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Como salvar cães e gatos engasgados e quando levar ao veterinário

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Saiba como prestar socorros ao seu pet - conteúdo com colaboração de profissionais do Ceva Saúde Animal
Nadia Vasil’eva/Pexels

Saiba como prestar socorros ao seu pet – conteúdo com colaboração de profissionais do Ceva Saúde Animal

Os cachorros, especialmente quando são filhotes, adoram explorar e podem pegar qualquer objeto que encontram pelo caminho. Esses objetos podem se partir e, com os pedaços, há possibilidades de um engasgo acontecer. Mesmo os gatos, que são bem mais seletivos com a alimentação, podem sofrer com esse tipo de acidente.

Qualquer conteúdo ingerido, como pedacinhos de brinquedos, lascas de ossos e até ração e água, pode causar a obstrução de traqueia, causando a tosse característica de engasgo e dificuldade para respirar. Por isso, é importante saber como ajudar o pet nestes momentos.

Para ajudar que os tutores saibam o que fazer, a médica veterinária Fernanda Ambrosino elaborou um guia rápido para reconhecer um animal engasgado e o que fazer para prestar os primeiros socorros em casa.

 Os sinais de engasgo

  1. Tosse frequente e constante, com o intuito de desobstruir a garganta – a tosse excessiva pode interferir na respiração do animal, por isso um pet tossindo requer atenção.
  2. Agonia evidente, com movimentação constante e algumas vezes em círculos, levando a pata ao focinho ou à boca na tentativa de tirar o objeto.
  3. Mímica de vômito e excesso de salivação são sinais de que existe algo obstruindo a garganta do pet.
  4. Língua arroxeada e gengiva roxa ou azulada indicam que existe uma obstrução causando falta de ar, podendo levar a desmaios e até mesmo óbito.
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O que fazer quando o pet se engasga

Remova o objeto

Inspecione a boca do pet para poder verificar se existe algum corpo estranho preso na garganta. Com outra pessoa segurando o cão, abra a boca do pet e coloque a língua um pouco para o lado a fim de visualizar a garganta.

Se for possível observar um objeto preso no local utilize uma pinça ou algo similar para retirar, com cuidado para não empurrar ainda mais para dentro. O cuidado deve ser redobrado para remover ossos ou outros objetos que se lascam facilmente para evitar cortes e perfurações das vias aéreas.

Se não for possível ver nenhum objeto, não continue procurando!

Manobra de Heimlich

Segure o pet com as costas apoiadas em seu peito, abrace o pet com as suas duas mãos abaixo do esterno (o osso no meio do peito) e faça força, pressionando para cima com o objetivo de pressionar o diafragma e expulsar o objeto que está atrapalhando a passagem de ar.

Atenção: cuidado para não machucar o animal, faça apenas se tiver certeza de que ele está engasgado e com dificuldade de respirar.

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Força da gravidade

Se o pet for de médio ou pequeno porte, é possível levantar o animal pelas patas traseiras (com muito cuidado) e segura-lo de cabeça para baixo e dar leve sacudida ou tapinhas nas costas para que a gravidade ajude a soltar o objeto.

Já nos pets maiores, mantenha as patas dianteiras apoiadas no chão e levante as patas traseiras, inclinando o animal para a frente.

Batida nas costas (apenas cães)

Usando a palma da mão, dê quatro ou cinco golpes entre as escápulas (“ombros”) do cachorro, tomando cuidado com a força excessiva no caso de pets menores para não lesionar articulações e ossos.

Se mesmo com todas as tentativas o pet não melhorar, ele deve ser encaminhado urgentemente para a clínica veterinária mais próxima!

Caso tenha conseguido eliminar a obstrução em casa, o tutor deve acalmar o animal e se certificar de que ele está respirando normalmente. Após isso, é importante que se faça uma consulta o quanto antes para que um médico veterinário possa avaliar se não existe mais nada obstruindo a garganta do pet e ter certeza de que não houve nenhuma lesão ou ferimento.

