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Bandido do Rio Grande que se passava por advogado tentou extorquir dinheiro de morador de Sinop MT que denunciou caso à Polícia

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Um homem, de 41 anos, procurou a delegacia de Polícia Civil em Sinop,  Mato Grosso. para denunciar um suposto bandido  que se passava por advogado e que tentou lhe extorquir dinheiro para que não divulgasse supostas fotos íntimas.

Segundo o boletim de ocorrência, a vítima relatou que recebeu uma ligação do estado do Rio Grande do Sul, na qual um homem, que disse ser advogado lhe pediu uma quantia em dinheiro para não divulgar fotos na internet. O suspeito teria solicitado que a vítima efetuasse uma transferência bancária.

A vítima conseguiu o número de registro da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) que foi informado pelo suspeito e, através dele descobriu que ele estava usando um perfil falso de um outro advogado.

A delegacia de Polícia Civil de Sinop MT irá investigar o caso.

A Polícia alerta a população para este tipo de golpe. Qualquer suspeita, comunicar imadiatamente as autoridades policiais.

 

Otavio Ventureli(da redação com hntnoticias)

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Desastre no bioma do Pantanal de Mato Grosso é consequência de mudanças climáticas no Planeta, afirma pesquisadora da UFMT

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A pesquisadora Michele Tomoko Sato(foto), da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), disse,  durante audiência pública remota sobre queimadas no Pantanal realizada em Cuiabá,  que o desastre no bioma é consequência de mudanças climáticas.

Ao todo, mais de 1,3 milhão de hectares foram queimados neste ano (22%), segundo o Instituto Centro de Vida (ICV).

“Estamos vivendo uma crise planetária sem precedentes. Projeções indicam que vai piorar”, disse a pesquisa. Já Solange Ikeda, pesquisadora da Unemat destacou a importância de conservar o Rio Paraguai e seus afluentes e explicou a dinâmica dos chamados ‘rios voadores’.

“A água evapora do Oceano Atlântico, chega na Amazônia e é barrada pela cordilheira dos Andes. Então a água chega aqui no Centro-Oeste e no Sudeste e deságua em forma de chuva”, disse a pesquisadora da universidade estadual.

“Pantanal não é só onde alaga. Tudo que acontece no planalto interfere na planície. É importante haver política integrada para planalto e planície, para não permitir plantio de soja, como é permitido em outros biomas”, disse a professora Onelia Rossetto, da UFMT. Ela apontou ainda o plantio de espécies exóticas de pasto para engordar o gado e o baixo índice de áreas protegidas como fatores que agravam os incêndios no Pantanal.

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André Luiz Siqueira, da Ecologia em Ação (Ecoa), criticou a postura do governo federal de culpar as unidades de conservação e defender a troca da vegetação do Pantanal por pasto. “Gado não é bombeiro do Pantanal. O principal regulador de desmatamento e incêndios do Pantanal é o Rio Paraguai, seus afluentes e suas áreas de inundação”, afirmou.

A pesquisadora Viviane Layme, da UFMT, lembrou que, além do impacto imediato sobre a fauna, com a morte dos animais, haverá também o impacto do pós-fogo.

“O que sobra para os sobreviventes? Escassez de água, aumento de temperatura, solo e água contaminados, perda de alimento e de locais para ninho. Além da vegetação e do banco de sementes perdidos com o fogo”, disse. A presidente da Comissão de Defesa dos Direitos dos Animais da OAB, Gláucia Amaral, propôs um plano de emergência para alimentar os animais no pós-fogo, enquanto a vegetação e os rios se recuperam.

Marcelo Latterman, da Campanha de Clima e Justiça do Greenpeace, sugeriu um decreto de emergência climática. “Mato Grosso pode ter essa posição de vanguarda no Brasil, para aumentar a pressão sobre os entes públicos”, disse.

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Dados da ocupação do Pantanal apresentados pelo coordenador de Inteligência Territorial do Instituto Centro de Vida (ICV), Vinícius Silgueiro, mostram que 25% do território do bioma é ocupado por 32 grandes fazendas. Mais de 1,3 milhão de hectares foram queimados neste ano, ou seja, 22% do bioma. “Prevenção também é fiscalização, investigação e responsabilização, seja com multa, embargos ou restrição de crédito. Não podemos dar sinal de que crime ambiental não dá em nada”, afirmou.

“Este é o período que mais queimou desde o início do monitoramento de queimadas, em 1998”, informou Fabiano Morelli, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), ao exibir imagens de satélite que mostram o avanço do fogo e o rastro de destruição. Cristina Cuiabália, da reserva Sesc Pantanal, relatou o combate às chamas na unidade de conservação e os projetos de recuperação do bioma. “A paisagem tem o homem pantaneiro, a mulher pantaneira e a biodiversidade”, disse.

 

 

Otavio Ventureli(da redação com assessoria)

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