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DETRAN de Mato Grosso vai contar com mais 122 servidores capacitados em Curso de Formação para reforçar banca examinadora em todo Estado

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O Departamento Estadual de Trânsito (Detran) vai contar, a partir de agora, com mais 122 servidores que irão reforçar o quadro de profissionais da banca examinadora em todo Estado, ampliando, desta forma, a capacidade de aplicação dos testes práticos para habilitação em Mato Grosso.

Os servidores foram capacitados no 1º Curso de Formação de Examinadores ministrado pelo Detran, na modalidade de Ensino à Distância, por meio da Escola Pública de Trânsito da Autarquia.

A capacitação foi concluída na quinta-feira (10) formando 122 servidores de diversos municípios do Estado. Uma nova turma deverá iniciar o curso até o mês de outubro.

Com a capacitação o Detran pretende reduzir a espera dos cidadãos para a realização do teste prático de direção, especialmente no caso do interior do Estado, que costuma ter uma espera maior do deslocamento da banca examinadora para a realização dos testes nas cidades, uma vez que as equipes se deslocam sempre de Cuiabá rumo aos municípios.

“Com essa formação, além da sede do Detran vamos ampliar para mais 20 Ciretrans, alcançando em torno de 40 municípios do Estado com a composição de bancas fixas de forma contínua. A intenção é que no mês de outubro sejam retomadas as provas práticas de uma forma continuada e já com esse reforço de examinadores”, destacou o diretor de Habilitação do Detran-MT, Alessandro de Andrade.

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Para a gerente da Escola Pública de Trânsito, Martinha Helena Melgar Cruz, a capacitação na modalidade de Ensino à Distância é um grande avanço na área da formação continuada dos servidores do Detran.

“Com a capacitação na modalidade online conseguimos alcançar mais servidores públicos para serem examinadores com menor custo para a administração pública”, disse.

Retorno das provas práticas

As provas práticas para habilitação deverão retomar as atividades no mês de outubro. As bancas estão suspensas desde o agravamento do contágio do novo coronavírus em Mato Grosso quando o Detran-MT acatou todos os decretos do Governo do Estado, bem como as determinações do Ministério da Saúde na prevenção a proliferação do vírus, suspendendo, temporariamente, os testes práticos para a obtenção da primeira habilitação em todo estado.

 

Otavio Ventureli(da redação com ascom)

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Tão comuns nos tempos atuais comentários de ódio postados em redes sociais afetam psicologicamente as pessoas afirmam espacialistas

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Viver conectado é quase uma necessidade nos dias atuais. Quase não há mais separação do mundo virtual para o real. Estamos conectados 24 horas por dia.

A internet tornou-se uma ferramenta essencial para a maior parte da população. É um espaço democrático, onde podemos expressar opiniões.

Mas, também se tornou um local de ataques e disseminação de ódio. Quem faz comentários maldosos na internet são chamados de ‘haters’.

O ‘hate’ é um termo em inglês que na linguagem tecnológica significa “pessoa que posta mensagem de ódio na internet”. Podendo ser para uma pessoa específica ou um grupo.

O ódio sempre foi um sentimento existente. Porém, ele foi potencializado com a chegada e popularização da internet, principalmente, no Brasil.

Os ataques virtuais têm se tornado cada vez mais frequentes. Qualquer pessoa está passiva a esse tipo de ato. Entre os principais alvos dos haters, estão às pessoas públicas.

A Dra. Crhisttiane. psicóloga explicou o por que às pessoas estão com um comportamento cada vez mais agressivo na internet.

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Para a especialista Christiane Bianchi, a conduta “pode ser pelo fato delas se sentirem impotente e com uma necessidade de se imporem sobre as outras pessoas”.

Conforme a psicóloga, as pessoas entendem que devemos ter um bom comportamento apenas no offline, ou seja, fora da internet, na vida real.

“Já estamos acostumados com a ideia de que nosso comportamento deve obedecer às regras sociais no presencial. Mas, ainda tem muitas pessoas que não perceberam que as regras também valem para as redes sociais”, afirmou a psicóloga.

Para Cristiane Bianchi, as redes sociais acabam encorajando as pessoas em posições extremas, a se sentirem mais confiantes para expressarem o que pensam, o que pode afetar gravemente o psicológico para quem é dirigido os comentários de ódio.

“Quando o indivíduo tem interação com o cyberbullying, os danos à saúde mental são muito graves”.

Há leis que punem o Cyberbullying no Brasil. Termo que define a prática do bullying nas redes sociais. O artigo 147-A da Lei 14,132 de 2021  diz que “perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade” é crime de assédio on-line, com pena de reclusão de seis (06)  meses a dois (02) anos.

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Todos nós podemos ser um hater. Discordar de uma publicação ou comentário com outro comentário maldoso é estar disseminando ódio na internet.

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

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