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Delegacia de Entorpecentes aumenta em 38,4% número de inquéritos instaurados em investigações sobre tráfico

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Com a atuação cada vez mais forte no combate ao tráfico de drogas, a Delegacia Repressão a Entorpecentes (DRE) da Polícia Civil, aumentou em mais de 38% o número de inquéritos instaurados em 2020 em comparação ao ano anterior. Neste ano, já são mais de mil inquéritos instaurados que resultaram em grandes apreensões, prisões e outros procedimentos relacionados ao comércio de entorpecentes.

Os números de investigações e instauração de inquéritos policiais na especializada tiveram um aumento significativo, sendo na quinta-feira (19.11) instaurado o inquérito policial nº. 1.005, do ano de 2020. Na mesma data de 2019, foram instaurados 726 inquéritos policiais, havendo, portando, um aumento de 38,4%.

Em relação à conclusão de inquéritos policiais, a especializada também apresentou números expressivos concluindo mais inquéritos do que instaurou no ano de 2020 – são até o momento 1.062 inquéritos policiais. No ano de 2019 foram concluídos no mesmo período 767 inquéritos policiais, resultando em um aumento de 40,9 %.

A metodologia de trabalho da DRE é dividida em duas vertentes de combate ao tráfico de drogas, uma que objetiva o enfrentamento ao tráfico interestadual, envolvendo grandes carregamentos de entorpecentes vindos do Estado de Mato Grosso do Sul (MS) e da fronteira com a Bolívia.

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O segundo foco visa o combate ao “tráfico formiguinha” que abastece as bocas de fumo enraizadas nos bairros da baixada cuiabana e Várzea Grande, o qual também fomenta outros tipos de delitos como roubo, homicídio, furto e latrocínio, e traz a sensação de insegurança às comunidades.

De acordo com o delegado titular da DRE, Vitor Hugo Bruzulato Teixeira, a unidade recebe todas as ocorrências relacionadas ao porte e ao tráfico de substâncias entorpecentes de Cuiabá e Várzea Grande e ainda possui circunscrição concorrente em todo o estado de Mato Grosso, realizando investigações nas mais diversas regiões do nosso Estado.

‘Durante o período de pandemia do coronavírus foi percebida uma redução em grande parte das incidências criminais, porém este fato não ocorreu em relação ao tráfico de drogas, que tem aumentado consideravelmente”, destacou o delegado.

O delegado ressaltou ainda que todo resultado da delegacia se deve a união e empenho dos policiais civis, escrivães e investigadores, da especializada. “Mesmo nesse período de isolamento, e com o efetivo reduzido, as equipes não mediram esforços para estar nas ruas, investigando, identificando e prendendo envolvidos com o tráfico de drogas”, disse o delegado.

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Aumento da produção

A Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes foi reativada em 19 de dezembro de 2008, mas passou a atuar de fato no início de 2009 com intuito de fortalecer as ações repressivas, de combate ao tráfico de drogas, considerado uma das bases da criminalidade.

Desde a reativação da Especializada até hoje o número de procedimentos policiais vem gradativamente crescendo. Atualmente, a DRE está adaptada a integração do Geia com o sistema PJe,  fazendo 100% dos procedimentos de forma digital, o que trouxe grandes benefícios aos trabalhos desenvolvidos na unidade.

Fonte: GOV MT

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Outra: Marido sai para trabalhar de madrugada deixa esposa dormindo, tenta contato não consegue e ao ir em casa encontra mulher morta

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Adriana Aparecida de Souza Silva, 27, foi encontrada morta no começo da tarde desta segunda-feira (30), em sua casa, no bairro Cidade Alta, em Reserva do Cabaçal, municipio de Mato Grosso.

A vítima estava com várias perfurações de faca pelo corpo, que foi encontrado pelo marido, que voltou do trabalho após Adriana não atender suas ligações. O caso é investigado.

De acordo com as informações, a Polícia Militar da cidade foi acionada via 190 para atender um crime de homicídio. Chegando no local, encontrou Adriana na cama, com várias perfurações de faca, já sem vida.

A cena do crime foi isolada e  a Perícia Oficial e Polícia Civil da cidade de Araputanga MT, municipio vizinho,  acionada para o caso. Aos militares, o marido da vítima contou que saiu para trabalhar por volta das 4h30, como de costume, e a deixou dormindo.

Mas, já por volta das 8h, passou a ligar a para a esposa, que não atendeu. No decorrer da manhã, as ligações também não foram atendidas. O fato causou estranheza no homem, que aproveitou o horário de almoço e retornou para casa.

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Quando ele chegou e foi em direção ao quarto, já encontrou Adriana coberta de sangue e sem sinais vitais. A Polícia Civil assumiu a ocorrência e vai investigar o crime. Não há informações se a casa estava arrombada.

 

 

Otavio Ventureli(da redação com assessoria)

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