Momento +

Conselho Nacional do Ministério Público nega pedido da família da atiradora do Alphaville para afastar promotor de Justiça das investigações

Publicados

em

O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) negou o pedido da família Cestari para afastar o promotor de Justiça Marcos Regenold Fernandes das investigações da morte de Isabele Guimarães Ramos. A decisão é desta quinta-feira (10).

A relatora do processo, Sandra Krieger Gonçalves, rejeitou de plano o pedido por não conhecer infração nas condutas narradas pela defesa da família Cestari e ainda determinou o arquivamento do processo.

No pedido, a família da menor que atirou em Isabele na noite de 12 de julho, usou trechos de uma entrevista dele à uma revista nacional para alegar que ele infringiu o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

“(…)o representado violou frontalmente os deveres funcionais contidos na Lei Complementar 75/1993, na medida em que, a despeito do não encerramento dos procedimentos inquisitoriais instaurados em desfavor dos representantes, não só antecipou seu juízo de valor quanto a qualificação jurídica a ser dada aos fatos, como também inovou no conteúdo do IPL, trazendo à tona elementos indiciários sequer produzidos nos autos”, diz trecho do pedido apresentado pelo advogado Artur Osti ao CNMP.

Leia Também:  Mulher é presa após ser flagrada pela Polícia Civil com três quilos de maconha em residência de Sinop

O caso
Isabele Guimarães Ramos, 14, foi morta com um tiro no rosto quando estava no banheiro da casa da melhor amiga, no condomínio Alphaville. A autora do disparo, uma adolescente também 14 anos, alegou que o tiro foi acidental, porém os laudos desmentiram a versão e também apontaram que as duas estavam dentro do banheiro e que o disparo foi realizado à curta distância e de forma intencional.

Momento +

Tão comuns nos tempos atuais comentários de ódio postados em redes sociais afetam psicologicamente as pessoas afirmam espacialistas

Publicados

em

Viver conectado é quase uma necessidade nos dias atuais. Quase não há mais separação do mundo virtual para o real. Estamos conectados 24 horas por dia.

A internet tornou-se uma ferramenta essencial para a maior parte da população. É um espaço democrático, onde podemos expressar opiniões.

Mas, também se tornou um local de ataques e disseminação de ódio. Quem faz comentários maldosos na internet são chamados de ‘haters’.

O ‘hate’ é um termo em inglês que na linguagem tecnológica significa “pessoa que posta mensagem de ódio na internet”. Podendo ser para uma pessoa específica ou um grupo.

O ódio sempre foi um sentimento existente. Porém, ele foi potencializado com a chegada e popularização da internet, principalmente, no Brasil.

Os ataques virtuais têm se tornado cada vez mais frequentes. Qualquer pessoa está passiva a esse tipo de ato. Entre os principais alvos dos haters, estão às pessoas públicas.

A Dra. Crhisttiane. psicóloga explicou o por que às pessoas estão com um comportamento cada vez mais agressivo na internet.

Leia Também:  Polícia Civil prende na madrugada desta quinta(19) "monstro" acusado de agredir, torturar, tentar matar e mutilar órgão sexual da companheira

Para a especialista Christiane Bianchi, a conduta “pode ser pelo fato delas se sentirem impotente e com uma necessidade de se imporem sobre as outras pessoas”.

Conforme a psicóloga, as pessoas entendem que devemos ter um bom comportamento apenas no offline, ou seja, fora da internet, na vida real.

“Já estamos acostumados com a ideia de que nosso comportamento deve obedecer às regras sociais no presencial. Mas, ainda tem muitas pessoas que não perceberam que as regras também valem para as redes sociais”, afirmou a psicóloga.

Para Cristiane Bianchi, as redes sociais acabam encorajando as pessoas em posições extremas, a se sentirem mais confiantes para expressarem o que pensam, o que pode afetar gravemente o psicológico para quem é dirigido os comentários de ódio.

“Quando o indivíduo tem interação com o cyberbullying, os danos à saúde mental são muito graves”.

Há leis que punem o Cyberbullying no Brasil. Termo que define a prática do bullying nas redes sociais. O artigo 147-A da Lei 14,132 de 2021  diz que “perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade” é crime de assédio on-line, com pena de reclusão de seis (06)  meses a dois (02) anos.

Leia Também:  Força Total da Polícia Militar iniciada na terça(17) termina no próximo domingo em toda Cuiabá e visa combater criminalidade na Capital

Todos nós podemos ser um hater. Discordar de uma publicação ou comentário com outro comentário maldoso é estar disseminando ódio na internet.

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

Continue lendo

MOMENTO POLICIAL

MOMENTO DESTAQUE

MOMENTO MULHER

MOMENTO PET

MAIS LIDAS DA SEMANA