Momento Turismo

Destino dos famosos: as montanhas, o mar e o charme da Ilha de Capri

Publicados

em

source
Anitta, Maisa e Luciana Gimenez já foram para a Ilha de Capri
Montagem/Instagram/Reprodução

Anitta, Maisa e Luciana Gimenez já foram para a Ilha de Capri

Conhecida como a ilha mais cara para se visitar na Itália, a Ilha de Capri é um cobiçado destino de verão do hemisfério norte (que acontece entre junho e setembro). A elegante região está no Golfo de Nápoles e é muito cobiçado, seja pelos belos cenários naturais ou por abrigar diversas lojas de grife famosas. A região é tão encantadora que foi escolhida por Maisa para celebrar a chegada dos 20 anos ao lado das amigas. Além da apresentadora, Anitta, Luciana Gimenez e Sasha Meneghel já deram uma passadinha por lá.

A Ilha de Capri também é o destino para onde vão os famosos internacionais quando querem descompressão e tranquilidade. Já foram vistos ali Jennifer Lopez, Ben Affleck, Beyoncé, Jay-Z, Ciara e Kris Jenner. O fato de ser refúgio dos famosos fez com que a popularidade do local explodisse nos anos 1950 e ganhasse a fama que cultiva até os dias de hoje.

Com uma área de cerca de 10 quilômetros quadrados no meio do Mar Tirreno, a Ilha de Capri fica próxima da região da Campânia e é conhecida como um dos destinos mais luxuosos e requintados do mundo. A estética local é uma extensão do acolhimento e da estética charmosa da Costa Amalfitana, com construções coloridas distribuídas pelas formações rochosas.

A Ilha de Capri é repleta de atrações que colocam o turista em contato com a natureza litorânea italiana. Por lá, é possível desbravar cavernas, grutas e admirar rochedos gigantes que despontam do mar; além de aproveitar praias pequenas e afastadas onde há a possibilidade de curtir com privacidade.

O belo cenário montanhoso para admirar e as águas calmas bem azuis fazem com que a Ilha de Capri seja um dos melhores destinos do mundo para velejar, atraindo também quem deseja ter experiências de luxo em alto mar, como passar o dia relaxando em um iate desfrutando de um bom espumante. https://turismo.ig.com.br/destinos-internacionais/2022-01-10/melhores-destinos-para-velejar-no-brasil-e-no-mundo.html

Além da região de Capri, a ilha também abriga uma outra cidade: Anacapri. Essa região é considerada menos badalada e é conhecida por ser mais tranquila; além de estar localizada num pico muito mais alto de onde é possível observar toda a enseada. Uma tática para baratear a viagem é se hospedar nessa região.

Como chegar à Ilha de Capri?

Só é possível chegar até Capri por via marítima. As balsas e barcos saem mais frequentemente de Nápoles, Sorrento e, no verão, das comunas de Amalfi, Salerno, Ísquia e Positano, na região da Campânia. Para quem sai do Brasil, o melhor caminho é ir até Nápoles. A média de preço dos voos que saem do Aeroporto de Guarulhos (GRU), em São Paulo, com destino ao Aeroporto Internacional de Nápoles, é de R$ 9,4 mil, ida e volta.

Leia Também:  'Medo dá, mas passa', diz mochileiro que foi para mais de 200 cidades

Em Nápoles, é possível encontrar barcos com destino a Capri nos portos de Molo Beverello e Calata di Massa por cerca de € 22 (R$ 112 na cotação atual). O trajeto tem previsão de 50 minutos. Em Sorrento, é possível encontrar barcos por € 20 e € 16 (R$ 102 e R$ 81); no entanto, só compensa fazer as saídas de lá caso o turistas já esteja pela região da Campânia, já que o aeroporto mais próximo fica justamente em Nápoles.

O que fazer na Ilha de Capri?

Marina Grande

A região abriga o porto de Capri; ou seja, o que está ali é o primeiro cenário que será visto pelo turista. É possível ter o primeiro vislumbre da grandiosidade da ilha, das formações rochosas e das charmosas construções coloridas que fazem companhia ao turista durante toda estadia.

