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Conselho Nacional do Ministério Público nega pedido da família da atiradora do Alphaville para afastar promotor de Justiça das investigações

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O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) negou o pedido da família Cestari para afastar o promotor de Justiça Marcos Regenold Fernandes das investigações da morte de Isabele Guimarães Ramos. A decisão é desta quinta-feira (10).

A relatora do processo, Sandra Krieger Gonçalves, rejeitou de plano o pedido por não conhecer infração nas condutas narradas pela defesa da família Cestari e ainda determinou o arquivamento do processo.

No pedido, a família da menor que atirou em Isabele na noite de 12 de julho, usou trechos de uma entrevista dele à uma revista nacional para alegar que ele infringiu o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

“(…)o representado violou frontalmente os deveres funcionais contidos na Lei Complementar 75/1993, na medida em que, a despeito do não encerramento dos procedimentos inquisitoriais instaurados em desfavor dos representantes, não só antecipou seu juízo de valor quanto a qualificação jurídica a ser dada aos fatos, como também inovou no conteúdo do IPL, trazendo à tona elementos indiciários sequer produzidos nos autos”, diz trecho do pedido apresentado pelo advogado Artur Osti ao CNMP.

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O caso
Isabele Guimarães Ramos, 14, foi morta com um tiro no rosto quando estava no banheiro da casa da melhor amiga, no condomínio Alphaville. A autora do disparo, uma adolescente também 14 anos, alegou que o tiro foi acidental, porém os laudos desmentiram a versão e também apontaram que as duas estavam dentro do banheiro e que o disparo foi realizado à curta distância e de forma intencional.

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Polícia investiga morte de empresário paulista assassinado em Mato Grosso cujo corpo foi encontrado em terreno baldio com várias facadas

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A Polícia Civil da cidade Feliz Natal, municipio de  Mato Grosso,  trabalha como principal a hipótese de latrocínio (roubo seguido de morte) o assassinato do empresário paulista, Wagner Delfino, de 43 anos. O corpo foi encontrado em um terreno baldio, na noite deste domingo (20).

O empresário, que atuava no ramo de compra e venda de terrenos, morava na cidade de Sorocaba (SP) e viajou de carro com dois amigos para Feliz Natal para fazer negócios. Quem matou Wagner Delfino também roubou o carro dele.

Segundo populares que encontraram o corpo de Wagner, por volta das 20h30, em um terreno atrás de uma mecânica, ele apresentava sinais de várias facadas.

De início, ninguém conseguiu reconhecer a vítima, mas, enquanto a ocorrência estava em andamento, dois homens chegaram em um táxi e constataram que se tratava de Wagner, amigo deles.

Na tarde deste  domingo(20), segundo seus amigos de Sorocaba, o empresário saiu para ir ao Rio Arraia e lá conheceu uma mulher de 45 anos e a filha dela, de 13. As duas fizeram vários vídeos no carro da vítima.

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Eles foram vistos juntos, no final da tarde, no hotel em que o grupo estava hospedado e, depois disso, sumiu e não atendeu mais ao telefone.

Com a ajuda de um taxista, os amigos foram até a casa da testemunha e a encontraram chorando muito, dizendo que “haviam feito mal ao Wagner”.

Aos policiais, ela disse que foi deixada no Bar do Maranhão e que, em seguida, Wagner sumiu. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil.  Um homem com apelido de “Cuiabano” seria o suspeito.

O carro do de Wagner ainda não foi localizado.

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