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Adolescente atiradora filha do Empresário Marcelo Cestari que matou colega com um tiro na cabeça no Alphaville é hostilizada na Escola

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A menor de 14 anos, que assumiu ter atirado contra Isabele Guimarães Ramos, 14(foto em destaque), foi hostilizada pelos colegas de escola nas aulas virtuais no começo de agosto.

O caso é destaque na revista Época desta semana, que traz detalhes sobre a morte da adolescente na noite de 12 de julho.

O relato sobre as acusações sofridas pela menor foi feito pelo pai dela, o empresário Marcelo Cestari à revista. “Pouco antes de ser convocada para reproduzir o crime, a adolescente voltou a participar das aulas on-line de seu colégio, mas teve de sair da sala virtual depois de ouvir acusações de que era assassina”, diz trecho da reportagem da Época.

Situação semelhante foi vivida pela família no condomínio Alphaville, local do crime. “Como também começou a ser hostilizada por vizinhos, a família se mudou provisoriamente para a casa de um parente, deixando para trás a bela casa com um Lamborghini na garagem”.

Isabele foi morta com um tiro no rosto quando estava no banheiro da suíte da melhor amiga, uma adolescente de também 14 anos. Em seu depoimento a menor alegou que o disparo foi acidental, no entanto, o laudo contradisse o depoimento, mostrando que além do tiro não ter sido acidental, o atirador estava dentro do banheiro.

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Mesmo com o vazamento do laudo, Marcelo Cestari afirmou à Época que não acredita que sua filha tenha apertado o gatilho, mesmo achando que a arma estava descarregada.

“De todos os meus filhos, ela é a mais próxima. Não existe segredo entre nós. Eu já a pus contra a parede e perguntei olhando em seus olhos se ela havia atirado na amiga. Ela respondeu ‘não’ e eu acredito. Vou com essa verdade até o fim”, relatou na entrevista.

 

Otavio Ventureli(com época)

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Assaltante que levou malotes de dinheiro da Caixa do Boa Esperança em Cuiabá é morto a tiros na Bolívia

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A Polícia da cidade de San Matías, na Bolívia, investiga e tenta localizar criminosos que mataram  o  cuiabano Vinicius Bernardinelli Dacache, de 36 anos, assassinado com 11 tiros  na última quarta-feira (12).

Em 2006, ele foi condenado a 16 anos e oito meses de prisão por envolvimento em um roubo na agência da Caixa Econômica Federal ocorrido no dia 4 de junho do ano anterior.

Na ocasião, foram roubados R$ 195 mil de malotes que chegavam à agência, localizada no bairro Boa Esperança.

Vinicius também já havia sido preso por roubo em Tangará da Serra MT.

De acordo com informações de sites locais da Bolívia, Vinicius atuava no ramo de tratores e máquinas e três dos tiros foram na cabeça dele.

Consta ainda que ele não estava com o celular ou as chaves de um carro que estava próximo ao corpo dele.

Os familiares do foragido da Justiça foram até San Matias e realizaram o translado do corpo dele para Cuiabá.

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O sepultamento dele aconteceu na manhã desta sexta-feira (12). Ainda conforme informações locais, não foram identificados os responsáveis pela morte de Vinicius.

 

Otavio Ventureli(da redação com hiper)

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