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Moradores de Chapara dos Guimarães MT registram as primeiras chuvas após o municipio sofrer com incêndios de grandes proporções

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Moradores registraram o momento em que na cidade de Chapada dos Guimarães, em Mato Grosso,  voltou a  chover, no início da noite desta terça-feira (1).

A chuva, no entanto, não era esperada na cidade. De acordo com as informações do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (Cptec), a probilidade de preciptação no município, nesta terça, era de apenas 5%.

A surpresa trouxe alívio para os moradores da região que sofrem com as queimadas, responsáveis pela devastação de mais de 5 mil hectares de mata. O fogo vinha sendo propagado pelo clima seco e altas temperaturas registradas em Chapada dos Guimarães.

Na segunda-feira (31), a fumaça, levada  pelo vento, chegou até a Capital e trouxe desconforto para os cuiabanos. Em Cuiabá, a chuva não é registrada há 102 dias, segundo o 9º Distrito de Metereologia de Mato Grosso.

Apesar do alívio em Chapada dos Guimarães, a previsão é de que ainda não volte a chover.

Em Chapada, nesta  quarta-feira (2), a temperatura pode alcançar até 36º e a probabilidade de chuva é de 5%. Em Cuiabá, a máxima é de 40º e a probabilidade de chuva também é de 5%.

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A baixa probabiidade de chuva em Chapada dos Guimarães e Cuiabá se estende durante toda a semana. No entanto, a temperatura deve subir ainda mais e nos municípios podem chegar até os 41º.

 

Otavio Ventureli(da redação com CPTEC)

 

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Pescadores de MT têm até esta sexta-feira(02/10) para declarar estoque de pescado de rio que poderão ser armazenado e comercializado

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O período de defeso da piracema será entre os dias 1º de outubro de 2020 e 31 de janeiro de 2021, em Mato Grosso.

Por isso, os pescadores profissionais ou estabelecimentos comerciais devem fazer a declaração dos estoques de peixes de rio que poderão ser armazenados e comercializados até o dia 02 de outubro. O documento deve ser entregue na sede da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), em Cuiabá, ou regionais.

A exigência é baseada em uma Resolução do Conselho Estadual de Pesca (Cepesca) que estabelece o segundo dia útil, após o início do defeso da piracema, como prazo máximo para declaração do estoque pesqueiro ao órgão ambiental estadual de meio ambiente competente.

Segundo a Sema, devem ser declarados peixes in natura, resfriados ou congelados, provenientes de águas continentais, existentes nos frigoríficos, peixarias, entrepostos, postos de venda, restaurantes, hotéis e similares.

A declaração de estoque de pessoa física só será permitida ao pescador profissional mediante apresentação de declaração de pesca individual (DPI), emitida em seu próprio nome. A declaração se estende aos peixes vivos nativos para fins ornamentais ou para uso como isca viva.

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PIRACEMA

Em Mato Grosso, a proibição da pesca inclui os rios das bacias hidrográficas do Paraguai, Amazonas e Araguaia – Tocantins. Será proibida a pesca, tanto amadora como profissional. No período é permitida apena a pesca de subsistência, desembarcada, que é aquela praticada artesanalmente por populações ribeirinhas ou tradicionais para garantir a alimentação familiar, sem fins comerciais.

Para os ribeirinhos é permitida a cota diária de três quilos e um exemplar de qualquer peso por pescador, respeitando os tamanhos mínimos de captura, estabelecidos pela legislação para cada espécie. O transporte e comercialização proveniente da pesca de subsistência também fica proibido.

Nos rios de divisa, em que uma margem fica em Mato Grosso e outra margem em outro estado, a proibição à pesca segue o período estabelecido pela União, que se inicia em novembro e termina em fevereiro de 2021.

A pesca nos trechos de divisa está liberada, porém o peixe pescado na região não pode ser transportado nem comercializado dentro do território mato-grossense. Quem desrespeitar a legislação poderá ter o pescado e os equipamentos apreendidos, além de levar multa que varia de R$ 1 mil a R$ 100 mil, com acréscimo de R$ 20, por quilo de peixe encontrado.

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Otavio V entureli(da redação com ascom)

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