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Com gols nos minutos finais da partida Palmeiras e Inter empatam em 1 x 1 com gols de Tiago Galhardo de pênalti e Luis Adriano de Cabeça

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Palmeiras e Inter empataram por 1 a 1 na noite desta quarta-feira, em São Paulo, pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro, em um jogo que deixou muito a desejar nos 90 minutos, mas reservou todas as emoções para os acréscimos.

O Colorado, que optou por poupar alguns titulares, abriu o placar aos 46 minutos com Thiago Galhardo, em pênalti revisado pelo VAR e que não existiu.  Mas o Verdão, com Luiz Adriano, de cabeça, empatou aos 48 minutos.  da emoção no fim, o jogo foi muito fraco tecnicamente, com raríssimas chances de gol e muita falta de criatividade.

A etapa inicial de Palmeiras x Internacional foi de muito pouca criatividade e raras chances de gol. O Colorado, com muitos reservas em campo, chegou com perigo só aos 13 minutos, em tentativa de bicicleta de Patrick que passou perto do gol defendido por Weverton. O Verdão, por sua vez, com enorme dificuldade de criação, só ameaçou aos 32, em chute de fora da área de Viña. Na reta final do primeiro tempo, o Inter voltou a arriscar em chute de longe de Moisés. Por cima do gol. De maneira geral, no entanto, os dois times fizeram um jogo muito fraco.

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O jogo não melhorou na etapa final. Continuou sem emoção e com a criatividade em falta nos dois times. Vez ou outra, como Patrick de Paula aos quatro minutos, um chute de longa distância para tentar surpreender. Rony até tentou aos 16, mas depois de fazer boa jogada, passando por três adversários, chutou em cima da zaga.

O Inter, depois de desperdiçar um contra-ataque com Nonato e Edenilson, chegou em finalização de Boschilia, defendida por Weverton. Na reta final, enfim a emoção. Mas da cabina do árbitro de vídeo, que revisou lance de mão dentro da área de Luan, do Palmeiras. Pênalti para o Inter. Na cobrança, aos 46, Thiago Galhardo fez o gol do Inter. Vitória? Não. Aos 48, o Palmeiras empatou com Luiz Adriano, de cabeça, após cruzamento de Gustavo Gómez.

O Palmeiras volta a campo no domingo(06), às 11h, para enfrentar o Bragantino, em Bragança Paulista. Já o Inter joga no mesmo dia, só que às 16h, contra o Bahia, no Beira-Rio, em Porto Alegre.

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Otavio Ventureli(da redação)

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Tão comuns nos tempos atuais comentários de ódio postados em redes sociais afetam psicologicamente as pessoas afirmam espacialistas

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Viver conectado é quase uma necessidade nos dias atuais. Quase não há mais separação do mundo virtual para o real. Estamos conectados 24 horas por dia.

A internet tornou-se uma ferramenta essencial para a maior parte da população. É um espaço democrático, onde podemos expressar opiniões.

Mas, também se tornou um local de ataques e disseminação de ódio. Quem faz comentários maldosos na internet são chamados de ‘haters’.

O ‘hate’ é um termo em inglês que na linguagem tecnológica significa “pessoa que posta mensagem de ódio na internet”. Podendo ser para uma pessoa específica ou um grupo.

O ódio sempre foi um sentimento existente. Porém, ele foi potencializado com a chegada e popularização da internet, principalmente, no Brasil.

Os ataques virtuais têm se tornado cada vez mais frequentes. Qualquer pessoa está passiva a esse tipo de ato. Entre os principais alvos dos haters, estão às pessoas públicas.

A Dra. Crhisttiane. psicóloga explicou o por que às pessoas estão com um comportamento cada vez mais agressivo na internet.

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Para a especialista Christiane Bianchi, a conduta “pode ser pelo fato delas se sentirem impotente e com uma necessidade de se imporem sobre as outras pessoas”.

Conforme a psicóloga, as pessoas entendem que devemos ter um bom comportamento apenas no offline, ou seja, fora da internet, na vida real.

“Já estamos acostumados com a ideia de que nosso comportamento deve obedecer às regras sociais no presencial. Mas, ainda tem muitas pessoas que não perceberam que as regras também valem para as redes sociais”, afirmou a psicóloga.

Para Cristiane Bianchi, as redes sociais acabam encorajando as pessoas em posições extremas, a se sentirem mais confiantes para expressarem o que pensam, o que pode afetar gravemente o psicológico para quem é dirigido os comentários de ódio.

“Quando o indivíduo tem interação com o cyberbullying, os danos à saúde mental são muito graves”.

Há leis que punem o Cyberbullying no Brasil. Termo que define a prática do bullying nas redes sociais. O artigo 147-A da Lei 14,132 de 2021  diz que “perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade” é crime de assédio on-line, com pena de reclusão de seis (06)  meses a dois (02) anos.

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Todos nós podemos ser um hater. Discordar de uma publicação ou comentário com outro comentário maldoso é estar disseminando ódio na internet.

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

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