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Após permitir que uma criança pegasse em arma de fogo para praticar tiro esportivo Empresário afirma que tentou pedir perdão à família de Isabele

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“Foi um infeliz acidente em que minha filha perdeu a melhor amiga dela”, afirma o empresário Marcelo Cestari, pai da menor acusada de matar Isabele Ramos, com um tiro no rosto.

O homem falou com a imprensa na manhã desta quarta-feira (16) ao buscar a adolescente no Centro Socioeducativo de Cuiabá (Pomeri), onde ela passou a noite. O homem ainda disse que tentou contato com a família da vítima, mas “encontrou portas fechadas”.

Nesta  terça-feira (15), a Justiça determinou a internação da adolescente e, na manhã desta quarta(16), o advogado Arthur Osti conseguiu liberdade para a menina, num ato, em que mais uma vez,  esse crime poderá entrar para o rol das impunidades que vêm contribuindo para o aumento da criminalidade no País. Por ineficiência do Estado brasileiro, uma vida na Pátria Amada Brasil, não vale, absolutamente, nada.

Logo após a decisão, o oficial de Justiça não conseguiu localizar a menor para a intimação e cumprimento da internação. O pai dela explicou que não há criminoso(há o que? inocentes?)  ou tentativa de fuga.

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“Mesmos sem ter falado nada, fui acusado de fraude processual. Agora o inquérito foi concluído e por isso estou falando com vocês, em respeito à Justiça, ao delegado e ao procedimento de inquérito não queria tumultuar, de forma alguma trazer alguma transtorno. Não existe nenhum criminoso, ninguém que queira fugir ou algo do tipo”, declarou o empresário.

Na entrevista, Cestari disse que conversou com um tio de Isabele e pediu que intermediasse aproximação com a mãe dela, Patrícia Ramos, pois queria pedir perdão e dar um abraço forte, mas não houve espaço. “As portas foram fechadas para esse tipo de conversa”.

Questionado se havia armas na casa e que elas foram retiradas no local, o homem negou. Disse que não lidava com o armamento de forma irresponsável.

“Não tinham armas. Eu dei manutenção nas armas uma a uma. Não existe essa história de ter várias armas sobre a mesa. Não existe isso de ter sido displicente com as armas”, ressalta.

Indagado se a menor estaria arrependida por tudo o que houve, o pai disse que foi um acidente, que ela nunca teria intenção de matar alguém e que só pediu para a filha guardar a pistola por acreditar que estava descarregada e sem munição.

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“Foi um infeliz acidente em que minha filha perdeu a melhor amiga dela”, declarou. E, se fosse ao contrário, Cestari, diria a mesma coisa?

 

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

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Pênalti assinalado aos 12 minutos do primeiro tempo e convertido pelo Brocador dá vitória ao Sport diante do Fluminense neste domingo na Ilha

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A partida começou em ritmo acelerado, neste domingo(20)  na Ilha do Retiro. O Sport aparecia com as melhores chances e, mesmo com a menor posse de bola, largou com o maior número de finalizações.

Não à toa, abriu aos 12 minutos com Hernane Brocador, de pênalti. O Fluminense cresceu na segunda etapa, fez pressão sobre o Rubro-negro e por mais de uma vez ficou muito perto de marcar. Mas pecou nas finalizações. Assim, o Leão terminou vencendo por 1 a 0.

O Sport saiu na frente com as melhores chances no primeiro tempo. Tanto que logo aos três minutos teve uma oportunidade perigosa com Patric. Pouco depois, aos 10, ganhou um pênalti com Barcia derrubado na área e converteu com Hernane Brocador.]

Até o término da primeira etapa, o Rubro-negro dominou as finalizações. O Fluminense ainda arriscou com Ganso de longe. A tentativa até que foi boa, mas terminou indo para fora. Com isso, as equipes saíram para o intervalo com o Leão vencendo por 1 a 0.

Na etapa complementar o Fluminense foi muito mais time que o Sport, mas não conseguiu traduzir em gols as inúmeras oportunidades desperdiçadas. Com 75% de posse de bola, o tricolor carioca forçou o Leão da Ilha a se manter em seu campo na maior parte da etapa complementar.

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Otavio Ventureli(da redação)

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