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Caso Alphaville: Policiais civis atuaram como seguranças de empresário e intimidaram testemunhas no Alphaville, diz médico

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O depoimento do médico Wilson Melo Novais aponta que dois policiais civis, que atuariam como seguranças do empresário Marcelo Cestari, pai da adolescente que matou a amiga, Isabele Guimarães Ramos, 14 anos, no condomínio de luxo Alphaville, em Cuiabá, no mês passado, intimidaram as pessoas que estavam no local, entraram na residência bem antes da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e um deles ainda teria ajudado a remover o corpo do local.

O neurocirurgião contou que, após a saída do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e o isolamento do local, dois homens chegaram a paisana em um Citroen C4 (descaracterizado, mas oficial) e entraram na residência.

O médico disse que os dois seriam policiais civis, mas que estariam atuando como seguranças do empresário, em função da postura intimidadora que se colocaram, tendo um deles ficado na frente da casa, com postura incompatível com o ocorrido, com os braços cruzados, olhando de forma arrogante e fumando cigarro eletrônico.

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O outro policial teria sido mais discreto e chegou sem chamar tanta atenção. Ambos estiveram na cena do ocorrido bem antes da chegada da Politec e da DHPP (quase uma hora antes), segundo consta no depoimento.

No depoimento de um dos policiais militares que atenderam a ocorrência, também consta citação sobre os dois policiais civis. Eles se identificaram como amigos da família, sendo que um deles subiu no quarto do empresário, onde estava o delegado da DHPP, sua equipe e um perito. Ele diz não recordar se o advogado da família também estava.

O policial civil que subiu no local teria, inclusive, ajudado a remover o corpo de Isabele do local para o carro do IML.

Ainda segundo este depoimento, o sargento Fernando Rafael, presidente da Confederação de Tiro de Mato Grosso foi outro a subir após conversar com alguns policiais. Consta que ele teria auxiliado Marcelo a apresentar registros das armas que possui.

 

Otavio Ventureli(com olhardireto.)

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Baixaria continua: Advogado Cleverson Contó divulga audio no qual uma mulher acusadora de agressão desmente que tenha sido agredida pelo profissional

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O advogado Cleverson Contó(foto) divulgou, nesta sexta-feira (18), áudios em que a Influencer Digital Mariana Vidotto supostamente nega ter sofrido as agressões das quais o acusa.

Nos áudios, que teriam sido trocados entre Mariana e o advogado, os dois também conversam sobre vídeos íntimos do casal que Contó teria se recusado a gravar.

Em um dos áudios, a Influencer Digital supostamente chega a dizer que muitas pessoas tem a procurado para esclarecer se Contó teria ou não cometido agressões físicas contra ela.

“É óbvio que as pessoas estão me perguntando “ele te bateu?”, “ele fez alguma coisa?”, “ele já te deu um soco?”, não. Você não fez isso comigo”, diz trecho do arquivo.

Em outro momento, Mariana e Cleverson conversam sobre vídeos íntimos que a blogueira teria pedido para o advogado gravar. Contó relembra que, mesmo sob insistência da ex-namorada, ele teria se recusado a fazer as gravações.

Mariana argumenta que teria ficado sabendo de vídeos íntimos entre Cleverson e Laryssa Morais, médica que também acusa o advogado de violência doméstica. O advogado, no entanto, rebate.

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Mariana, esquece isso. Depois que aconteceu todos os rolos, todos os vídeos que eu tinha, eu apaguei. Da última vez que a gente ficou, eu fiz questão de apagar assim que terminamos. Antes de tomar banho, eu apaguei os vídeos”, afirma.

Em seguida, a blogueira supostamente confirma que Cleverson teria apagado as imagens.

O caso

As agressões que teriam sido praticadas por Cleverson Contó ganharam as manchetes após Mariana Vidotto e um grupo de mulheres virem a público narrar a violência sofrida durante os relacionamentos que mantiveram com o advogado.

Em sua conta no Instagram, Mariana contou que chegou a perder cerca de nove quilos durante o relacionamento e que, no início do ano, Cleverson entrou com um processo contra ela com uma multa de R$ 20 mil caso ela dissesse algo sobre ele.

Outra vítima que ganhou destaque no caso foi a médica Laryssa Moraes que chegou a relatar, também no Instagram, que as agressões ela teria sofrido foram tão brutais que resultaram em um nariz quebrado e em retinas deslocadas. Cleverson também teria tentado estuprá-la com um pen-drive.

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Já a defesa do advogado Cleverson Campos Contó, representada por Eduardo Mahon, alega que Cleverson estaria sendo alvo de extorsão por parte das vítimas.

Mahon argumentou que não existem exames ou prontuários médicos apontando as agressões que foram relatadas pela médica Laryssa Moraes e a influencer digital Mariana Vidotto. Segundo a defesa, Mariana teria exigido R$ 500 mil para retirar as acusações contra Contó.

 

Otavio Ventureli(da redação)

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