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Dados da Secretaria de Segurança Pública de MT indicam que aumenta no Estado o número de feminicio nos seis primeiros meses do ano

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O número de feminicídios ocorridos nos seis primeiros meses de 2020 em Mato Grosso aumentou 68% em relação ao mesmo período do ano passado. Neste ano, 32 mulheres foram vítimas de feminicídio, enquanto em 2019 houve 19 vítimas.

Os dados são da Superintendência do Observatório de Violência da Secretaria de Estado de Segurança Pública. No entanto, esses são dados preliminares, já que, durante a investigação dos crimes, pode haver mudanças na autoria e motivação, podendo ser classificados como homicídios dolosos.

Inclusive, o número de homicídios dolosos contra mulheres entre 18 e 59 anos apresentou redução significativa de 46%. Neste ano, 14 casos de homicídios dolosos foram registrados, enquanto, no ano passado, este número chegou a 26 crimes.

No total de mortes envolvendo vítimas femininas somando todas as motivações, 46 crimes foram registrados este ano, enquanto 45 ocorreram no mesmo período do ano passado, ou seja: um crescimento de 2%.

Já o número de homicídios dolosos tentados diminuiu 23%, sendo registradas 108 tentativas de homicídio contra 140, no mesmo período do ano passado.

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OUTROS CRIMES

A maior parte dos outros crimes contra a mulher apresentou redução nos índices. O crime que mais apresentou registros foi o de ameaça (8.644 registros), que teve redução de 15% em relação ao mesmo período do ano passado.

Já lesão corporal somou 4.506 denúncias, totalizando redução de 11% em relação a 2019. a sequência, estão injúria (2.436 casos e redução de 17%), difamação (1.242 casos e redução de 29%), calúnia (750 casos e redução de 20%), perturbação de tranquilidade (417 casos e redução de 29%) e violação de domicílio (420 casos e redução de 7%).

Seguindo a mesma tendência, o número de estupros diminuiu 5%. No primeiro semestre de 2019 ocorreram 188 estupros, já neste ano foram 179. Já o estupro de vulnerável apresentou aumento de 30%, passando de 20 casos no ano passado para 26 ocorrências neste ano.

 

Otavio Ventureli(com ascom)

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Baixaria continua: Advogado Cleverson Contó divulga audio no qual uma mulher acusadora de agressão desmente que tenha sido agredida pelo profissional

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O advogado Cleverson Contó(foto) divulgou, nesta sexta-feira (18), áudios em que a Influencer Digital Mariana Vidotto supostamente nega ter sofrido as agressões das quais o acusa.

Nos áudios, que teriam sido trocados entre Mariana e o advogado, os dois também conversam sobre vídeos íntimos do casal que Contó teria se recusado a gravar.

Em um dos áudios, a Influencer Digital supostamente chega a dizer que muitas pessoas tem a procurado para esclarecer se Contó teria ou não cometido agressões físicas contra ela.

“É óbvio que as pessoas estão me perguntando “ele te bateu?”, “ele fez alguma coisa?”, “ele já te deu um soco?”, não. Você não fez isso comigo”, diz trecho do arquivo.

Em outro momento, Mariana e Cleverson conversam sobre vídeos íntimos que a blogueira teria pedido para o advogado gravar. Contó relembra que, mesmo sob insistência da ex-namorada, ele teria se recusado a fazer as gravações.

Mariana argumenta que teria ficado sabendo de vídeos íntimos entre Cleverson e Laryssa Morais, médica que também acusa o advogado de violência doméstica. O advogado, no entanto, rebate.

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Mariana, esquece isso. Depois que aconteceu todos os rolos, todos os vídeos que eu tinha, eu apaguei. Da última vez que a gente ficou, eu fiz questão de apagar assim que terminamos. Antes de tomar banho, eu apaguei os vídeos”, afirma.

Em seguida, a blogueira supostamente confirma que Cleverson teria apagado as imagens.

O caso

As agressões que teriam sido praticadas por Cleverson Contó ganharam as manchetes após Mariana Vidotto e um grupo de mulheres virem a público narrar a violência sofrida durante os relacionamentos que mantiveram com o advogado.

Em sua conta no Instagram, Mariana contou que chegou a perder cerca de nove quilos durante o relacionamento e que, no início do ano, Cleverson entrou com um processo contra ela com uma multa de R$ 20 mil caso ela dissesse algo sobre ele.

Outra vítima que ganhou destaque no caso foi a médica Laryssa Moraes que chegou a relatar, também no Instagram, que as agressões ela teria sofrido foram tão brutais que resultaram em um nariz quebrado e em retinas deslocadas. Cleverson também teria tentado estuprá-la com um pen-drive.

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Já a defesa do advogado Cleverson Campos Contó, representada por Eduardo Mahon, alega que Cleverson estaria sendo alvo de extorsão por parte das vítimas.

Mahon argumentou que não existem exames ou prontuários médicos apontando as agressões que foram relatadas pela médica Laryssa Moraes e a influencer digital Mariana Vidotto. Segundo a defesa, Mariana teria exigido R$ 500 mil para retirar as acusações contra Contó.

 

Otavio Ventureli(da redação)

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