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Com ex-chefe do CBM supostamente envolvido, homem que matou delator Wágner Florêncio vendia armas ilegais, revela Polícia

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A prisão de Adão Joasir Fontoura(foto), apontado como executor do delator premiado, Wágner Florêncio, revelou um suposto mercado de armas, possivelmente ilegais, intermediado por ele em Cuiabá.

Investigações da Polícia Civil registraram diálogos de compra e venda do armamento para clientes que incluíam um coronel aposentado e ex-comandante-geral do Corpo de Bombeiros e um sargento aposentado da Polícia Militar.

Adão foi alvo da Operação Retentum Mortale e é réu no processo que tramita na 12ª Vara Criminal de Cuiabá ao lado da esposa Dayane Pereira Pimenta, também envolvida na execução. Wagner era delator da Operação Crédito Podre. Os dois devem ser julgados pelo Tribunal do Júri, de acordo com pedido do Ministério Público Estadual (MPE).

Relatório das investigações identificou conversas entre o réu e o sargento reformado Orlando Tolentino, em 2 de março do ano passado. Na ligação telefônica, Adão pergunta se Toletino estava em posse do “canelão”, uma possível referência a arma de fogo segundo a polícia. Eles discutem o calibre do armamento.  “Adão alega que quer o 32 e não 38 que teria a volta R$ 850,00, por fim Adão sugere que mande fotos para “cativar” futuros compradores”, diz o relatório.

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Em 4 de março, às 10h44h, Adão conversa com uma pessoa registrada pela polícia como Homem Não Identificado (HNI). O executor chama a pessoa de “coronel” e os investigadores citam que os dados cadastrais do número de telefone estão em nome de Arilton Azevedo Ferreira, ex-comandante-geral do Corpo de Bombeiros.

O militar da reserva “é direto em dizer que está precisando de uma “caneta cromada” (provavelmente arma de fogo) e que no negócio envolveria na troca por uma motocicleta, por fim HNI acrescenta que a suposta arma poderia ser “…grossa…” (de grosso calibre) “…só não poderia ser raspada…””.

Menos de uma hora depois, às 11h30, Adão volta a falar com o “coronel”, que confidencia que tinha planos de trocar uma moto sua por outra moto, e que o “plano 02 é trocar por “uma caneta esferográfica boa””, em possível referência a arma de fogo vendida pelo executor.

Outra conversa interceptada com autorização judicial revela Adão conversando com Jamir Jose dos Anjos, às 18h50 do mesmo dia. O homem informa Adão que estava desistindo de uma encomenda feita anteriormente. Ele teria desistido do negócio porque a arma havia sido utilizada em cinco homicídios, entre eles o de um “Papa Mike”, que a polícia acredita se tratar de codinome para policial militar.

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Otavio Ventureli(da redação com rdnews)

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De virada Ceará vence Coritiba na noite deste sábado no Castelão em Fortaleza pela 18ª rodada do Brasileirão Série A

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Com gols de Vina e Eduardo, o Ceará venceu o Coritiba por 2 a 1 na noite deste sábado (24), pela 18ª rodada da Série A do Brasileiro, na Arena Castelão, em Fortaleza.

A vitória veio de virada, já que o Coxa abriu o placar logo no primeiro minuto de jogo, com Rodrigo Muniz. Para o Vozão, a vitória foi importantíssima, pois chegou ao quarto jogo de invencibilidade na Série A do Brasileiro. Para o Coritiba, o desespero por estar na vice-lanterna.

O jogo começou melhor para o Coritiba. Após falha de Eduardo Brock, os visitantes marcaram com Rodrigo Muniz logo no primeiro minuto. O Ceará, no entanto, não paralisou. Vina, seis minutos depois, recebeu de Léo Chu e marcou o de empate.

O Vozão ainda teve boas chances com Eduardo, na trave, e Vina, que resultou em defesa. O Coritiba chegou a balançar as redes do Ceará após jogada de Matheus Bueno, mas a partida estava paralisada. Brock levou perigo no cabeceio nos minutos finais do primeiro tempo.

Aos seis minutos, Cléber subiu e mandou de cabeça no travessão. No rebote, Eduardo bateu firme para a rede. Foi a virada do Alvinegro. Mas a sequência foi de bons lances do Coxa. Nathan, William Matheus e Ricardo Oliveira ameaçaram.

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Depois, Galdezani apareceu livre na pequena área, mas mandou por cima na hora de finalizar. Total pressão dos visitantes. Os técnicos fizeram alterações. O Coxa buscando o empate, o Ceará queria reorganizar a marcação. As equipes não criaram chances de perigo até o fim.

 

Otavio Ventureli(da redação com GE)

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