Por ali, já é possível desfrutar de uma caminhada muito agradável, visitar lojas de souvenirs, fazer passeios de barco ou conhecer a praia de Marina Grande. Também dá para se deliciar em bares e restaurantes – seja com o cardápio ou devido à bela vista.

Piazzetta

A praça central de Capri fica a alguns lances de escada para cima. É possível fazer a locomoção também com o funicular. O nome oficial do local é Piazza Umberto I e reserva uma grande diversidade de bares, restaurantes, hotéis e spas. É a região ideal para caminhar sem pressa e sem rumo – se deixe levar pela cidade e se prepare para conhecer cantinhos charmosos e marcantes. Perto da Piazzetta se encontra a Via Carmelle, uma rua estreita e elegante que abriga algumas lojas de presente, incluindo marcas de grife e maisons de perfume.

Praias

Além dos belos passeios pela ilha, as praias são um dos principais chamativos de Capri e são, em sua maioria, pequenas. Todas oferecem ao turista a possibilidade de experimentar o clima litorâneo e a beleza do local de maneiras diferenciadas.

Além da praia que fica em Marina Grande, a Palazzo al Mare também é de fácil acesso e é possível chegar de barco ou a pé. A praia de Punta Carena é a mais isolada e oferece clima privativo – é um dos principais locais escolhidos para ver um lindo pôr-do-sol. A praia de Marina Piccola também é badalada, principalmente pelos arcos de pedra e por colocar o viajante em contato direto com outro famoso ponto turístico: o Faraglioni de Capri.

Passeios de barco e atividades em alto mar

O que não falta na ilha são rotas e paisagens para apreciar em um passeio de barco pelo Mar Tirreno. É possível também alugar iates que ficam parados em alto mar para que o turista consiga mergulhar e curtir um descanso flutuando nas águas. Um dos principais passeios de barco é o que contorna toda Ilha de Capri, um trajeto de cerca de duas horas em que é possível apreciar cada ângulo da formação rochosa.

Leia Também:  'Medo dá, mas passa', diz mochileiro que foi para mais de 200 cidades

Grotta Azzurra, a Gruta Azul

Um dos principais pontos turísticos da ilha é uma caverna que preserva águas em um tom de azul intenso, fenômeno possível devido à passagem da luz do Sol por uma cavidade que faz a água brilhar no escuro. A gruta está parcialmente submersa: tem cerca de 30 metros de altura, 14 metros de largura e 54 metros de comprimento, sendo considerada relativamente pequena em comparação a outras cavernas mundo afora.

A caverna é repleta de estalactites (que são as formações pontiagudas no teto) que se destacam pelo reflexo prateado da água. O local preserva ainda alguns vestígios da passagem da civilização romana, como esculturas e decorações na parte submersa.

No entanto, entrar nela pode ser uma experiência claustrofóbica para algumas pessoas. Para entrar na Gruta Azul , o barco passa por uma abertura bem estreita e o turista precisa até tapar o nariz devido ao nível da água.

Faraglioni de Capri

Consiste em três formações rochosas de 100 metros de altura que despontam no mar de Capri e se tornaram estrelas do destino. Elas são nomeadas de Faraglioni di Mezzo (a rocha que conta com uma fenda), Faraglioni di Fuori e Stella. As rochas são visíveis de diversas regiões da ilha. Uma dica de localização para apreciar os Faraglioni é ir até o Belvedere di Tragara, um mirante deslumbrante de onde é possível observar a costa.

Giardini di Augusto, os Jardins de Augusto

É uma área que concentra jardins botânicos criados no século 20. Era parte da propriedade privada do alemão Friedrich Alfred Krupp, figura importante para a história da Ilha de Capri. O diferencial dos jardins está na maneira como está disposto: bem na beirada de um paredão rochoso. A região conserva diversas espécies de plantas, além de ser um dos melhores mirantes da ilha – é também outro ponto de onde se consegue ter uma vista interessante do Faraglioni de Capri.

