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Dólar dispara 2% e vai a R$ 5,70 com rebaixamento pela Fitch e expectativa de corte de juros

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O dólar segue renovando o seu recorde nominal (sem contar a inflação). Nesta quarta-feira (6), a moeda disparou 2,03% e fechou a inéditos R$ 5,7040. O turismo está a R$ 5,90.

Além da força internacional do dólar na sessão, especialistas apontam que o rebaixamento da perspectiva de estável para negativa da nota de crédito do Brasil pela agência de classificação de risco Fitch e a expectativa de corte na Selic pelo Banco Central pesam na desvalorização do real.

Segundo a Fitch, a alteração se deve aos problemas econômicos gerados pela pandemia de coronavírus e ao agravamento da crise política.

Atualmente a nota do Brasil é BB-, grau de risco semelhante ao de países como Uzbequistão e Guatemala.
“O rebaixamento da Fitch abre espaço para um possível downgrade do Brasil no futuro”, diz Lucas Carvalho, analista da Toro Investimentos.

Nesta quarta(06), a divisa brasileira foi a segunda que mais se desvalorizou no mundo, atrás apenas da rúpia de Seicheles. No ano, o real é a que mais perde valor entre o dólar, com queda de 42%.

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A moeda americana, porém, está longe de seu recorde real. Em 2002, entre o primeiro e o segundo turno das eleições que levaram Lula à Presidência, a moeda dos EUA foi ao recorde de R$ 4,00 durante o pregão -fechou a R$ 3,99. Hoje, corrigido pela inflação brasileira e americana, esse valor equivale a cerca de R$ 7,86.

“O corte da taxa básica de juros a mínimas recordes sucessivas tem sido fator de pressão sobre o real, tornando o cenário brasileiro menos atraente para o investidor estrangeiro. Esse contexto é ainda agravado pela pandemia de coronavírus e conflitos políticos recentes entre Executivo e Legislativo”, diz Simone Pasianotto, economista-chefe da Reag Investimentos.

A Selic está a 3,75% ao ano e o mercado espera que seja reduzida para 3,25% na reunião de política monetária do Banco Central desta quarta. Segundo o Focus, novos cortes devem ser feitos ao longo do ano, levando a Selic para 2,75% ao fim de 2020.

O cenário de juros baixo também contribui para a alta do dólar por meio do carry trade –prática de investimento em que o ganho está na diferença do câmbio e do juros.

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Nela, o investidor toma dinheiro a uma taxa de juros menor em um país, para aplicá-lo em outro, com outra moeda, onde o juro é maior. Com a Selic na mínima histórica, investir no Brasil fica menos vantajoso, o que contribui com uma fuga de dólares do país, elevando assim sua cotação.

O Ibovespa fechou em queda de 0,51% a 79.063 mil pontos, pressionado pela queda do petróleo e dos índices americanos Dow Jones e S&P 500, que recuaram 0,91% e 0,70%, respectivamente. A Bolsa de tecnologia Nasdaq subiu 0,51%.

 
Otavio Ventureli(com folhapress)

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Tão comuns nos tempos atuais comentários de ódio postados em redes sociais afetam psicologicamente as pessoas afirmam espacialistas

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Viver conectado é quase uma necessidade nos dias atuais. Quase não há mais separação do mundo virtual para o real. Estamos conectados 24 horas por dia.

A internet tornou-se uma ferramenta essencial para a maior parte da população. É um espaço democrático, onde podemos expressar opiniões.

Mas, também se tornou um local de ataques e disseminação de ódio. Quem faz comentários maldosos na internet são chamados de ‘haters’.

O ‘hate’ é um termo em inglês que na linguagem tecnológica significa “pessoa que posta mensagem de ódio na internet”. Podendo ser para uma pessoa específica ou um grupo.

O ódio sempre foi um sentimento existente. Porém, ele foi potencializado com a chegada e popularização da internet, principalmente, no Brasil.

Os ataques virtuais têm se tornado cada vez mais frequentes. Qualquer pessoa está passiva a esse tipo de ato. Entre os principais alvos dos haters, estão às pessoas públicas.

A Dra. Crhisttiane. psicóloga explicou o por que às pessoas estão com um comportamento cada vez mais agressivo na internet.

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Para a especialista Christiane Bianchi, a conduta “pode ser pelo fato delas se sentirem impotente e com uma necessidade de se imporem sobre as outras pessoas”.

Conforme a psicóloga, as pessoas entendem que devemos ter um bom comportamento apenas no offline, ou seja, fora da internet, na vida real.

“Já estamos acostumados com a ideia de que nosso comportamento deve obedecer às regras sociais no presencial. Mas, ainda tem muitas pessoas que não perceberam que as regras também valem para as redes sociais”, afirmou a psicóloga.

Para Cristiane Bianchi, as redes sociais acabam encorajando as pessoas em posições extremas, a se sentirem mais confiantes para expressarem o que pensam, o que pode afetar gravemente o psicológico para quem é dirigido os comentários de ódio.

“Quando o indivíduo tem interação com o cyberbullying, os danos à saúde mental são muito graves”.

Há leis que punem o Cyberbullying no Brasil. Termo que define a prática do bullying nas redes sociais. O artigo 147-A da Lei 14,132 de 2021  diz que “perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade” é crime de assédio on-line, com pena de reclusão de seis (06)  meses a dois (02) anos.

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Todos nós podemos ser um hater. Discordar de uma publicação ou comentário com outro comentário maldoso é estar disseminando ódio na internet.

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

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