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Boletim da Saúde indica surgimento de 19 novos casos confirmados da Covid-19; um é em Lucas MT

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Nas últimas 24 horas, surgiram 19 novas confirmações de casos de coronavírus em Mato Grosso. Os casos foram notificados em Cuiabá (7), Várzea Grande (1), Nova Mutum (4), Primavera do Leste (1), Lucas do Rio Verde (1), Querência (2), Confresa (1), Chapada dos Guimarães (1) e residentes de outros Estados (1).

Até o fim da tarde desta quarta-feira (6), a Secretaria de Estado da Saúde notificou 385 casos confirmados da Covid-19 no Estado. Foram registradas 13 mortes em decorrência do coronavírus no Estado.

Os casos confirmados estão em Cuiabá (155), Rondonópolis (50), Várzea Grande (22), Sinop (21), Tangará da Serra (13), Primavera do Leste (11), Cáceres (10), Nova Mutum (9), Lucas do Rio Verde (9), Jaciara (9), Mirassol D’Oeste (8), São José dos Quatro Marcos (6), Querência (5), Confresa (5), Sorriso (4), Barra do Garças (4), Peixoto de Azevedo (3), Ipiranga do Norte (3), Curvelândia (3), Rio Branco (2), Poconé (2), Jangada (2), Chapada dos Guimarães (2), Canarana (2), Aripuanã (2), Alta Floresta (2), Vila Bela da Santíssima Trindade (1), União do Sul (1), São Pedro da Cipa (1), Rosário Oeste (1), Poxoréu (1), Pontes e Lacerda (1), Pontal do Araguaia (1), Nova Monte Verde (1), Lambari D’Oeste (1), Conquista D’oeste (1), Campo Novo do Parecis (1) e residentes de outros Estados (10).

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Dos 385 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 122 estão em isolamento domiciliar e 220 estão recuperados. Há 30 pacientes hospitalizados, sendo 19 em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 11 em enfermaria.

No boletim, a SES também divulga que a rede do Sistema Único de Saúde (SUS) dispõe, atualmente, de 94 leitos de UTI e 394 leitos de enfermaria especificamente para pacientes com coronavírus no Estado.

Considerando o número total de casos em Mato Grosso, 56% dos diagnosticados são do sexo feminino e 44% masculino; além disso, 176 pacientes têm faixa-etária entre 36 a 55 anos.

O documento ainda aponta que um total de 2.368 amostras já foram processadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 129 amostras em análise laboratorial.

 
Otavio Ventureli(com Ascom)

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Tão comuns nos tempos atuais comentários de ódio postados em redes sociais afetam psicologicamente as pessoas afirmam espacialistas

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Viver conectado é quase uma necessidade nos dias atuais. Quase não há mais separação do mundo virtual para o real. Estamos conectados 24 horas por dia.

A internet tornou-se uma ferramenta essencial para a maior parte da população. É um espaço democrático, onde podemos expressar opiniões.

Mas, também se tornou um local de ataques e disseminação de ódio. Quem faz comentários maldosos na internet são chamados de ‘haters’.

O ‘hate’ é um termo em inglês que na linguagem tecnológica significa “pessoa que posta mensagem de ódio na internet”. Podendo ser para uma pessoa específica ou um grupo.

O ódio sempre foi um sentimento existente. Porém, ele foi potencializado com a chegada e popularização da internet, principalmente, no Brasil.

Os ataques virtuais têm se tornado cada vez mais frequentes. Qualquer pessoa está passiva a esse tipo de ato. Entre os principais alvos dos haters, estão às pessoas públicas.

A Dra. Crhisttiane. psicóloga explicou o por que às pessoas estão com um comportamento cada vez mais agressivo na internet.

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Para a especialista Christiane Bianchi, a conduta “pode ser pelo fato delas se sentirem impotente e com uma necessidade de se imporem sobre as outras pessoas”.

Conforme a psicóloga, as pessoas entendem que devemos ter um bom comportamento apenas no offline, ou seja, fora da internet, na vida real.

“Já estamos acostumados com a ideia de que nosso comportamento deve obedecer às regras sociais no presencial. Mas, ainda tem muitas pessoas que não perceberam que as regras também valem para as redes sociais”, afirmou a psicóloga.

Para Cristiane Bianchi, as redes sociais acabam encorajando as pessoas em posições extremas, a se sentirem mais confiantes para expressarem o que pensam, o que pode afetar gravemente o psicológico para quem é dirigido os comentários de ódio.

“Quando o indivíduo tem interação com o cyberbullying, os danos à saúde mental são muito graves”.

Há leis que punem o Cyberbullying no Brasil. Termo que define a prática do bullying nas redes sociais. O artigo 147-A da Lei 14,132 de 2021  diz que “perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade” é crime de assédio on-line, com pena de reclusão de seis (06)  meses a dois (02) anos.

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Todos nós podemos ser um hater. Discordar de uma publicação ou comentário com outro comentário maldoso é estar disseminando ódio na internet.

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

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