Momento Turismo

Estudante viajou à Bélgica para festival; conheça o turismo de balada

Publicados

em

source
Gabrielle Correia, 24 anos
Arquivo pessoal

Gabrielle Correia, 24 anos

A moderadora de conteúdo Gabrielle Correia, de 24 anos, é uma jovem que, para aproveitar as baladas que gosta, precisa se locomover. Ela conta que iniciou a paixão por baladas aos 15 anos, quando ainda ouvia pop frequentemente. Mas, ao completar 18 anos, se apaixonou pela música eletrônica.

“Sou super tranquila para viajar para ir em festas, eu realmente gosto dessa experiência e me preparo para ir”, conta. 

Moradora da capital de São Paulo , ela explica que, embora o cenário de festas seja bom, ela faz questão de ir até Lagoinha, interior de São Paulo, para curtir uma festa alternativa com vertente Psytrance. “Não é uma necessidade viajar sempre, porque moro em São Paulo e tem muitas festas.”

O Psytrance, também conhecido como trance psicadélico é uma forma de música eletrônica desenvolvida no fim dos anos 1980. As festas que frequenta são em sua maioria em galpões abandonados com todo o tipo de pessoal, um ambiente bem plural e engloba outros gêneros musicais, como o techno e o hard techno

Leia Também:  Pedidos de empréstimos para viagens aumentam 85% nos últimos 12 meses

As viagens duram em média três dias e o perfil das acomodações varia entre hotel, pousada e acampamento, sendo o último o mais comum, segundo Gabrielle, pois “enriquece mais a experiência”. “Geralmente o line-up e data de uma festa é divulgado três meses antes. Então me programo nesse período”, pontua.

Edith Zuba, 38 anos
Arquivo pessoal

Edith Zuba, 38 anos

A estudante de nutrição Edith Zuba, de 38 anos, também é apaixonada por música eletrônica. “Eu amo viajar, independentemente do destino. Acredito que uma viagem sempre proporciona experiências incríveis e, quando tem uma festa no meio, fica ainda melhor. Por esse motivo, me organizo para viajar em datas nas quais sei que haverá uma festa ou um festival muito bom”.

A estudante, que também trabalha com vendas, sempre esteve conectada com a música, mas foi aos 23 anos que começou a viajar com o objetivo de aproveitar um bom som.

Moradora de Montes Claros, norte de  Minas Gerais , Edith precisa viajar para conseguir acessar o cenário de baladas, já que a cidade não tem muitos eventos que a atraia.

“Moro em uma cidade pequena, onde nunca tem festas grandes ou com estilo de música que eu gosto. Então, se quero curtir uma boa festa, preciso sair daqui”, explica.

Leia Também:  Validade do passaporte infantil varia conforme idade; veja como tirar

Ela pontua também que, como as baladas ocorrem mais em fins de semana, suas viagens são bem rápidas. E caso o evento ocorra em São Paulo, ela consegue ficar em casa de amigos. Mas se é em outro destino, precisa ficar em hotéis ou alugar um Airbnb. O destino mais longe para onde já viajou foi a Bélgica para ir ao festival Tomorrowland . “Acho fantástico se conectar com o novo, conhecer gente nova e, claro, curtir uma boa música.”

“O desafio maior sempre é o dinheiro para viajar e conseguir folga no trabalho. Depois disso organizado, é só alegria”, completa.

Conselhos

Zuba diz ser muito bom curtir uma boa festa, mas é preciso saber separar momentos de lazer, estudo e trabalho. “As responsabilidades devem ser priorizadas e as festas devem vir em segundo plano. Tá curtindo o fim de semana? Se joga. Mas na segunda-feira foque no que é importante”, argumenta.

Gabrielle também aconselha que, para quando ir em alguma festa, é preciso planejamento e, além disso, manter uma boa saúde física.

Siga o perfil geral do Portal iG no Telegram. 

Fonte: IG Turismo

Propaganda

Momento Turismo

Descubra como aproveitar a temporada de pesca esportiva no Amazonas

Publicados

em

Turismo de pesca na Amazônia
Divulgação

Turismo de pesca na Amazônia

As mortes do indigenista Bruno Pereira e do jornalista inglês Dom Phillips, em junho, revelaram um retrato perverso da pesca ilegal na Amazônia. Mas a atividade na região não é necessariamente criminosa e predatória. A pesca esportiva ajuda a garantir a preservação das principais espécies de lá, como o tucunaré, o pirarucu, a pirarara e a piraíba.

Esse tipo de turismo é a principal atividade econômica para Barcelos e Santa Isabel do Rio Negro, municípios do Amazonas que são os principais destinos da prática no Brasil, com uma temporada que vai de setembro a março.

“A pesca esportiva, hoje, é fundamental para a sobrevivência dos municípios da calha do Rio Negro. As operações de pesca, em barcos hotéis, pousadas ou acampamentos, geram cerca de cinco mil empregos diretos e indiretos”, explica Alexandre Arruda, o Mega, presidente da Abot (Associação Barcelense dos Operadores de Turismo), que reúne 90% das operações naquela região.

Expectativa em alta

O otimismo é grande para a temporada de pesca esportiva que está prestes a começar, na primeira semana de setembro. Após dois anos seguidos de pandemia, o número de turistas já está perto dos melhores períodos anteriores à Covid-19, quando a taxa de ocupação das operações do ramo beirou os 100%.

