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Deputado apresenta moção de repúdio contra atuação do GEFRON que resultou na morte de um grupo de índios da etnia chuiquitanos

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O deputado Valdir Barranco, apresentou nesta quarta-feira (02) uma moção de repúdio pela morte de quatro indígenas chiquitanos, em Cáceres MT.

Na data, o grupo foi morto durante uma ação do Grupo Especial de Fronteira (Gefron).

De acordo com o parlamentar, o ato de ‘violência irresponsável’ executado pelo Gefron contra os indígenas apresenta, inclusive, indícios de tortura. Informações apresentadas pelo deputado na moção de repúdio apontam que dois homens do grupo estavam com orelhas cortadas e dentes quebrados.

Identificados como Arcindo Sumbre García, Paulo Pedraza Chore, Yonas Pedraza Tosube e Ezequiel Pedraza Tosube Lopez, os indígenas estariam retomando de uma caçada realizada próxima à cidade de San Matías, portando em suas mochilas peças de carne secas de animais.

“Busco, além de justiça, uma reparação do Estado brasileiro que retirou da comunidade quatro adultos que eram fundamentais no sustento das famílias e de toda a aldeia localizada no município boliviano de San José de la Frontera”, apontou o deputado.

Conforme boletim de ocorrência registrado na época do fato, haveria nove suspeitos na ocorrência que avançaram com os policiais. Os homens, todos em uma região de mata, estariam transportando drogas para a Bolívia. Na ação, quatro pessoas foram mortas e o restante fugiu.

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Junto aos indígenas os policiais localizaram quatro armas de fogo e diversas munições. Contudo, nenhuma droga foi localizada, fato destacado também pela moção de repúdio, uma vez que os entorpecentes seriam o motivo da ação policial.

O  Gefron apontou que uma investigação sobre o caso está em curso e que não foi realizada qualquer tipo de ação em desfavor dos policiais que atuaram na ocorrência.  O  grupo de fronteira também disse que os suspeitos que teriam fugido já foram identificados.

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

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Polícia Civil deflagra na manhã desta quarta-feira(23) operação para prender três bandidos envolvidos no assalto ao Supermercado Atacadão

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A Polícia Civil de MT, por meio da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), deflagrou na manhã desta quarta-feira (23), operação para cumprimento de ordens judiciais de prisão contra três criminosos envolvidos na tentativa de roubo, no supermercado Atacadão, ocorrido em maio de 2019.

Os mandados judiciais foram expedidas pela Terceira Vara Criminal da Capital.

O crime ocorreu no dia 10 de maio quando o grupo criminoso associado, fortemente armado, tentou atacar o carro forte da empresa Brinks, no momento em que era realizado o abastecimento dos terminais de auto atendimento (caixas eletrônicos) instalados no supermercado.

O roubo não foi consumado devido a intervenção imediata da equipe da GCCO, assim como pela ação do vigilante da empresa, resultando na morte de três dos criminosos.  Durante a ação, não houve terceiros feridos, seja dentro do estabelecimento, com a reação justa e necessária do vigilante, seja na parte externa com a intervenção dos policiais, repelindo iminente e injusta agressão.

Com os criminosos, foram encontradas diversas armas de fogo, sendo uma pistola canadense, calibre .45, com 13 munições .45 intactas e uma munição .45 deflagrada; submetralhadora,, calibre .40, patrimônio da Polícia Judiciária Civil, com um carregador com 12 munições .40 intactas; e uma pistola, calibre .380, patrimônio da Polícia Militar, com um carregador com uma munição .380 intacta e três munições .380 deflagradas.

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O mesmo grupo criminoso inicialmente identificado no dia dos fatos também era investigado pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá por diversos crimes patrimoniais anteriores, investigação que auxiliou no levantamento de provas técnicas da participação deles no crime.

Em continuidade a investigação, a GCCO apurou o envolvimento de outros três criminosos, após incessante trabalho policial que reuniu esforços em Inteligência Policial, análises de vínculos, de imagens, diligências em campo e perícias requisitadas.

Ainda no dia dos fatos, foi aventada a possível participação de uma vigilante da própria empresa Brinks, sendo o seu envolvimento apontado pela esposa de um dos criminosos mortos na ação.

Nas investigações foi comprovada a atuação da vigilante no planejamento da ação dos criminosos, fornecendo informações precisas e imprescindíveis, enviando fotos, dados sigilosos e localizações dos pontos de abastecimento de caixas eletrônicos de diversos clientes da empresa onde trabalhava.

A investigação ainda demonstrou o vínculo da vigilante com um conhecido criminoso, já envolvido em diversos crimes relacionados a caixas eletrônicos, também investigado e preso pela GCCO na operação Luxus.

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Um dos alvos da operação já se encontrava preso no Centro de Ressocialização de Cuiabá, bem como dois mandados de busca e apreensão. Os presos serão interrogados na GCCO e o inquérito policial finalizado em dez dias.

 

Otavio Ventureli(da redação com hntnoticias)

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