Monte Solaro

Localizado em Anacapri, o Monte Solaro corresponde a região onde fica o pico mais alto de toda ilha – são 589 metros de altura. De lá de cima, é possível observar Capri por inteiro! Além disso, a região conta com um centro bem preservado e bonito, que conta com muitas cafeterias. Subir até lá também é uma aventura: o turista precisa pegar um teleférico bastante aberto. Por isso, a subida em si já é uma atração que faz o passeio valer a pena.

Siga o perfil geral do Portal iG no Telegram .

*Preços consultados em 26 maio de 2022 levando em consideração o período entre 11 e 15 de junho.

Fonte: IG Turismo

Propaganda

Momento Turismo

‘Medo dá, mas passa’, diz mochileiro que foi para mais de 200 cidades

Publicados

em

Tiago Pirrô terminou a faculdade de arquitetura e foi viajar pelo mundo
Arquivo pessoal 28.06.2022

Tiago Pirrô terminou a faculdade de arquitetura e foi viajar pelo mundo

A liberdade de viajar sem destino final, sem um porto ou compromisso poderia facilmente ser equiparada à autonomia de vivenciar as próprias escolhas sem amarras. A vida de Tiago Pirrô, de 35 anos, poderia ser olhada desse prisma. O arquiteto nasceu em Guarulhos, na Grande São Paulo, e se mudou para a Zona Leste de São Paulo, onde viveu até os 28 anos. Ali, ele se conheceu como pessoa, aprendeu a se identificar como um homem cis pansexual e descobriu a liberdade de ser quem é. 

A história poderia parar por aí, se não fosse um acontecimento trágico que abalou sua vida: uma grande amiga morreu ainda jovem, aos 25 anos, o que o fez pensar sobre que rumo tomar na vida. Mais tarde, a violência também bateu à sua porta quando foi assaltado em São Paulo, ao lado de um ex-namorado, que levou dois tiros; um ultrapassou o pulmão o outro se alojou a dois dedos do coração e não pôde ser retirado.

O trauma gerou em Tiago uma síndrome do pânico e, embora o então namorado tenha sobrevivido, ele diz que esse foi outro fator importante para adotar um novo estilo de vida, largar a carreira de arquiteto e viver livre, sem rumo e sem destino. O aventureiro primeiro foi para a Irlanda, onde morou por quatro anos, mas o desejo de viver na Espanha falava mais alto.

“Programar as coisas não faz muito parte da minha realidade. Mudo de um país para o outro muito rápido. Decidi ir para Espanha, eu larguei meu trabalho na área de arquitetura, em que ganhava muito bem, e fui para lá em menos de 48 horas. Entretanto, passei por perrengues durante a pandemia. Tive que ir para a Irlanda para ajudar minha família. Não desisti do meu sonho de morar na Espanha e, na primeira oportunidade, voltei para lá”, narra Tiago.

Leia Também:  'Medo dá, mas passa', diz mochileiro que foi para mais de 200 cidades

Ele também criou um canal no Youtube, “Tiago Pirrô Mundo Afora” para mostrar suas aventuras pelos estados brasileiros e países que visita. O nômade morou por três anos na Espanha e se apaixonou pelo novo: lugares desconhecidos, novas culturas, ideias e histórias de vida. “Elas sempre me fascinaram. Conheço cerca de 20 cidades do sul da Espanha e vivi em Málaga todo tempo em que morei lá”, adiciona.

Em seus roteiros pelo Brasil, ele já foi para São Paulo, Rio de Janeiro, em locais como Botafogo, Copacabana, Urca, Ipanema; em Minas Gerais já passou por Extrema, Guapé, Formiga, Ilicínea, Santa Rita, Pouso Alegre e Alfenas. Na Europa, ele conhece a Irlanda e Irlanda do Norte quase inteira. Além de já ter ido para Portugal, mais precisamente a Lisboa, Setúbal e Albufeira.

Além de já ter ido para o Reino Unido, onde conheceu Londres, Glasgow, também a Escócia e Gibraltar. Ele já morou também quatro meses na Itália. Enquanto estava em processo de adquirir a cidadania. Na Alemanha, Tiago foi para Colônia, Amsterdã, Bruxelas e entre outros destinos enriquecedores.

