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Botafogo e Coritiba ficam no 0 x 0 na noite desta quarta no Engenhão em jogo de poucas chances pela 7ª rodada e estréia de Salomon Kalu no Bota

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Botafogo e Coritiba fizeram um jogo de muita luta, mas poucas chances no empate sem gols pela sétima rodada do Brasileirão, no Engenhão.

Nas poucas oportunidades criadas, os goleiros Wilson e Gatito apareceram para garantir o zero no placar. O time da casa teve a estreia de Salomon Kalou, que teve boa atuação, mas não conseguiu mudar o resultado.

No jogo de poucas emoções, a grande atração foi o marfinense Salomon Kalou. O camisa 8 fez o primeiro jogo pelo Botafogo e ensaiou boas jogadas no ataque. Tabelou com Bruno Nazário e Honda e tentou duas finalizações, mas parou em Wilson. Sem jogar desde novembro de 2019, o atacante aguentou quase o jogo inteiro: saiu aos 41 minutos do segundo tempo.

Botafogo e Coritiba fizeram um jogo duro e de muita briga no meio de campo. Foram 44 faltas marcadas pelo árbitro Felipe Fernandes de Lima. O dobro do número de finalizações. Quando a bola chegou no ataque, a maior parte das jogadas acabou em chute para fora. Gatito e Wilson saíram de campo com uma grande defesa cada um, ambas no segundo tempo. O Bota teve um gol anulado de Luis Henrique.

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Otavio Ventureli(da redação com GE)

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Tribunal Superior do Trabalho determina fim da greve dos correios mas servidores não obedecem e decidem promover atos de protesto em todo o País

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Embora o Tribunal Superior do Trabalho (TST) tenha determinado o fim da greve nos Correios, os trabalhadores em Mato Grosso, seguindo direcionamento nacional, decidiram permanecer em greve.

Está programada para esta terça (22) um grande ato em Brasília com caravanas de todos os estados. A decisão em manter a paralisação foi unânime entre as entidades sindicais da categoria no país, apesar da multa diária de R$ 100 mil fixada pelo Tribunal.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Empresa Brasileira de Correios em Mato Grosso, Edmar Leite, deu voz aos servidores e disse que “quem determina o fim da greve são os trabalhadores”, disse.

 Por maioria de votos, os ministros da Seção de Dissídios Coletivos do TST que o movimento grevista não foi abusivo, mas decidiu retirar os direitos econômicos e manter algumas cláusulas sociais.

A ministra relatora no processo, Kátia Arruda, destacou em seu voto que houve intransigência dos Correios em aceitar os acordos anteriormente propostos. A magistrada votou para que todos os direitos fossem mantidos, mas acabou parcialmente vencida.

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“Os funcionários sinalizaram disposição em negociar, mas a estatal desde o início foi de absoluta resistência”, afirmou a ministra.

Para Edmar Leite, a decisão do TST “é uma Justiça que trabalha contra os trabalhadores”.

A decisão desta segunda(21), porém, representou também uma derrota parcial à estatal, já que ficou mantida a cláusula que prevê a correção monetária de 2,6% dos salários. Os trabalhadores, no entanto, pediam uma reposição salarial de 5%.

Segundo a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas dos Correios e Similares (Fentect), a greve foi deflagrada em protesto contra a proposta de privatização da estatal e pela manutenção de benefícios trabalhistas.

Conforme a entidade, foram retiradas 70 cláusulas de direitos em relação ao acordo anterior, como questões envolvendo adicional de risco, licença-maternidade, indenização por morte, auxílio-creche, entre outros benefícios.

 

 

Otavio Ventureli(de Brasilia)

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