissões
Guilherme Menezes/ iG Carros

Gama completa de eletrificados da Toyota e Lexus mostra as possibilidades de se reduzir as emissões

A Toyota reuniu modelos para representar todos os níveis de eletrificação que a marca oferece em diferentes países. O único que encontramos no Brasil são os Corolla e Corolla Cross, que são híbridos flex.

Entretanto, pudemos testar também o Prius (que é híbrido plug-in, mas apenas gasolina), o Lexus UX 300e (elétrico, da marca de luxo do grupo Toyota) e o Toyota Mirai , que é um carro elétrico com células de hidrogênio .

A intenção da Toyota é abordar a eletrificação em seus mais diversos níveis, com o entendimento de que cada uma delas tem o seu propósito, dentro das metas globais de sustentabilidade.

Além disso, ressaltam a necessidade de que as emissões de poluentes sejam analisadas não apenas no âmbito do veículo, mas também do restante de toda a cadeia.

Para a fabricante, o etanol — que o Brasil dispõe de forma abundante — é uma fonte energética que oferece muita vantagem competitiva.

Isso porque, além de emitir muito menos partículas de carbono do que a gasolina, um montante considerável de gás carbônico é absorvido pela cana-de-açúcar, enquanto é cultivada. O resultado dessa tese são as versões híbridas do  Corolla  (SUV e sedã).

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O Prius híbrido plug-in não pode rodar com etanol, mas oferece uma vantagem em cima dos Corolla, que é a possibilidade de recarga na tomada de energia. Assim, consegue otimizar ainda mais a autonomia máxima, tanto em modo híbrido, quanto em modo apenas elétrico.

Quanto a este, em nossos testes — no circuito fechado dentro da fábrica da Toyota em Sorocaba (SP) — passamos dos 130 km/h com o Prius, com o motor a combustão desligado.

O próximo passo foi conhecer o SUV compacto elétrico da Lexus . O carro faria muito sentido no Brasil, quando levamos em conta a quantidade de lançamentos que já não trazem mais o motor convencional. Ainda mais quando nos limitamos a analisar o segmento premium.

Tentamos apurar com a Toyota sobre a possibilidade de vinda ao Brasil, só que preferiram não abrir os planos futuros.

O Lexus UX 300e é o mesmo UX 250h , tanto em plataforma, quanto em equipamentos, acabamento e, enfim, todos os outros aspectos. A diferença está no maior tamanho das baterias e do seu motor elétrico, para que entregue até mais desempenho do que a variante híbrida.

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Outro aspecto interessante, ausente em muitos veículos elétricos , é a possibilidade de ligar ou desligar o som artificial que acompanha as acelerações e desacelerações.

Preferimos desligar para, assim, observar os verdadeiros sons dos carros elétricos . Além de um zunido bem baixo (do motor elétrico), o som do vento e da rolagem dos pneus são o que dominam.

Toyota Mirai é tão ecologicamente eficiente, quanto inviável para o Brasil por questões de custos e infraestrutura
Guilherme Menezes/ iG Carros

Toyota Mirai é tão ecologicamente eficiente, quanto inviável para o Brasil por questões de custos e infraestrutura

Por fim, testamos um dos únicos dois carros movidos a hidrogênio que são vendidos no mundo: o Toyota Mirai .

O carro é um sedã de porte grande, abastecido com moléculas de hidrogênio, e as quebra para extrair energia elétrica . Na prática, depois de ocorrer todo esse processo, o Mirai funciona como um carro elétrico convencional. E ele se comporta como tal.

O produto da chamada “eletrólise do hidrogênio” é nada além de vapor d’água. Ele é armazenado em um compartimento que pode ser esgotado manualmente ou automaticamente. O “esgoto”, por sua vez, não é nada nocivo, pois é apenas água pura.

Por que não temos carros a hidrogênio no Brasil? Pois, enquanto não for homologado um método definitivo de fazer a eletrólise do etanol (algo que, há tempos, a Nissan vem desenvolvendo com a USP), abastecer um carro com hidrogênio é completamente inviável.

Segundo a Toyota , o abastecimento completo demora dias e requer uma bomba 700 bar de pressão, que custa US$ 1 milhão, no exterior.

Fonte: IG CARROS

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