“Na Itália, tive o prazer de conhecer 18 cidades do norte. Morei dois meses em Pádua e os outros dois em Milão. Já fui em muitos lugares, sem dúvida, e o número de cidades que fui já passou de 200”, retoma.

Na Polônia, que acredita ser o destino mais longe em suas viagens, até agora pôde visitar a cidade de Poznán, onde relata que foi uma das melhores experiências que já teve.

“Conheço pessoas de vários países, culturas, idades, religiões e graças a Deus sempre fui admirado e respeitado por todos. Sou grato por jamais ter sofrido o preconceito na pele”, reflete.

Apoio familiar

O processo de anunciar a família a decisão de viver a vida sem um rumo certo não foi fácil. O aventureiro lembra que muitos integrantes ficaram com um pouco de medo, mas apoiaram.

“Hoje todos da família me olham com admiração e um exemplo a ser seguido, o que me enche de orgulho, pois também ajudei pessoas da minha família a correrem atrás dos próprios sonhos”, completa.

Todavia, nem tudo são flores, ele conta que para conseguir se manter, precisou aceitar diversos tipos de trabalhos, mas não vê isso como um grande mal, porque prefere enxergar o lado positivo.

Leia Também:  'Medo dá, mas passa', diz mochileiro que foi para mais de 200 cidades

“Não tenho tempo ruim para trabalho. Na Espanha fui garçom, fazia faxinas em casas e estabelecimentos comerciais, recepção de hostel e cuidei de alguns jardins e cuidei de cachorros e gatos”.

Recentemente, ele voltou para o Brasil para visitar sua família que não via há muito tempo. No dia dessa entrevista, Tiago estava em casa, com a família, e faz novos planos para seguir com o projeto de conhecer o mundo. O arquiteto está investindo em trabalhos on-line, pois dará a ele a mobilidade que precisa.

“Vou fazer meu perfil em sites para fazer tradução inglês-português, dar aulas com foco em conversação e vocabulário para iniciantes e intermediários, e agora que estou ficando melhor na edição de vídeos também vou oferecer esse serviço. O mundo é cheio de oportunidades, basta sabermos aproveitá-las. Medo e insegurança sempre existem, e se deu medo é porque estamos no caminho certo”, defende.

Comprar itens no mercado é também uma forma que ele utiliza para economizar, além disso, ele sempre opta em provar comida típica fora das áreas turísticas, porque é mais barato, e para ele é também mais gostosa: “Já trabalhei muito em restaurante em áreas turística e não turísticas. Onde os estrangeiros circulam, por ser sempre cheio e precisarem preparar rápido, a comida é sempre ruim e cara, têm só a aparência bonita. Restaurantes em destinos menos turísticos a comida é barata, sempre fresquinha e feita com muito amor e carinho”, divide o mochileiro experiente.

Além disso, ele aconselha que todos que desejam seguir esse estilo de vida, só basta ter a coragem de se jogar para o novo. Tiago garante que o medo vai surgir, mas salienta que é assim que alguém chega ao lugar que todo esse sentimento vai passar.

“O bicho-de-sete-cabeças só existe na nossa mente. Descobri isso quando fiz minha primeira viagem internacional, que foi meu intercâmbio na Irlanda. Não conhecia ninguém lá e não sabia o significado de ‘How are you?’ [‘Como você está?’, em português]. Perrengue existe em todo lugar, mas ser humano é justamente saber lidar com os perrengues. Eles são as melhores histórias da nossa vida”, argumenta Pirrô. 

Acompanhe o  iG Turismo também pelo Instagram e receba dicas de roteiros e curiosidades sobre destinos nacionais e internacionais.

Fonte: IG Turismo

Continue lendo

MOMENTO POLICIAL

MOMENTO DESTAQUE

MOMENTO MULHER

MOMENTO PET

MAIS LIDAS DA SEMANA

Botão WhatsApp - Canal TI
Botão WhatsApp - Canal TI