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    “Deixa eu trabalhar, deixa eu fazer meu trabalho”, diz prefeita Flávia Moretti em meio a embate político em Várzea Grande

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    A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), voltou a elevar o tom contra o presidente da Câmara Municipal, Wanderley Cerqueira (MDB), ao acusá-lo de articular uma tentativa de cassação com o objetivo de assumir o comando do Executivo municipal.

    Em meio ao acirramento político e após o vazamento de áudios e suspeitas de possíveis grampos envolvendo a Prefeitura e a Câmara, a gestora desafiou o parlamentar a disputar o cargo de prefeito nas eleições de 2028, quando afirma que buscará a reeleição.

    Em uma declaração direta a Cerqueira, Flávia afirmou que o embate político deve ser resolvido nas urnas e não por articulações internas.

    “Então, eu acho isso… Por que que não vem pra candidatar pra prefeito? Quer caçar no tapetão? Eu já sei disso desde o dia que eu ganhei a eleição… Eu tô aqui há um ano e quatro meses. E vou continuar fazendo minha gestão, independente do que vier. Se vier processo, eu vou me defender”, declarou.

    A prefeita também criticou o que classificou como tentativas de instabilidade política dentro do Legislativo municipal e afirmou que seguirá com sua gestão mesmo diante de eventuais processos.

    “Quer ganhar pra prefeito? Quer ter 68 mil votos igual eu tenho? Vai ser prefeito, vai se candidatar pra prefeito. Agora, não é um vereador que tem 1.100 votos que quer virar prefeito e sentar na cadeira. Pelo amor de Deus, gente. Deixa eu trabalhar”, disse.

    Flávia ainda afirmou que pretende acionar órgãos de controle para apurar possíveis irregularidades.

    “O governo vai buscar órgãos de controle, como o Ministério Público, fazer denúncias sobre isso? Com certeza. Se não parou, eu vou ver com meus advogados pra tomar ciência, porque ali os autos são extremamente de crimes dentro da Câmara Municipal e é pra me prejudicar”, afirmou.

    Segundo a prefeita, o conflito político extrapola disputas pessoais e pode afetar diretamente o município, especialmente na liberação de recursos e articulações com outras esferas de governo.

    “Não é prejudicar a Flávia, prejudica a população. Um político maior, um senador, um governador, vendo essa instabilidade política, ele não quer mandar recursos pro município”, declarou.

    A crise entre Executivo e Legislativo em Várzea Grande deve seguir como um dos principais temas da política local, especialmente diante da troca de acusações públicas e da promessa de judicialização do caso por parte da gestão municipal.

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