Os pacotes para uma semana inteira de pesca nas operadoras legalmente registradas começam a partir de R$ 5 mil (em acampamentos), passando pela média de R$ 9 mil (em barcos hotéis), e chegando a pouco mais de R$ 20 mil (pousadas). Normalmente, os preços incluem hospedagem nos dias de pesca com pensão completa, bebidas, gasolina, guia e barcos (voadeiras). A ideia do sistema all-inclusive é deixar o turista se preocupar apenas em fisgar um peixe, fotografar e soltar seus troféus; como um sonhado tucunaré-açu acima de 80 centímetros ou uma gigante piraíba de dois metros.

Leia Também:  Em Portugal, denúncias de xenofobia contra brasileiros aumentam 13,5%

Dias cheios

Um dia da atividade na região do Rio Negro começa bem cedo. Às 5h30, o café está na mesa com pães, bolos, tapioca e sucos típicos, como graviola, taperebá e cupuaçu. Os pescadores saem em duplas nas voadeiras, abastecidas com bebidas e tira-gostos, e vão buscar os pontos de pesca. Por volta do meio-dia, há uma parada para almoço. Há a possibilidade de comer em praias ou voltar para a pousada, acampamento ou barco hotel. A pescaria continua até as 18h, com retorno das voadeiras para a base. Antes do jantar, é hora da resenha e de muitas histórias (verdadeiras ou não). Essa rotina se repete por cinco ou seis dias, de acordo com o pacote contratado. Um dos dias mais esperados pelos turistas é o do luau, quando a operação organiza um churrasco à noite numa praia, com visual inesquecível ao entardecer.

A prática e a conservação

A expansão da pesca esportiva no Brasil vem sendo o caminho para garantir a preservação das espécies na região e em outros ecossistemas, como Pantanal, Araguaia e represas do Sudeste e do Sul. O sistema de pesque e solte é obrigatório nas operações ligadas à Abot e nas operações legais de Santa Isabel.

“Desde sua criação, em 2012, a Abot sempre procurou formar parcerias com a prefeitura, órgãos de fiscalização, associações e com as comunidades ribeirinhas para combater a pesca predatória”, diz Mega. “Hoje, há na região a consciência de que o peixe vivo vale mais. O peixe morto é vendido uma vez, a preço pequeno. O peixe vivo atrai os turistas todos os anos”, completa. 

Além da pescaria, os turistas ainda têm a oportunidade de conhecer partes remotas e praticamente intactas da Amazônia. Os barcos hotéis ainda têm a vantagem de percorrer longos trechos do Rio Negro e afluentes diante de mata preservada e muitos animais, com direito a jacarés, revoadas de araras, tucanos, papagaios e, com sorte, onças.

Turismo de pesca na Amazônia
Divulgação

Turismo de pesca na Amazônia

Leia Também:  SP: Parque Alto da Boa Vista ganhará mirante, trilha e 'cachorródromo'

Operações

Kalua Barco Hotel. Opera com dois barcos hotéis a partir de Barcelos e Santa Isabel. Tem exclusividade no Rio Jurubaxi, afluente do Rio Negro. Os barcos oferecem camarotes duplos com ar-condicionado e banheiro. Contato: (92) 98199-0641. Instagram: @kaluabarcohotel.

Zaltana. Opera a partir de Santa Isabel em barco hotel com cabines duplas, ar-condicionado e banheiro. Contato: (11) 99327-8894. Instagram: @barcozaltana

Amazon Lord. Opera a partir de Barcelos e Nova Olinda em três barcos com cabines duplas, ar-condicionado e banheiro. Contato: (11) 98991-8990. Instagram: @amazonlord.oficial.

Santana Rio Negro Lodge. A pousada possui 20 apartamentos com ar-condicionado e banheiro. Fica numa região entre Barcelos e Santa Isabel. Contato: (92) 99221-7219. Instagram: @rionegrolodge.

Amazon Xplor. Opera num hotel recém-construído na área do Rio Arirarrá, afluente do Negro. Contato: (92) 98530-4867. Instagram: @amazonxplor.

Angatu. Opera a partir de Barcelos e Santa Isabel do Rio Negro em três barcos com cabines duplas, ar-condicionado e banheiro. Contato: (16) 99773-6639. Instagram: @barcosangatu.

Tayaçu. Opera a partir de Santa Isabel em dois barcos com cabines duplas, ar-condicionado e banheiro. Contato: (11) 98294-2464. Instagram: @tayacu2.

Princesa Amazônia. Opera em dois barcos hotéis a partir de Barcelos e Santa Isabel com cabines duplas, ar-condicionado e banheiro. Contato: (97) 99163-7522. Instagram: @princesaamazonia.

Julyana tur. Opera em barco hotel a partir de Barcelos com cabines duplas, ar-condicionado e banheiro. Contato: (92) 99193-5135. Instagram: @julyana_tur.

Sauadaua Pesca Esportiva e Ecoturismo. Opera em acampamento. Contato: +55 97 99143-6649. Instagram: @allengadelha. 

Acompanhe o  iG Turismo também pelo Instagram e receba dicas de roteiros e curiosidades sobre destinos nacionais e internacionais. Siga também o  perfil geral do Portal iG no Telegram.

Fonte: IG Turismo

Continue lendo

MOMENTO POLICIAL

MOMENTO DESTAQUE

MOMENTO MULHER

MAIS LIDAS DA SEMANA

Botão WhatsApp - Canal TI
Botão WhatsApp - Canal TI