Para esse e outros casos de emergência, o iG Pet Saúde pode ajudar com assistência 24 horas e transporte até a clínica mais próxima, incluindo consultas e até cirurgias. Confira  essas e outras vantagens de se ter um plano de saúde pensado especialmente para cães e gatos, tudo por apenas R$ 24,90 nos três primeiros meses! Acompanhe o  Canal do Pet também no Telegram!

Fonte: IG PET

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5 raças de cachorros pequenos: conheça as características de cada uma delas

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5 raças de cachorros pequenos: conheça as características de cada uma delas
Redação EdiCase

5 raças de cachorros pequenos: conheça as características de cada uma delas

Médica veterinária fala sobre os cuidados necessários com alguns cães de pequeno porte

Existem diversas raças de cachorros de pequeno porte, com características e necessidades específicas. Por isso, conhecer cada uma delas é importante para garantir que o pet seja bem cuidado e conviva em harmonia com a família.

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1. Maltês

Segundo a médica veterinária Mabel Vaz, essa raça é inteligente e afetuosa com o tutor. “São muito alegres e expressivos, qualidades que fazem deles maravilhosos cães de companhia. Eles são muito bonitos e elegantes por conta da pelagem, e são uma ótima companhia para quem mora em espaços pequenos. Seu pelo é longo e liso, e não precisa de tosa, apenas uma escovação diária. Muito alegres e agitados, eles sempre estão dispostos para brincar”, lista a médica veterinária.

Porém, esse cãozinho não gosta de ficar muito tempo sozinho. Precisa sempre estar perto de alguém, pois sua capacidade de interagir é grande. Ele convive muito bem com pessoas e outros animais. Possui muita energia e, consequentemente, exige a prática constante de exercícios para não se tornar um animal muito estressado.

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2. Buldogue Francês

“Excelente companheiro, sociável, alegre, brincalhão, carinhoso e inteligente”, descreve a veterinária Mabel Vaz. Para o Buldogue Francês, um pouquinho de exercício já é suficiente. Como ele é do tipo que tem focinho chato/curto, tem mais dificuldade para respirar quando pratica exercícios físicos.

Esse pequeno cachorro ama companhia e precisa estar sempre rodeado por humanos. Adora todos a sua volta, gosta de ficar no colo e brincar com as crianças. Essas qualidades fazem do Buldogue Francês uma excelente companhia.

3. Lulu da Pomerânia

Esse cachorro parece um bichinho de pelúcia! É encantador. Também conhecido como Spitz Alemão Anão, esse pet é bem calmo, tranquilo e gentil. A pelagem é bastante espessa, mas não exige tosa. Para manter os pelos saudáveis, é importante escová-los todos os dias.

O Lulu da Pomerânia é muito inteligente e alegre. Está sempre em alerta para qualquer perigo e observa todas as ações à sua volta. Pode se dar muito bem com crianças, desde que ele seja apresentado a elas desde filhote. É um cachorro muito ativo e, às vezes, pode latir muito.

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4. Pug

“São muito atentos e dóceis”, conta Mabel Vaz. Esse cãozinho é muito caseiro, adora ficar no colo e não late tanto à toa. O Pug não se dá muito bem com atividades físicas intensas. Por isso, é uma boa companhia para quem prefere ficar em casa, sossegado.

Assim como o Buldogue Francês, o Pug pode ter dificuldades para respirar e isso costuma gerar um ronco ofegante. É um animal inteligente e obediente. Está sempre de bom humor.

5. Pinscher 

“É muito afetuoso com o dono, mas não tolera facilmente os desconhecidos. Late furiosamente e dá o alarme ante o menor movimento suspeito”, explica Mabel Vaz. Eles são bem parecidos com a raça Chihuahua, por isso, muitas vezes são confundidos um com o outro. É um cachorro dócil e companheiro. Enérgico, ele adora latir.

É um cão que está sempre em sinal de alerta e desconfia de todos os estranhos. Por ter um temperamento eufórico, e devido ao seu tamanho, quem tem crianças em casa precisa tomar cuidado. Elas podem machucá-lo sem querer, e ele pode tentar revidar.

Confira mais dicas para cuidar dos animais de estimação na revista ‘Guia dos Pets’

Fonte: IG PET

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