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Influencer defende pele com diferentes texturas e exibe as espinhas

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Patsy, a influenciadora digital que promove
Instagram/Reprodução

Patsy, a influenciadora digital que promove “apreciação da acne”

Muitas influencers ensinam truques para esconder “imperfeições” do corpo e dão dicas sobre como usar filtros para ficar mais “atraente”. Uma moradora de Londres (Inglaterra) decidiu na contramão. Patsy mostra no Instagram o seu rosto como ele é: coberto de espinhas. Ela define a conta como uma “área de apreciação da acne”. A idea central é defender que as peles têm diferentes texturas.

“Vocês me tiraram do meu período mais sombrio e solitário e me ensinaram que posso aparecer e ser aceita com o meu verdadeiro eu. Vocês me mostraram que não preciso me esconder e sentir vergonha”, escreveu ela.

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Patsy luta contra a acne há anos, mas agora quer parar de se estressar com a pele. Ela também quer encorajar outros a fazerem o mesmo.

“A batalha contra a minha acne está em andamento há algum tempo, mas não posso deixar que isso me impeça de me divertir e você também não deveria”, disse a londrina aos seguidores.

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“Você não precisa se envergonhar da sua acne. Se você usa maquiagem ou não, é completamente normal ter textura”, acrescentou Patsy, que também documenta o progresso de tratamentos.

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A londrina explicou que a causa da sua acne cística é um desequilíbrio hormonal. Escolher equilibrar seus hormônios significou cuidar de seu corpo e lidar com inflamações, problemas intestinais, desintoxicação do fígado e problemas de saúde mental pelos quais ela passou.

Fonte: IG Mulher

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Novo estudo identifica três tipos de orgasmo feminino

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Os orgasmos receberam o nome de
Ana Melo

Os orgasmos receberam o nome de “onda”, “avalanche” e “vulcão”

Um estudo feito por pesquisadores da Universidade Charles em Praga, na República Tcheca, e do Centro de Saúde Genital e Educação, identificou três tipos de orgasmo feminino: “onda”, “avalanche” e “vulcão”. A descoberta foi publicada na revista científica Journal of Sexual Medicine.

Os nomes se referem à maneira como os movimentos do assoalho pélvico ocorreram durante a preparação para o orgasmo e a liberação da tensão no orgasmo.

Os cientistas caracterizaram como “onda” quando o assoalho pélvico apresenta ondulações ou contrações sucessivas de tensão e liberação no orgasmo. Já a “avalanche” ocorre quando há uma tensão mais elevada do assoalho pélvico com contrações que diminuem a tensão durante o orgasmo. Já o “vulcão” é caracterizado pelo assoalho pélvico permanecendo em uma tensão mais baixa antes de aumentar drasticamente no clímax.

Para o estudo, 54 mulheres usaram um vibrador conectado por Bluetooth, chamado Lioness, detecta a força das contrações do assoalho pélvico em dois sensores laterais, para que esses padrões possam ser analisados.

As mulheres, que realizavam as tarefas em casa, foram instruídas a se masturbarem até chegarem ao orgasmo e desligar o aparelho dois minutos após alcançarem o clímax. As voluntárias repetiram as ações por vários dias. Elas também foram solicitadas a realizar um teste de controle, no qual inseriam o vibrador, mas não se estimularam.

Os resultados apontaram que quase 50% das mulheres (26) tiveram orgasmos de “onda”, enquanto 17 tiveram “avalanches” e 11 tiveram “vulcões”.

Uma descoberta importante foi que cada mulher experimentou consistentemente apenas um dos três tipos. Alguém que tem um padrão de orgasmo provavelmente não será capaz de experimentar nenhum dos outros, embora não tenha sido estabelecido se isso é ou não possível ter outros movimentos do assoalho pélvico ou se isso é apenas menos comum.

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“Estamos fazendo um estudo de longo prazo de mulheres usando o Lioness para ver como esses diferentes padrões de orgamos são experimentados, quais são os níveis de prazer e de onde vem a estimulação que os induz”, disse James Pfaus, professor de neurociência da Universidade Charles e principal autor do estudo, em comunicado.

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Fonte: IG Mulher

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