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Empresário Tairone Conde Costa usava a Classe A como fachada para lavagem de dinheiro do tráfico internacional de drogas segundo a PF

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Tairone Conde Costa(foto) é o nome do empresário que foi preso pela Polícia Federal, na manhã desta sexta-feira (11), durante a Operação Status, deflagrada em Mato Grosso e mais quatro estados.

Ele é proprietário da concessionária Classe A, localizada na Avenida Fernando Corrêa, em Cuiabá.

Conforme a Polícia Federal, Tairone estaria envolvido no crime de lavagem de dinheiro oriundo do tráfico de drogas. Além do mandado de prisão preventiva, os agentes cumpriram ordens de busca e apreensão no estabelecimento de luxo.

Durante os cumprimentos das ordens, os policiais apreenderam vários veículos na concessionária. Dentre eles estão, Lamborghini, Jaguar, BMW 320 I, Porshe e Land Rover. Os carros de luxos deverão ser encaminhados à Polícia Federal para procedimentos.

O proprietário da concessionária é suspeito de fazer parte de um esquema criminoso que tinha como ponto principal a lavagem de dinheiro do tráfico de cocaína, por meio de empresas de “laranjas” e empresas de fachada, dentre as quais havia construtoras, administradoras de imóveis, lojas de veículos de luxo, dentre outras.

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A estrutura, especializada na lavagem de grandes volumes de valores ilícitos, também contava com uma rede de doleiros sediados no Paraguai, com operadores em cidades brasileiras como Curitiba, Londrina, São Paulo e Rio de Janeiro.

Além do mandado de prisão contra o empresário, também são cumpridas ordens de busca e apreensão em outros locais de Cuiabá, Barra do Garças e Primavera do Leste. Os alvos também não foram divulgados.

A Polícia Federal informou que estão sendo sequestrados mais de R$ 230 milhões em patrimônio do tráfico de drogas.

No Brasil, estão sendo sequestrados e apreendidos 42 imóveis, duas fazendas, 75 veículos, embarcações e aeronaves, cujos valores somados atingem os R$ 80 milhões em patrimônio adquirido pelos líderes da organização criminosa.

Além de Mato Grosso, a ação policial é deflagrada em Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e ainda em Assunção e Pedro Juan Caballero, no Paraguai.

A operação foi batizada de “Status” em alusão à ostentação de alto padrão de vida mantida pelos líderes da organização criminosa, com participações em eventos de arrancadas com veículos esportivos de alto luxo, contratação de artistas famosos para eventos pessoais e residências de luxo.

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Ao todo, são oito mandados de prisão preventiva e 42 mandados de busca e apreensão, além das ordens de sequestro já mencionadas, todas expedidas pela 5ª Vara Federal em Campo Grande (MS).

 

 

Otavio Ventureli(da redação com ascom/hntnoticias)

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Tão comuns nos tempos atuais comentários de ódio postados em redes sociais afetam psicologicamente as pessoas afirmam espacialistas

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Viver conectado é quase uma necessidade nos dias atuais. Quase não há mais separação do mundo virtual para o real. Estamos conectados 24 horas por dia.

A internet tornou-se uma ferramenta essencial para a maior parte da população. É um espaço democrático, onde podemos expressar opiniões.

Mas, também se tornou um local de ataques e disseminação de ódio. Quem faz comentários maldosos na internet são chamados de ‘haters’.

O ‘hate’ é um termo em inglês que na linguagem tecnológica significa “pessoa que posta mensagem de ódio na internet”. Podendo ser para uma pessoa específica ou um grupo.

O ódio sempre foi um sentimento existente. Porém, ele foi potencializado com a chegada e popularização da internet, principalmente, no Brasil.

Os ataques virtuais têm se tornado cada vez mais frequentes. Qualquer pessoa está passiva a esse tipo de ato. Entre os principais alvos dos haters, estão às pessoas públicas.

A Dra. Crhisttiane. psicóloga explicou o por que às pessoas estão com um comportamento cada vez mais agressivo na internet.

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Para a especialista Christiane Bianchi, a conduta “pode ser pelo fato delas se sentirem impotente e com uma necessidade de se imporem sobre as outras pessoas”.

Conforme a psicóloga, as pessoas entendem que devemos ter um bom comportamento apenas no offline, ou seja, fora da internet, na vida real.

“Já estamos acostumados com a ideia de que nosso comportamento deve obedecer às regras sociais no presencial. Mas, ainda tem muitas pessoas que não perceberam que as regras também valem para as redes sociais”, afirmou a psicóloga.

Para Cristiane Bianchi, as redes sociais acabam encorajando as pessoas em posições extremas, a se sentirem mais confiantes para expressarem o que pensam, o que pode afetar gravemente o psicológico para quem é dirigido os comentários de ódio.

“Quando o indivíduo tem interação com o cyberbullying, os danos à saúde mental são muito graves”.

Há leis que punem o Cyberbullying no Brasil. Termo que define a prática do bullying nas redes sociais. O artigo 147-A da Lei 14,132 de 2021  diz que “perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade” é crime de assédio on-line, com pena de reclusão de seis (06)  meses a dois (02) anos.

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Todos nós podemos ser um hater. Discordar de uma publicação ou comentário com outro comentário maldoso é estar disseminando ódio na internet.

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

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