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Cruzeiro no rio Nilo é opção diferenciada para conhecer o Egito

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O cruzeiro no Rio Nilo possibilita chegar a outros pontos turísticos
Divulgação/Memphis Tours

O cruzeiro no Rio Nilo possibilita chegar a outros pontos turísticos

O rio Nilo é um dos rios mais extenso do mundo, ao lado do rio Amazonas, e está localizado no continente africano. Ele tem uma importante relevância histórica para o mundo, já que é famoso por sua história antiga e pelos sítios arqueológicos que existem nas margens. Esse espaço deu origem às primeiras civilizações egípcias e abriga monumentos como as Grandes Pirâmides e a Esfinge de Gizé.

Ao viajar para o Egito , é possível encontrar cruzeiros que traçam um passeio pelo rio Nilo. A maioria das rotas são feitas entre duas cidades egípcias históricas: Luxor e Assuã. 

Luxor foi a capital do Antigo Egito, nomeada anteriormente de Tebas. A cidade foi o local onde mais foram encontrados tesouros arqueológicos em todo o país, sendo possível encontrar esfinges, templos e muito da história daquele período. Já Assuã é uma cidade pequena e pouco cuidada construída na margem do rio Nilo, mas com muitas atrações. 

Embora haja outras alternativas, como barcos simples ou às tradicionais feluccas, os cruzeiros entregam uma experiência mais completa com acomodação, restaurante com várias opções, piscina, lazer e sossego, fatores que os passeios com barcos tradicionais não têm.

A maioria dos navios não são enormes, mas oferecem conforto na medida certa e serviço bem estruturado. O cruzeiro tem algumas restrições pelo fato de a navegação ser feita em um rio, não no mar. Além disso, a estrutura portuária é preparada para navios de médio porte, o tamanho médio das embarcações que realizam o cruzeiro.

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Trajeto

As empresas que realizam cruzeiros no rio Nilo têm um trajeto padrão feito entre as cidades de Luxor e Assuã; mas o destino inicial e o final podem ser trocados, podendo inciar em Assuã e Luxor e vice-versa.

Escolhido o trajeto, o turista precisa se preparar . Embora as atrações turísticas sejam as mesmas, independentemente de onde seja o embarque ou desembarque. A principal diferença entre eles é em relação à quantidade de dias. Atente-se à isso, pois na hora de escolher, saiba que o pacote de dias influenciará o ritmo dos passeios, o que pode enriquecer ou não a experiência. Mas claro, o valor também mudará.

Os pacotes podem variam entre três dias e duas noites; três noites e dois dias; quatro noites e cinco dias, entre outras opções. O período máximo do cruzeiro é de sete noites.

A maioria das empresas oferecem cruzeiros de quatro noites saindo de Luxor e de três dias saindo de Assuã. A maioria dos turistas optam pelo roteiro de quatro dias saindo de Luxor, já que é a cidade mais turística do sul do Egito.

Quando ir?

No sul do Egito a região é quente naturalmente, mas nos meses de junho a agosto a temperatura eleva mais por conta da temporada de verão. Para aproveitar melhor e não passar muito calor, não é aconselhável realizar o passeio nesses meses.

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Como o cruzeiro pode ser feito o ano todo, os meses de outubro a abril, em que a temperatura fica menos intensa, são os mais recomodados para fazer turismo no sul do Egito.

Vantagens

Em grande parte, os cruzeiros são all inclusive.  As refeições são realizadas dentro do navio, sendo café da manhã, almoço e jantar. Em alguns cruzeiros, só as bebidas são à parte.

Outra vantagem de fechar um pacote de cruzeiro pelo rio Nilo é que o transporte está incluído; ou seja, o viajante não precisará se preocupar com o deslocamento entre cidades nem com o transporte até as atrações turísticas. Dependendo do pacote e da empresa, há a possibilidade de traslado do aeroporto ou ferrovia direto ao navio.

É possível fechar o cruzeiro com guia em português. Para isso, é importante que seja realizada uma boa pesquisa. Se o viajante não fala uma segunda língua ou não se sente confortável no inglês, não se preocupe: o Egito é bem preparado para receber turistas do mundo inteiro.

Alguns pontos turísticos que podem ser visitados durante os cruzeiros são: Abu Simbel, Templo de Philae, Edfu, Templo de Karnak, Kom Ombo e o Museu de Mumificação dos crocodilos, Avenida das Esfinges, Templo de Luxor, Colossos de Mêmnon, Vale dos Reis, Templo de Hatshepsut e a Tribo Núbia (povo nômade do III Milênio a.C). Entretanto, há variações de acordo a empresa escolhida.

