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Amostra de carne de frango de um frigorífico de Santa Catarina apresentou resultado positivo para o novo coronavírus na China

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Uma amostra de asas de frango congeladas importadas do Brasil, de um frigorífico de Santa Catarina, apresentou resultado positivo para o novo coronavírus, segundo comunicado do governo chinês divulgado nesta quinta-feira(13).

A amostra foi retirada da superfície do frango, o que torna o caso diferente dos anteriores. As outras amostras de comida congelada que tiveram o resultado positivo para o vírus tinham material recolhido da superfície das embalagens.

A contaminação do alimento pode provocar queda das exportações brasileiras para a China.

— É difícil dizer em que estágio o frango congelado foi infectado — disse à Reuters um funcionário de um exportador de carne brasileiro com sede na China. A embaixada brasileira em Pequim ainda não se pronunciou sobre o caso.

Em Shenzhen, a amostra foi considerada positiva para o vírus durante testes de rotina no distrito de Longgang na terça-feira(11), e confirmada num reexame pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças local, disse o jornal South China Morning Post.

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O teste no frango brasileiro foi feito dentro de um programa de análises de rotina realizadas em carnes e frutos do mar importados. O programa de testes rotineiros está em vigor desde junho, quando um novo surto em Pequim foi associado a um mercado atacadista de alimentos na cidade de Xinfadi.

Camarão do Equador contaminado

O coronavírus também foi encontrado numa amostra de embalagem de camarão congelado do Equador em Xian, capital da província de Shaanxi, no noroeste da China.

Na província de Anhui (Leste), a prefeitura da cidade de Wuhu anunciou que detectou a presença do coronavírus em embalagens de camarões também procedentes do Equador. Os pacotes estavam sendo conservados no congelador de um restaurante da cidade.

No dia 10 de julho, a Administração da Alfândega da China fez testes com mostras de um contêiner e com pacotes de camarões brancos do Pacífico que apresentaram resultados positivos para o novo coronavírus. As avaliações aconteceram nos portos de Dalian (nordeste) e Xiamen (leste).

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Otavio Ventureli(com oglobo.)

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Juíz da 1ª zona eleitoral de Cuiabá entende que máscaras e álcool em gel distribuídos com nomes de cadidato não configuram propaganda eleitoral

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O juiz Geraldo Fernandes Fidelis Neto(foto), da 1ª Zona Eleitoral de Cuiabá, entendeu que máscaras e álcool em gel distribuídos com o nome do vereador Juca do Guaraná Filho  não configuram propaganda eleitoral antecipada.

O magistrado sentenciou uma ação movida pelo Ministério Público Eleitoral contra o parlamentar e julgou improcedente o pedido de condenação a ele.

Fidfelis chegou a dar liminar a favor do MP eleitoral em julho,  proibindo Juca de distribuir as máscaras. Contudo, ao analisar o mérito da ação, entendeu que não houve propaganda eleitoral por não haver pedido expresso de voto na distribuição das máscaras.

Além do aparato para o rosto, Juca também doou álcool em gel com o nome da empresa “Juca do Guaraná Transportes”. Para o MP Eleitoral, o vereador tentava inutilmente “dissuadir que a propaganda eleitoral seria referente a empresa” ao incluir o termo “transportes” na logomarca.

Juca chegou a fazer consulta pedindo parecer do MP Eleitoral sobre a destruição gratuita de “milhares de máscaras cirúrgicas e dosagens de álcool em gel” por meio do advogado Marcos Antônio Souza Laranhaga Carrara. O órgão recomendou a não distribuição dos itens e depois acabou acionando o vereador na Justiça Eleitoral, que deu a liminar em 10 de julho.

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A defesa de Juca argumentou que a distribuição do material foi feita entre 22 e 29 de abril, “em um contexto social alarmante decorrente da pandemia do novo coronavírus, qual seja, em pleno ápice da escassez de EPIs”. Primeiro, teriam distribuído máscaras cirúrgicas brancas e no dia 29 daquele mês foram produzidos os materiais com a logomarca da empresa, que é da família de Juca.

Os advogados do parlamentar argumentam ainda que o Ministério Público foi avisado das doações quando foi feita a consulta pedindo parecer e que, depois de uma notificação recomendatória, o vereador não doou quaisquer novos materiais.

Também defendem que a distribuição de máscaras não seria propaganda eleitoral antecipada porque não havia pedido de votos, nem existia “potencialidade lesiva para prejudicar a normalidade do pleito eleitoral”.

“É relevante anotar que não se trata de convalidar a distribuição de brindes, na escalada inicial da pandemia de Covid-19, o que é expressamente vedado, inclusive em período eleitoral, mas sim, buscar saber se o material apreendido evidencia propaganda eleitoral ou se situa em um indiferente eleitoral”, registrou o juiz.

Geraldo Fidelis afirmou que a situação gera dúvida sobre a ocorrência de propaganda extemporânea pelo conteúdo do material, ainda que tivesse sido demonstrada preocupação com a saúde da população em meio à pandemia.

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Ele justificou a liminar em razão de uma “estranheza” inicial, mas reiterou que não houve pedido de votos.

“Não pode passar despercebido que o período de pandemia do novo coronavírus promoveu uma mudança de paradigmas não apenas na sociedade brasileira, mas também em toda a humanidade e, inclusive, como mencionado pela defesa, o envolvimento da iniciativa privativa na promoção de doações de toda ordem de bens, produtos e serviços, é fenômeno que pode ser visto em todos os meios de comunicação”, afirmou.

“É também certo, que o engajamento pode, eventualmente, possuir fins promocionais e até mesmo escusos, porém, a fim de que a máxima “dois pesos e duas medidas” seja, tanto quanto possível, substituída pela paridade de armas e igualdade entre as partes, na ausência de certeza da prática de pedido expresso de votos e ainda, diante da comprovação da atividade empresarial exercida mediante o nome fantasia “Juca do Guaraná Transportes”, não há como acolher o pedido deduzido na representação”, julgou.

 

Otavio Ventureli(da redação com ascom)

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