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Associação dos Produtores de Soja e Milho de MT atende crianças com síndrome de Down pelo Programa Agrosolidário

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Crianças com Síndrome de Down são atendidas diariamente pelo Programa Agrosolidário da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso(Aprosoja).
São crianças, jovens e adultos atendidos por 13 associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAEs), que recebem periodicamente um complemento alimentar a base de soja, bem como orientação nutricional que auxiliam no crescimento e desenvolvimento deles.
Neste sábado (21.03) é o Dia Internacional da Síndrome de Down, que traz o tema “Nós decidimos!” A data lembra a capacidade que essas pessoas têm em fazer suas próprias escolhas e seus direitos à inclusão e bem-estar social.
Flora de Oliveira Kraemer (02 anos) possui Síndrome de Down e é aluna da Apae do município de Lucas do Rio Verde desde os dois meses de idade. A mãe, Solange de Oliveira conta que o suplemento alimentar disponibilizado pela Aprosoja é essencial na alimentação da filha.
“Em casa utilizamos pouco a soja na alimentação e agora sei que Flora está consumindo a bebida na escola. Creio que isso tem proporcionado a ela uma dieta equilibrada e saudável, porque a soja é muito benéfica à saúde. Flora cresce e se desenvolve dentro do esperado”, salientou.
Bióloga, especialista em educação especial e escritora, Solange lembra que não foi fácil quando descobriu a Síndrome de Flora. “Mesmo tendo todo o suporte acadêmico, tive o momento de grande tristeza. Enfim busquei me informar e internalizar. E superei, fui atrás de atendimento para Flora e hoje ela é essa criança maravilhosa. Um cromossomo a mais do amor. Creio que essa data é muito especial e a favor da cidadania”, disse.
Apae de Lucas do Rio Verde é uma das parcerias da Aprosoja Mato Grosso desde 2013. Conforme a diretora pedagógica, Elaine Prates, a instituição atende 200 alunos especiais, com idade entre zero e 60 anos, nas áreas de educação, saúde e assistência social, sendo 15% destes com Síndrome de Down.
“Cerca de 80% dos alunos são carentes e a Apae sobrevive de doações, por isso esse apoio da Aprosoja é fundamental para a alimentação saudável e desenvolvimento das crianças. É um alimento rico em proteínas que oferecemos com leite no café da manhã. Só temos a agradecer”, pontuou a diretora.
Outra instituição atendida pela Aprosoja, desde o ano passado, é a Apae de Ribeirão Cascalheiras. Conforme a diretora pedagógica, Vanuza Leite dos Santos, a instituição atende 40 alunos especiais, entre 12 e 72 anos de idade, e insere a bebida de soja para auxiliar na nutrição deles.
“Esse apoio é muito importante. Atualmente estamos com maior aceitação por parte dos alunos e estamos buscando maneiras diferentes para servir a bebida de soja, a utilizando em vitaminas e bolos”, explicou.
Otavio Ventureli(com Assessoria)
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Vereadora jornalista Michelly Alencar faz balanço do primeiro semestre do mandato; foram 11 projetos de lei apresentados, sendo 2 aprovados

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Vereadora de primeiro mandato, a jornalista Michelly Alencar (DEM) fez um balanço positivo dos trabalhos realizados no primeiro semestre de sua legislatura. Foram 11 projetos de lei apresentados, sendo 2 aprovados, 2975 indicações, 110 requerimentos, 4 sessões solenes e mais de 60 fiscalizações.

A parlamentar tem uma forte atuação na defesa de bandeiras em defesa da educação, saúde, família, das pessoas com deficiência, do esporte e das ações sociais em defesa dos vulneráveis.
Um dos seus projetos aprovados é o que estabelece sessão adaptada de cinema para autistas. Conforme a proposta, os cinemas da capital serão obrigados a reservar uma sessão por mês com adaptações para crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e suas famílias, sem implicações de custos extras.
A diferença é que não poderão exibir comerciais e trailers, a sala ficará iluminada com luz baixa durante toda a exibição do filme, o som será reduzido para não causar desconforto ao público e a entrada do cinema será identificada com o símbolo do autismo.
“Um projeto que foi construído ouvindo o público interessado para atender aos interesses deles. Os autistas também têm direito a diversão e lazer. Fiquei muito feliz com a aprovação deste projeto e temos tantos outros tramitando na Casa para melhorar a vida da população”, explicou.
Fiscalização e mandato participativo
A parlamentar também considera como ponto forte do mandato a fiscalização das ações do Executivo Municipal. Michelly tem acompanhado de perto as ações da saúde e educação da Prefeitura.
Uma de suas fiscalizações, realizada com outros vereadores de oposição, resultou na divulgação de que a Prefeitura de Cuiabá deixou milhares de medicamentos vencerem no Centro de Distribuição e Insumos da Capital (CDMIC). Essa fiscalização resultou na criação de uma CPI, que ainda está em andamento, na Câmara para investigar e apontar os responsáveis por isso.
Michelly afirmou que usa muito as redes sociais para falar com a população, receber denúncias e sugestões. “Com a pandemia, com limitação de reuniões na Câmara, tenho usado ainda mais as redes sociais para estar em permanente contato com a população. E tenho recebido um feedback muito bom, são sugestões que nos ajudam a construir projetos ou então a cobrar a melhoria de serviços da prefeitura”, disse a vereadora.

Ana Rosa Fagundes – Assessoria vereadora Michelly Alencar

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