Cabe encontrar uma empresa que atenda às necessidades e demandas do turista. Entre as empresas que realizam o cruzeiro no rio Nilo estão Farah Nile Cruise, Mayfair Cruises, Nile Monarch Nile Cruise, Steigenberger Minerva Nile Cruise e Jaz Crown Jewel Nile Cruise. 

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Fonte: IG Turismo

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Museu subaquático em Cannes une arte e preservação da vida marinha

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Cannes Underwater Eco-Museum (Ecomuseu Subaquático de Cannes, em português)
Fotos de @jasondecairestaylor

Cannes Underwater Eco-Museum (Ecomuseu Subaquático de Cannes, em português)

O Cannes Underwater Eco-Museum (Ecomuseu Subaquático de Cannes, em português) , foi inaugurado em Cannes, França, em fevereiro de 2021. Financiado pela Mairie de Cannes e encomendado pelo prefeito, David Lisnard, o projeto levou mais de quatro anos para ser finalizado. 

Jason deCaires Taylor é o artista à frente das peças que ficam submersas no mar. O Ecomuseu Subaquático se torna o primeiro lugar que as suas obras são instaladas no Mar Mediterrâneo, apresentando uma série de seis retratos monumentais , cada um com mais de 2 m de altura e 10 toneladas de peso.

As estátuas ficam localizadas perto da ilha de Sainte-Marguerite , uma das ilhas Lérins, ao largo da costa de Cannes. As obras são colocadas a uma profundidade entre 2 e 3 metros, e descansam em áreas de areia branca, entre os prados de gramíneas marinhas posidonias oscilantes na parte sul protegida da ilha, atmosfera característica dos mares.

A pouca profundidade e a proximidade com a costa tornam o local facilmente acessível , e as águas cristalinas proporcionam condições ideais para a prática de Esnórquel (prática de mergulho em águas rasas com o objetivo de recreação, relaxamento e lazer).

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Inaugurado em um contexto de pandemia, este é o único museu que você pode acessar de forma socialmente distante, usando uma máscara de mergulho sobre os olhos em vez de uma máscara sobre a boca.

Os seis trabalhos colocados na água são baseados em retratos de membros locais da comunidade , abrangendo uma gama de idades e profissões, por exemplo, Maurice, um pescador local de 80 anos e Anouk, um aluno de nove anos da escola primária.

Cada rosto foi significativamente aumentado e secionado em duas partes, a parte externa se assemelha a uma máscara. O tema das máscaras se conecta com a história da Île Sainte Marguerite, bem conhecido como o local onde o Homem com a Máscara de Ferro foi aprisionado pelo rei Luís 14 no século 17.

“A máscara também é uma metáfora para o oceano: de um lado, ela mostra força e resiliência; do outro, fragilidade e decadência. Da terra, observamos a superfície, calma e serena, ou poderosa e majestosa, no entanto, abaixo da superfície está um ecossistema frágil e perfeitamente equilibrado, um que tem sido continuamente degradado e poluído ao longo dos anos pela atividade humana”, argumenta o artista em seu site.

Antes das peças serem colocadas no mar, a localização das esculturas era em uma área de infraestrutura marítima em desuso.

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Além disso, o projeto realizou uma limpeza significativa do local, removendo destroços marinhos como motores antigos e tubulações para criar um espaço para a instalação das obras de arte que foram especificamente projetadas, usando materiais de Ph neutro e aço inoxidável 316 , para atrair a fauna e flora marinhas, ajudando a área a rejuvenescer e florescer. A cada temporada, o museu vai ganhando novas formas e texturas, de acordo com a evolução de algas e outros seres marinhos no local. 

O local agora foi isolado de barcos, tornando-o seguro para mergulhadores e evitando danos por âncoras aos prados de ervas marinhas, área de habitat vital referida como os pulmões do oceano para a vasta quantidade de oxigênio que produz.

Como todos os seus projetos, Jason pretende chamar a atenção para o mar como uma biosfera frágil em urgente necessidade de proteção. Isso porque o artista tem outros museus subaquáticos de sua autoria espalhados pelo mundo, como o Museu de Arte Subaquática (Musa) , no México; Parque de Esculturas Submarinas de Molinere , em Granada; Museu Atlântico , na Espanha; Museu de Escultura Subaquática Ayia Napa (Musan) , no Chipre e o Museu de Arte Subaquática (Moua) , na Austrália. Além de outras instalações solos relacionadas ao ambiente aquático.

Para visitar o museu, é preciso de uma máscara de esnórquel, caso contrário não verá muito. Mas se não tiver, pode encontrá-los nos supermercados ou nas lojas próximas da região.

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Fonte: IG Turismo

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