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Boletim do fim de semana da Secretaria de Saúde aponta que até este domingo(04) foram registrados 126.920 casos de covid em MT

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Até a tarde deste domingo (4), foram registrados 126.920 casos da Covid-19 em Mato Grosso, sendo confirmados 3.533 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado. Os dados são da Secretaria de Saúde (SES-MT).

Conforme a Pasta, nas últimas 24 horas, foram notificadas 258 novas confirmações da doença em Mato Grosso. Dos 126.920 casos de Covid-19 registrados no Estado, 15.103 estão em isolamento domiciliar e 107.602 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, 222 internações em UTIs públicas e 242 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 54,15% para UTIs adulto e em 27% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (24.691), Várzea Grande (9.267), Rondonópolis (9.251), Sorriso (5.705), Lucas do Rio Verde (5.581), Sinop (5.522), Tangará da Serra (5.108), Primavera do Leste (4.216), Cáceres (3.059) e Campo Novo do Parecis (2.752).

O documento ainda aponta que um total de 102.334 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 231 amostras em análise laboratorial.

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Cenário nacional

No último sábado (03), o Governo Federal confirmou o total de 4.906.833 casos da Covid-19 no Brasil e 145.987 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 145.388 óbitos e 4.880.523 casos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados de domingo (04).

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Disputa eleitoral acirram os ânimos na Aprosoja e Galvan suspende reunião do Conselho Fiscal impedindo acesso aos balancetes 2020

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Em meio a disputas internas na Aprosoja que deve escolher nova diretoria em 9 de novembro, o presidente da APROSOJA,  Antônio Galvan(foto),  teria suspendido a reunião ordinária do Conselho Fiscal marcada para esta sexta (23) e os membros teriam sido surpreendidos ao serem impedidos de ter acesso aos balancetes de 2020.

Ele alega que estaria agindo para manter a segurança das informações, acusa membros do Conselho de vazarem documentos para prejudicar a imagem da gestão e diz que já procurou a Justiça sobre o caso.

“Queremos evitar uma situação de insegurança, já vazaram documentos, fazem acusações infundadas e vão ser responsabilizados judicialmente. Eles mesmos já aprovaram as contas de 2018 e 2019, qual o motivo de ir à rua e falar isso? Enquanto não se retratarem vai continuar a suspensão”, disse Galvan.

Mas os componentes do Conselho, que residem no interior, afirmam que só teriam sido informados do cancelamento após chegarem à capital e alegam que foram impedidos de ter acesso aos documentos com os balancetes da auditoria aos quais cabem a eles fiscalizar.

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A decisão teria partido da diretoria, formada por 14 membros, e assinada por Galvan. Segundo o coordenador do Conselho Fiscal José Guarino, de Sapezal, estiveram na sede da Aprosoja, ele, Naildo Lopes, de Nova Mutum e Jesus Cassol, de Campo Novo do Parecis.

O atual presidente acredita que as suspeitas em torno da gestão sejam motivadas pela disputa eleitoral. “Legalmente não tem nada de ilícito, eles dizem que tem coisa errada e queremos que comprove”.

 Mas Guarino nega a motivação e garante que o intuito era cumprir com a agenda programada. “Só viemos ver as contas e era convocação ordinária, nada fora do que estava previsto”, disse ao .

Explica que a reunião era para avaliar o plano de ação e o balancete do primeiro e segundo trimestres, sob a responsabilidade Galvan. “Nossa atribuição é fiscalizar. Foi um ato arbitrário, ilegal e ditatorial do presidente e sua diretoria, que além de nos impedir de realizar nossas atribuições, determinou que a auditoria independente não nos entregasse documentos para análise, impedindo qualquer verificação de possíveis irregularidades”.

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Segundo Guarino, os conselheiros fiscais da Aprosoja são eleitos pelos associados por voto direto em assembleia, e têm a atribuição estatutária de analisar as contas da associação, conforme o artigo 35 do Estatuto da entidade.

Eleição

Galvan vive um momento delicado à frente da Aprosoja e chegou a ter condenações judiciais pelo plantio de soja fora do calendário permitido. O assunto vem sendo apontado por adversário que disputam a sucessão na diretoria.

Disputam a nova diretoria no triênio 2021-2023 duas chapas encabeçadas: na oposição está Marcos da Rosa, presidente, e Ricardo Arioli, vice, (Aprosoja para Todos) e Fernando Cadore, presidente, e Lucas Costa Beber, vice, (Aprosoja Decidida Produtor Mais Forte).

 

 

Otavio Ventureli(da redação com rdnews)

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