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Deputado Max Russi apresenta propostas para recuperação econômica de MT

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Foto: Divulgação

Duas propostas, para estimular a formatação de medidas de recuperação da economia de Mato Grosso, após a pandemia, foram apresentadas pelo deputado Max Russi (PSB), nesta quarta-feira (6), na Assembleia Legislativa.

Uma delas é um projeto de lei, que suspende ou torna facultativo feriados no estado. “Não temos como mensurar os estragos financeiros em nossa matriz econômica, até que essa pandemia acabe, mas precisamos pensar lá na frente e já construir medidas para retomar a nossa economia”, justificou.

Conforme o texto, a intenção é compensar o longo período de paralisação de boa parte do comércio e serviços, em decorrência do isolamento social. O parlamentar acredita que a medida, que faculta o funcionamento das atividades econômicas, poderá minimizar os efeitos negativos, resultantes das ações de enfrentamento ao coronavírus.

“As micro e pequenas empresas estão vulneráveis a abalos na economia e um possível fechamento generalizado de empresas poderia ocasionar demissões em massa e um caos social. É preferível trabalhar no feriado, a passar fome”, argumentou.

Outra proposta apresentada pelo deputado Max Russi foi uma indicação, para que seja instituída uma política estadual de estímulo, incentivo e promoção da Economia Solidária.

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A ideia, conforme explica Russi, é promover ações que consolidem a plataforma multilateral, modelo que atende dois grupos distintos de clientes, envolvendo todos os atores, públicos e privados, interessados no desenvolvimento socioeconômico do MT.

“Com esta ação, é possível que empresas e profissionais autônomos prestem serviços ou ofereçam produtos entre si, sem se restringir à troca com apenas uma empresa ou prestador de serviço, como ocorre na forma bilateral”, explicou.

Outro fator positivo, segundo o parlamentar, seria a criação de mecanismos simples e ágeis, para a abertura e fechamento de iniciativas, dentro do conceito de consumo colaborativo.

“Existe assim a possibilidade de propiciar segurança e apoio para empresas em processo de formação e diminuir limitações regulatórias e burocráticas”, complementou.

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Tão comuns nos tempos atuais comentários de ódio postados em redes sociais afetam psicologicamente as pessoas afirmam espacialistas

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Viver conectado é quase uma necessidade nos dias atuais. Quase não há mais separação do mundo virtual para o real. Estamos conectados 24 horas por dia.

A internet tornou-se uma ferramenta essencial para a maior parte da população. É um espaço democrático, onde podemos expressar opiniões.

Mas, também se tornou um local de ataques e disseminação de ódio. Quem faz comentários maldosos na internet são chamados de ‘haters’.

O ‘hate’ é um termo em inglês que na linguagem tecnológica significa “pessoa que posta mensagem de ódio na internet”. Podendo ser para uma pessoa específica ou um grupo.

O ódio sempre foi um sentimento existente. Porém, ele foi potencializado com a chegada e popularização da internet, principalmente, no Brasil.

Os ataques virtuais têm se tornado cada vez mais frequentes. Qualquer pessoa está passiva a esse tipo de ato. Entre os principais alvos dos haters, estão às pessoas públicas.

A Dra. Crhisttiane. psicóloga explicou o por que às pessoas estão com um comportamento cada vez mais agressivo na internet.

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Para a especialista Christiane Bianchi, a conduta “pode ser pelo fato delas se sentirem impotente e com uma necessidade de se imporem sobre as outras pessoas”.

Conforme a psicóloga, as pessoas entendem que devemos ter um bom comportamento apenas no offline, ou seja, fora da internet, na vida real.

“Já estamos acostumados com a ideia de que nosso comportamento deve obedecer às regras sociais no presencial. Mas, ainda tem muitas pessoas que não perceberam que as regras também valem para as redes sociais”, afirmou a psicóloga.

Para Cristiane Bianchi, as redes sociais acabam encorajando as pessoas em posições extremas, a se sentirem mais confiantes para expressarem o que pensam, o que pode afetar gravemente o psicológico para quem é dirigido os comentários de ódio.

“Quando o indivíduo tem interação com o cyberbullying, os danos à saúde mental são muito graves”.

Há leis que punem o Cyberbullying no Brasil. Termo que define a prática do bullying nas redes sociais. O artigo 147-A da Lei 14,132 de 2021  diz que “perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade” é crime de assédio on-line, com pena de reclusão de seis (06)  meses a dois (02) anos.

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Todos nós podemos ser um hater. Discordar de uma publicação ou comentário com outro comentário maldoso é estar disseminando ódio na internet.

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

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