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Dados da Secretaria de Saúde de MT indicam que existem no Estado cerca de 73 casos suspeitos de coronavírus. Em Lucas, 06 casos

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O número de casos suspeitos de coronavírus em Mato Grosso atingiu  73 nesta sexta-feira (20).

Os dados foram divulgados pelo secretário estadual de Saúde Gilberto Figueredo em transmissão ao vivo via Facebook do governo. O secretário alerta que nos próximos dias muitos casos suspeitos devem surgir, consequentemente o número de casos confirmados também.

Neste sentido, reforça a recomendação para evitar aglomerações e apela pelo isolamento social. “Em 30 dias um único caso positivo pode transmitir para 400 pessoas. Se nós apertarmos o cerco em 70% a circulação de pessoas, em 30 dias teremos apenas 3 pacientes infectados”, projeta.

Os casos suspeitos estão nas cidades de Cuiabá (27), Lucas do Rio Verde (6), Rondonópolis (5), Várzea Grande (4), Tangará da Serra (3), Aripuanã (3),  Campo Novo do Parecis (1), Sinop (2), Araputanga (1), Cáceres (2), Campo Verde (2), Ipiranga do Norte (1), Juína (1), Juruena (1), Nova Xavantina (2), Poxoréu (1), Primavera do Leste (2), São José do Rio Claro (2), Sinop (1), Tangará da Serra (1), Comodoro (1), Nova Monte Verde (1), Novo Horizonte do Norte (1), Pedra Preta (1) e Peixoto de Azevedo (1).

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O secretário explica que as medidas são tomadas à medida que os casos aparecem e garante que Mato Grosso adotou todas as ações adequadas a cada momento. “O Estado de Mato Grosso está adotando paulatinamente as medidas, em conformidade com o Ministério da Saúde”.

Na coletiva, o secretário explicou que mudaram os critérios para um caso ser considerado suspeito. A partir de agora, além dos sintomas já conhecidos, febre e dificuldade para respirar, é levado em conta se a pessoa passou por qualquer Estado ou localidade em que já exista casos confirmados da doença.

Sobre a revogação das medidas emergenciais, Gilberto comentou que não dá para criar expectativas neste sentido nem fazer futurologia. “As medidas são tomadas de acordo com os cenários e esperamos que não seja o pior, mas à medida que for possível flexibilizar, vamos fazer. Assim como é verdadeiro afirmar que se for necessário redobrar decisões enérgicas, o governo também assim vai fazer”, declara.

Gilberto Figueiredo alerta que pessoas que desrespeitarem as normas impostas pelo Governo podem, sim, ser presas pelas forças policiais.

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Otavio Ventureli(com Assessoria)

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Vereadora jornalista Michelly Alencar faz balanço do primeiro semestre do mandato; foram 11 projetos de lei apresentados, sendo 2 aprovados

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Vereadora de primeiro mandato, a jornalista Michelly Alencar (DEM) fez um balanço positivo dos trabalhos realizados no primeiro semestre de sua legislatura. Foram 11 projetos de lei apresentados, sendo 2 aprovados, 2975 indicações, 110 requerimentos, 4 sessões solenes e mais de 60 fiscalizações.

A parlamentar tem uma forte atuação na defesa de bandeiras em defesa da educação, saúde, família, das pessoas com deficiência, do esporte e das ações sociais em defesa dos vulneráveis.
Um dos seus projetos aprovados é o que estabelece sessão adaptada de cinema para autistas. Conforme a proposta, os cinemas da capital serão obrigados a reservar uma sessão por mês com adaptações para crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e suas famílias, sem implicações de custos extras.
A diferença é que não poderão exibir comerciais e trailers, a sala ficará iluminada com luz baixa durante toda a exibição do filme, o som será reduzido para não causar desconforto ao público e a entrada do cinema será identificada com o símbolo do autismo.
“Um projeto que foi construído ouvindo o público interessado para atender aos interesses deles. Os autistas também têm direito a diversão e lazer. Fiquei muito feliz com a aprovação deste projeto e temos tantos outros tramitando na Casa para melhorar a vida da população”, explicou.
Fiscalização e mandato participativo
A parlamentar também considera como ponto forte do mandato a fiscalização das ações do Executivo Municipal. Michelly tem acompanhado de perto as ações da saúde e educação da Prefeitura.
Uma de suas fiscalizações, realizada com outros vereadores de oposição, resultou na divulgação de que a Prefeitura de Cuiabá deixou milhares de medicamentos vencerem no Centro de Distribuição e Insumos da Capital (CDMIC). Essa fiscalização resultou na criação de uma CPI, que ainda está em andamento, na Câmara para investigar e apontar os responsáveis por isso.
Michelly afirmou que usa muito as redes sociais para falar com a população, receber denúncias e sugestões. “Com a pandemia, com limitação de reuniões na Câmara, tenho usado ainda mais as redes sociais para estar em permanente contato com a população. E tenho recebido um feedback muito bom, são sugestões que nos ajudam a construir projetos ou então a cobrar a melhoria de serviços da prefeitura”, disse a vereadora.

Ana Rosa Fagundes – Assessoria vereadora Michelly Alencar

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