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Carga torta: Boletins de ocorrência apontam que Cleverson Contó acusado de bater em mulheres participou de brigas na Boate Valley em Cuiabá

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O advogado Cleverson Campos Contó(foto), acusado de  uma série de agressões contra ex-companheiras, era cliente recorrente da boate Valley, em Cuiabá.

Em dois boletins de ocorrência  da Polícia consta que  ele participou de pelo menos duas brigas na casa noturna, entre 2015 e 2018.

Conforme narra o boletim de ocorrência, Contó se envolveu em um grande desentendimento em 2018, quando outras pessoas e funcionários denunciaram que clientes estariam usando drogas em um camarote.

De acordo com a gerente da Valley na época, ouvida pela reportagem, ele se envolveu na briga para “ajudar” um amigo que o acompanhava, que estava supostamente usando “loló”.

Ainda de acordo com o BO, a gerente advertiu os dois e pediu para que eles saíssem da boate, contudo, eles negaram. A dupla então foi retirada para o fundo da casa noturna e se negaram a pagar a conta, quando a gerente ligou para a polícia.

Em seguida, ela narra que encontrou um frasco com substância líquida, que poderia ser um entorpecente. O amigo de Contó estaria pingando o líquido desse frasco e mexendo uma lata de Citrus. Além disso, um cliente disse que viu o advogado se arranhando, para dizer que foi agredido pelos seguranças.

Quando a polícia chegou, os dois pagaram a conta. Na versão deles, os amigos contam que estavam no camarote, na companhia de outras mulheres, até que outros homens, que se identificaram como policiais, as assediaram.

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As mulheres ignoraram, porém, eles chamaram a gerente para retirar os homens. Assim que ela chegou, pediu para que Cleverson na verdade retirasse o amigo, sendo que ele negou. Um segurança teria tirado o colega com um golpe estilo gravata, e eles alegaram que a substância era um soro nasal.

Sobre o episódio, a gerente diz se lembrar da briga. No entanto, logo a situação se estabilizou quando pagaram a conta e foram para a delegacia. A Valley não quis recorrer do caso. “Não tenho nada para falar dele, ele tem o jeito dele. Ele tem, isso é normal, de pose, é normal… Já estou tão acostumada a lidar com isso”, disse.

Segundo episódio
Há 3 anos, mais uma pessoa registrou queixa contra Contó. Conforme um cliente, que também não será identificado, ele chegou à boate por volta de 22h, quando foi informado por um segurança que no último domingo houve uma confusão no local.

No caso, Cleverson tentou agredir outro cliente, mas os seguranças interviram. Durante o tumulto, o advogado disse que havia confundido o cliente que tinha tentado agredir com o denunciante.

Ele mostrou em seu celular uma foto do homem que registrou o BO em seguida. Contó ainda disse: “é esse que eu queria pegar, vou atrás dele com amigos do Bope, vou até o inferno e vou matar ele, esse cara está mexendo com a minha namorada, esse cara me fez ser expulso do camarote aqui mesmo na Valley”.

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O segurança então questionou a veracidade dos fatos, ao que o homem respondeu que não tinha nenhum tipo de relacionamento com Cleverson, e que ele era ex-namorado de uma amiga. Ele também tinha comparecido na boate no dia da confusão.

Ele ainda explicou que estava em um camarote com um amigo, que era pagante exclusivo. O homem então pediu para os seguranças retirarem Cleverson do camarote, pois não o conhecia.

Em seguida, o cliente explicou que é amigo de uma ex-namorada do advogado e eles tinham terminado há poucos dias. Ele não se conformava com o fim do relacionamento e teria ligado para a ex, assim como a mãe dela. Na ocasião, o advogado o ameaçou de morte para a mãe da ex.

O denunciante contou à reportagem que a queixa foi representada, passou por audiência e foi arquivada. Após a audiência, nunca mais viu o advogado. Ele prefere não se declarar em relação aos casos de agressões mais recentes de Contó.

O acusado foi procurado, mas não retornou às ligações. O advogado Eduardo Mahon defende Contó apenas nos casos de duas mulheres agredidas.

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Tão comuns nos tempos atuais comentários de ódio postados em redes sociais afetam psicologicamente as pessoas afirmam espacialistas

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Viver conectado é quase uma necessidade nos dias atuais. Quase não há mais separação do mundo virtual para o real. Estamos conectados 24 horas por dia.

A internet tornou-se uma ferramenta essencial para a maior parte da população. É um espaço democrático, onde podemos expressar opiniões.

Mas, também se tornou um local de ataques e disseminação de ódio. Quem faz comentários maldosos na internet são chamados de ‘haters’.

O ‘hate’ é um termo em inglês que na linguagem tecnológica significa “pessoa que posta mensagem de ódio na internet”. Podendo ser para uma pessoa específica ou um grupo.

O ódio sempre foi um sentimento existente. Porém, ele foi potencializado com a chegada e popularização da internet, principalmente, no Brasil.

Os ataques virtuais têm se tornado cada vez mais frequentes. Qualquer pessoa está passiva a esse tipo de ato. Entre os principais alvos dos haters, estão às pessoas públicas.

A Dra. Crhisttiane. psicóloga explicou o por que às pessoas estão com um comportamento cada vez mais agressivo na internet.

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Para a especialista Christiane Bianchi, a conduta “pode ser pelo fato delas se sentirem impotente e com uma necessidade de se imporem sobre as outras pessoas”.

Conforme a psicóloga, as pessoas entendem que devemos ter um bom comportamento apenas no offline, ou seja, fora da internet, na vida real.

“Já estamos acostumados com a ideia de que nosso comportamento deve obedecer às regras sociais no presencial. Mas, ainda tem muitas pessoas que não perceberam que as regras também valem para as redes sociais”, afirmou a psicóloga.

Para Cristiane Bianchi, as redes sociais acabam encorajando as pessoas em posições extremas, a se sentirem mais confiantes para expressarem o que pensam, o que pode afetar gravemente o psicológico para quem é dirigido os comentários de ódio.

“Quando o indivíduo tem interação com o cyberbullying, os danos à saúde mental são muito graves”.

Há leis que punem o Cyberbullying no Brasil. Termo que define a prática do bullying nas redes sociais. O artigo 147-A da Lei 14,132 de 2021  diz que “perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade” é crime de assédio on-line, com pena de reclusão de seis (06)  meses a dois (02) anos.

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Todos nós podemos ser um hater. Discordar de uma publicação ou comentário com outro comentário maldoso é estar disseminando ódio na internet.

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

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