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Bando: Investigações da PJC, auditorias da CGE e da Secretaria de Planejamento MT identificam indícios de roubalheira no Ganha Tempo em MT

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Investigações da Polícia Civil, auditorias da Controladoria Geral do Estado (CGE) e da Secretaria de Planejamento (Seplag) identificaram indícios de pagamento irregular de 105 mil senhas geradas pela empresa Rio Verde, que administra as sete unidades do Ganha Tempo em Mato Grosso.

As senhas apontam para a existência de atendimentos fictícios, que custaram aos cofres públicos ao menos R$ $ 6.366,858,81, pagos entre março de 2018 e janeiro de 2020.

O valor foi bloqueado judicialmente da conta da concessionária por conta da operação da Polícia Civil intitulada Tempo é Dinheiro, deflagrada nesta terça-feira (1º).

Conforme duas auditorias realizadas em 2019 pela CGE, a pedido do governador Mauro Mendes, há indícios de emissão de senhas para atendimento sem o atendimento ao cidadão.

Pelo contrato, a emissão de senhas sem a prestação de serviços ocasiona em cobranças indevidas, já que a empresa recebe de acordo com a quantidade de atendimentos prestados.

Ainda em 2019, a Secretaria de Estado de Planejamento (Seplag) reteve o pagamento dos atendimentos com duração de 30 segundos, apontados como irregulares, e exigiu da concessionária no momento do atendimento a identificação individual do cidadão, possibilitando uma fiscalização mais eficaz e garantindo com essa medida maior segurança da informação.

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SENHAS FICTÍCIAS

Conforme relatório da CGE, entre março de 2018 e janeiro de 2020, foram geradas 979 mil senhas nas unidades do Ganha Tempo – que gerou o faturamento de R$ 16,5 milhões à empresa -, das quais 105 mil foram consideradas irregulares (senhas inexistentes, replicadas ou não atendidas por desistência do usuário, por exemplo).

Do total de senhas, 10,8% são com registro de tempo de atendimento de até 30 segundos, o que, segundo auditores, seria impraticável para os 102 serviços oferecidos nas unidades do Ganha Tempo, ainda que considerando o serviço mais simples. Das 105 mil senhas, cerca de 60 mil possuem registros de tempo de atendimento de até 15 segundos.

De acordo com dados do próprio sistema do Consórcio, têm média de atendimento de 34 minutos, como: justificativa de voto, negociação de débitos com a Procuradoria Geral do Estado (PGE), emissão de título, solicitação de seguro-desemprego, busca de informações sobre programas sociais da Setasc etc.

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Os auditores identificaram que 99% das senhas registradas com tempo total de 30 segundos tiveram atendimento avaliado como Ótimo, o que determina que 12% das avaliações registradas como ótimas são dos atendimentos irregulares.

A análise apresentada aponta que, excluindo as 105 mil senhas para as quais não houve atendimento, o valor pago por atendimento pelo Estado passa de R$ 13,88 para R$ 19,35, considerando a regra contratual que garante ao contratado o pagamento de no mínimo 80% da demanda prevista.

 

Otavio Ventureli(com assessorias)

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Assaltante que levou malotes de dinheiro da Caixa do Boa Esperança em Cuiabá é morto a tiros na Bolívia

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A Polícia da cidade de San Matías, na Bolívia, investiga e tenta localizar criminosos que mataram  o  cuiabano Vinicius Bernardinelli Dacache, de 36 anos, assassinado com 11 tiros  na última quarta-feira (12).

Em 2006, ele foi condenado a 16 anos e oito meses de prisão por envolvimento em um roubo na agência da Caixa Econômica Federal ocorrido no dia 4 de junho do ano anterior.

Na ocasião, foram roubados R$ 195 mil de malotes que chegavam à agência, localizada no bairro Boa Esperança.

Vinicius também já havia sido preso por roubo em Tangará da Serra MT.

De acordo com informações de sites locais da Bolívia, Vinicius atuava no ramo de tratores e máquinas e três dos tiros foram na cabeça dele.

Consta ainda que ele não estava com o celular ou as chaves de um carro que estava próximo ao corpo dele.

Os familiares do foragido da Justiça foram até San Matias e realizaram o translado do corpo dele para Cuiabá.

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O sepultamento dele aconteceu na manhã desta sexta-feira (12). Ainda conforme informações locais, não foram identificados os responsáveis pela morte de Vinicius.

 

Otavio Ventureli(da redação com hiper)

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